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quinta-feira, 28 de setembro de 2023

NATUREZA
De pedras julgava o viajante ter visto tudo. 
Não o diga quem nunca veio a Monsanto  (José Saramago, pág. 130, Viagem a Portugal)
António Cabral

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

RECOMENDO  VIVAMENTE

Sei que sou suspeito, mas recomendo vivamente.

Tem produtos variados da Beira-Baixa.

Sabores de Monsanto

Rua Comandante António Feio, 45, Cacilhas


AC

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

CAMINHADA

Bons ares da Beira-Baixa.

Objectivo, atingir o marco geodésico na serra da Moreirinha (pequena serra/ monte mais baixa pouco mais de 200 mts que a da aldeia e castelo em Monsanto que lhe fica em frente), que está naquele pico (esquerdo) à direita da fotografia.

Início 

A caminho, 

escalada

quase.....................

AC

sábado, 9 de maio de 2020

ALDEIA   de   MONSANTO
A aldeia de Monsanto é uma das imensas aldeias e locais de Portugal Continental que conheceu um gradual despovoamento desde o início do século XX. 
Residentes, cerca de 8 dezenas, poucas crianças, sendo que 4 são netos dos meus estimados vizinhos Amélia e Joaquim Fonseca.
Não sou qualificado para falar da aldeia e das suas gentes porque, na realidade, embora as estude, as minhas habilitações não são em história, etnografia, etc. etc.  
Mas, por outro lado, conheço muito bem a aldeia, muitos dos residentes, os penedos, os caminhos, os dois restaurantes, os dois cafés, o castelo, a Torre de Lucano ou sineira ou do relógio, as festividades pela Páscoa, a festa de Sta Cruz ou do Castelo em 3 de Maio.
Sou muito suspeito, Monsanto vive em mim desde 1969.
Desde o início deste modesto blogue que aqui publico imensas fotografias de todas as partes do meu país, e muito em particular do Continente. A fotografia foi, aliás, um dos dois motivos que me decidiu a criar o "Chapéus há muitos". Monsanto tem lugar especial.

A recente reportagem (que há dias recomendei que vissem na RTP1 ou RTP 3, andando para trás com recurso à tecnologia) realizada "a solo" por João Pedro Mendonça, jornalista da RTP, que conheço bem, que é filho de uma irmã de dois dos seus tios que aparecem na reportagem, o sr Raúl (de quem tenho 4 obras primas, e com quem diariamente me cruzo sempre que estou  na aldeia) e a Sra D Amélia Fonseca minha muito estimada vizinha, levou-me a revisitar os meus arquivos mais antigos com as fotografias de Monsanto. Leva tempo, são incontáveis, fora as tiradas com a Nikon analógica F 801 S.
Porque, entre outras variadas e importantes coisas para que JPM nos remete na sua fantástica reportagem, está a paz e o silêncio absoluto que se respira em vários locais e caminhos.
Natureza, calma, silêncio, contemplação, simplicidade, beleza, e imaginar também a dureza de vida das gentes
Hoje, aldeia do Concelho de Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco, integrada na chamada BIS (Beira Interior Sul), Beira-Baixa, está muito despovoada e a vida para os residentes não é fácil.
Mesmo para os que sempre lutaram e na luta persistem, como o meu bom amigo João Soares, grande mestre de cozinha e sargento de Marinha reformado, dono de um dos dois bons restaurantes da aldeia, o Petiscos e Granitos, os tempos não estão fáceis. Mas como ele disse, há-de vir a bonança.
Também comungo do lembrado na reportagem, e que tantos milhares e milhões descuram ao longo da vida, ter calma e adorar o silêncio que retempera a vida.
António Cabral (AC)


quarta-feira, 8 de abril de 2020

3  de  MAIO
O 3 de Maio aproxima-se e eu não vou estar lá este ano.
Esta boneca marafona, de que existem vários tamanhos não tem olhos. A tradição manda que está associada ao afastamento das tempestades e trovoadas que na zona costumam ser terríveis, ao ponto de ás vezes se dizer que algumas trovoadas vão rachar os penedos maiores existentes escarpa acima até ao castelo. 
Está também associada a cultos de fertilidade, manda a tradição que na noite de núpcias seja colocada por baixo da cama. A boneca não tem olhos, exactamente para não poder ver a "badalica"..!!!!!!.
AC

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

MONSANTO
A previsão meteo diz uma coisa, a realidade está a ser outra, infelizmente.
Muito capacete, muita nuvem escura, nem uma sacana de uma pinga de chuva.
A realidade mantém-se, penedos no sítio, barrocais, e caminhos.
Mas almocei muito bem, como de costume, aqui neste cantinho de Petiscos e Granitos.
AC

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

TERRAS PORTUGUESAS, BEIRA-BAIXA
Não sei ao certo quando foi/ foram publicado/ s. Penso que terá sido à volta dos anos 50 do século passado. Provavelmente antes, pois não há referências à barragem Marechal Carmona, inaugurada em 1948.
A então existente Shell Portuguesa fez publicar vários pequenos livrinhos sobre terras e gentes portuguesas, por províncias.
No caso que me interessa,  nº 9, foi sobre a Beira-Baixa, que me diz muito há cinco décadas. Conheço razoavelmente bem quase todas as outras partes do nosso País, mas a Beira-Baixa causa-me emoções superiores.
O nº 9 aborda sucintamente o carácter da região, panorama geral, a paisagem e o homem, a história e os monumentos, usos e costumes, e o que se deve ver.
Este tipo de publicação não pode ser lido sem ter em conta a época e o regime. Tem várias coisas que, do meu ponto de vista, são muito interessantes.
Por exemplo:
> Geologicamente, na sua maior parte, a Beira-Baixa é formada por terrenos chistosos e rochas eruptivas (granito) apresentando em áreas menores o lacustre e o siluriano (rochas sedimentares);
> a referência no capítulo das indústrias vai sobretudo para o então forte sector têxtil;
> naturalmente, nessa altura, a vida local girava em volta da agricultura;
> a Beira-Baixa foi habitada desde épocas remotas, desde logo por Visigodos, Romanos, Árabes;
> nomes importantes da nossa história nasceram na Beira-Baixa, Nuno Álvares Pereira em Sernache do Bom Jardim, Pedro Álvares Cabral em Belmonte, Pera da Covilhã na Covilhã, Pedro da Fonseca em Proença-a-Nova, Ribeiro Sanches em Penamacor, João Rodrigues (o Amato Lusitano) em Castelo Branco.
> Descrevem-se vários aspectos ligados a, etnografia, folclore, festas religiosas, lendas, vida doméstica familiar, alimentação, feiras, arqueologia, as sucessivas invasões ao longo de séculos, construção do casario, regime de propriedade, indústria incluindo as indústrias designadas por domésticas (colchas de linho e seda, tecelagem do linho, a cestaria e louça).
AC

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

BRASÃO de ARMAS

Outrora fixo/ incrustado na porta de S.António, aldeia de Monsanto, e agora bem exposto no posto de turismo da aldeia; brasão recuperado em Espanha sem que, como é costume, se esclarecesse como foi roubado anos atrás, quem esteve envolvido na tramóia cá e lá, e quem em Espanha soube da coisa.
Aldeia histórica para onde se anunciam com pompa e circunstância muitos milhares de euros para tratar de problemas vários na aldeia. Aguardemos.
AC 

sábado, 6 de janeiro de 2018

MONSANTO,  a aldeia dita (1938) a mais Portuguesa
De acordo com o que se lê, - 
A aldeia histórica de Monsanto, em Idanha-a-Nova, vai receber um milhão de euros de investimento para a sua valorização e qualificação enquanto destino turístico no âmbito do programa Valorizar.
O contrato assinado hoje no posto de turismo de Monsanto, entre o município de Idanha-a-Nova e o Turismo de Portugal, tem como objetivos principais valorizar o acesso à aldeia histórica, a instalação de um sistema inteligente de gestão de tráfego e de estacionamento, aquisição e instalação de uma ferramenta digital com informação sobre Monsanto e sobre a rede de aldeias históricas de Portugal.
"Este projeto com o Turismo de Portugal visa valorizar Monsanto. Estamos a ter problemas de crescimento. Temos queixas por falta de estacionamento que têm causado muito desconforto a quem nos visita", explicou o presidente do município de Idanha-a-Nova durante a apresentação do projeto.
Armindo Jacinto explicou que este investimento, no âmbito do programa Valorizar, é feito em cooperação com outros que a Rede de Aldeias Históricas de Portugal está a promover.
Aliás, em Monsanto, o presidente da Rede de Aldeias Históricas de Portugal, Dias Rocha, assinou com o Turismo de Portugal dois projetos, um para disponibilização de redes 'wi-fi' de elevada qualidade nos centros históricos e nos espaços públicos de maior afluo de turistas, no valor de 743 mil euros e outro, no âmbito da melhoria da mobilidade entre as 12 aldeias históricas, no valor de 443 mil euros.

Boas notícias, vamos aguardar para ver como corre, na prática.
AC

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

AGOSTO PASSADO, de tarde, preparação, programa, RTP1
A aldeia qualificou-se para 3 de Setembro. Aí, não passou.
Monsaraz ganhou na categoria. 
Monsaraz, para o meu gosto, é uma coisa soberba. 
Monsaraz e Monsanto são coisas totalmente diferentes. 
Este tipo de concursos....tem coisas interessantes,......positivas,.....negativas.
Portugal tem aldeias e lugares fantásticos. 
Por isso gosto de andar Por Aí.

AC