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quarta-feira, 14 de outubro de 2020

QUEM QUISER QUE ADIVINHE
Quem quiser que adivinhe o autor da "Pérola" que se segue, pérola debitada anos atrás.
Dou uma ajuda, o apelido dele continua por aí.
...."Em pequeno comia muito, depois corria, e ficava com «dor de burro», é o que está a acontecer agora a Portugal»
AC

quinta-feira, 30 de abril de 2020

ANDANDO  PELO  ARQUIVO  ANTIGO
Encontrei coisas sobre uma importante e magnífica instituição. Trata-se do IH. O Instituto Hidrográfico mudou-se para o adaptado Convento das Trinas em Lisboa, depois de um brutal incêndio ter consumido as suas instalações situadas num dos extremos dos edifícios que então formavam o Ministério da Marinha à Ribeira das Naus, e que presentemente é a Administração Central da nossa Marinha, a Marinha de Guerra.
O IH desempenha um muito importante papel no País e na Marinha; está instalado numa estrutura interessantíssima, nos planos histórico e patrimonial.
AC

terça-feira, 14 de abril de 2020

ANDANDO PELO ARQUIVO ANTIGO
Azulejo que me foi oferecido por um amigo infelizmente já desaparecido, um azulejo que "marcava" a remodelação da infraestrutura /cais de atracação da então vetusta base naval da Marinha Portuguesa no Alfeite. 
Alfeite que tem um palácio fantástico (uma das delícias por exemplo de D. Carlos) com muita história, e que mereceu em tempos mais ou menos recentes um bom programa da RTP da autoria de Paula Moura Pinheiro.
AC
ANDANDO  PELO  ARQUIVO  ANTIGO
AC

quinta-feira, 2 de abril de 2020

ANDANDO  PELO  ARQUIVO  ANTIGO
Lembrei-me dos meus tempos de liceu, quando todos éramos obrigados a ter a camisa verde, o bivaque, o calção creme e o cinto com o S.............
AC

quarta-feira, 25 de março de 2020

ANDANDO PELO ARQUIVO ANTIGO
Um pequeno mas muito interessante livrinho de 133 páginas, publicado em 1989 por um coronel do Exército Português que, logo no início que designou de "explicação conveniente", dá conta de que entre 1958 e Abril de 1961, o Exército Português empreendeu um grande esforço de reorganização tendente a adequar-se às realidade da época e para as que nessa altura se previam já com gravidade.
O livro publica um documento longo, elaborado no seio do Exército e datado de 9 de Abril de 1959.

Antes do documento/ estudo elaborado no Exército, está um longo despacho do ministro do Exército dessa altura, de 28 de Abril do mesmo ano, de leitura interessantíssima, pois ao mesmo tempo que dá uma série de "rabecadas" não deixa de salientar uma certa apreciação pelo lado positivo do documento atentos os contributos para a concretização de uma política militar para o País.

Por outro lado, afirma claramente que tinha autoridade para mandar corrigir o estudo em alguns aspectos, mas entendeu divulgá-lo tal como estava oriundo do departamento do Exército que o elaborara, pois continha utilíssimas sugestões.

Na última página, a conclusão final no documento tem esta interessante frase - importa além do mais, aprender a trabalhar num sentido objectivo e coordenado, falta que tanto se faz notar também nas nossas Forças Armadas, e é pecha nacional apontada pelas entidades mais idóneas, motivando o mau aproveitamento de muitas vontades, de competências, de apreciáveis esforços e recursos...........

Sobre esta conclusão, alguns na nossa sociedade têm batalhado sobre isto. Pessoalmente não me canso de zurzir no mesmo sentido.
E por estas falhas que se estendem no tempo Portugal continua num estado desgraçado, frágil.
AC