quinta-feira, 12 de março de 2026

Sou incapaz de imaginar António José Seguro a chamar "rural" ao primeiro-ministro num jantar com jornalistas.
(Pedro Correia)
Pessoalmente, há muito que não arrisco nada sobre os políticos.
Quanto a Marcelo, entre as muitas pérolas lastimáveis está esta de ter chamado rural a Montenegro, e na mesma altura também uma lastimável e "também elogiosa" referência a Costa

Penso que só eventualmente bipolaridade pode explicar este tipo de coisas.

Goste-se ou não de Costa e Montenegro (não gosto) é no mínimo absurdo/ incorrecto/ deplorável este tipo de comentário público sobre titulares de órgãos de soberania por parte de outros titulares.

À primeira vista, Seguro parece uma pessoa diferente, mais prudente e contido. Mais educado.

Mas . . . . as suas afirmações na aldeia que esteve rodeada de fogo sobre uma tal comissão, a par de solidariedade e proximidade  evidenciaram nervosismo, impreparação, e desconhecimento sobre o que resolveu recriminar publicamente.

Finalmente, espero que já tenha feito pressão sobre os partidos para terminarem com esta pouca vergonha de não nomearem as pessoas para preencher os cargos vazios no TC, no Conselho de Estado etc.

Verdade seja que desconheço se Marcelo se insurgiu contra isso. 

Não me admiraria que não se tivesse incomodado com isso, até porque entre comer gelados, despir-se, fazer de calceteiro, roubar batatas fritas ou discursar ou comentar tudo até a vida da dona Alzira, certamente não teve tempo para pensar nisso e conversar e fazer pressão junto do presidente da AR e dos partidos políticos com assento parlamentar.

AC

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