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quarta-feira, 28 de outubro de 2026

SÃO DOS NOSSOS ?

São dos nossos ?
São dos Nossos ?
São dos nossos ?

Se são não faz mal se nos servirem, aguenta-se, fecha-se os olhos !

Esta teoria prevalece na sociedade portuguesa.
Com o 25 de Abril de 1974 não acabou, bem pelo contrário mais do que veio para ficar.

Eu não gosto dele, mas se lhe der o toucinho a cheirar ele vai abocanhar.

Esta metáfora corresponde (opinião pessoal naturalmente) ao que o velhote matreiro pensou, ponderou, e avançou. 
E acertou nisso, e acertou que os gulosos extremistas iriam também na conversa.
Esqueceram-se que o vigarista era ainda mais do que supunham e secou-os planeadamente, e depois chutou-os borda fora.

Vem este arrazoado a propósito das recentes declarações de PS e BE que condenaram declarações do (ainda) presidente do IHRU sobre disponibilidade dos jovens para “sacrifício”.

Parece que uma das fortes foi esta - não saber “se a sociedade actual está disponível para o sacrifício” da anterior para ter casa. 

Saltou-lhe logo o Fabiano bem conhecedor do imenso sacrifício por que passou há uns tempos um companheiro dele para vender um grande imóvel.

Há uns malvados como eu que suspeitam que, se as câmaras municipais estivessem nas mãos de socialistas, não tinha havido acampadas e outras parvoíces, ainda que com as rendas a permanecerem insuportáveis, e etc.

Claro que não interessa para nada que a crise habitacional, 
- se arraste há décadas, 
- porventura em crescendo desde 1991, 
- porventura dramática a partir de 2011, 
- porventura que além de constantes promessas e informar que páginas iam sendo viradas, praticamente nada tenha sido feito entre Janeiro 2016 e 2024 e, 
- daí para cá se somem algumas bacoradas e dislates.

Para alguns é ofensivo afirmar que a escassez e carestia da habitação nas maiores cidades sente-se ainda mais desde que começou a geringonça. 
Claro que no tempo da geringonça a estagnação foi enorme, os problemas com a questão habitação eram já enormes. . . .  mas "eles eram dos nossos"!

Carneiro ouve a voz do povo no Rossio.

Carneiro, em 2023 (deixa ver se me lembro o que é que ele era . . . . . ah. . . . . já sei, era MAI) dizia que agredir os homens das forças de segurança era . . . . era o quê ?  Era . . . uma ofensa a todos nós e ao Estado de Direito.
Em 2026 . . . . POIS! 

Enfim. Não saímos disto.
Desgraçados de nós cidadãos comuns.
AC

terça-feira, 27 de outubro de 2026

PORTUGAL

OLHEI  PARA  ESTES  BARCOS  E,  SENDO  DIFERENTES, FIQUEI  A  IMAGINÁ-LOS  REPRESENTATIVOS  DE  PAÍSES DIFERENTES.

PROCUREI  IMAGINAR  QUAL  O  QUE  REPRESENTARIA  PORTUGAL. 

DEPOIS  DE  LENTAMENTE  RECORDAR  A  ACÇÃO  DOS VÁRIOS  TITULARES  DE  ÓRGÃOS  DE  SOBERANIA  DESDE  1991  E  PARTICULARMENTE  DESDE  2015,  E  FACE  AO  QUE SE  VAI  PASSANDO  NO  PRESENTE,  CREIO  QUE  ENCONTREI  A  RESPOSTA:  

É  O  QUE  ESTÁ  EM  PRIMEIRO  PLANO  NA  FOTOGRAFIA


AC

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

LEGISLAÇÃO

A legislação que cobre esta questão das manifestações e que dá respaldo às forças de segurança, é de depois do 25 de Abril de 1974.

Desde a instituição formal do Estado de Direito Democrático com felizmente a aprovação e entrada em vigor da nossa Constituição, que todos os governos passaram por períodos de maior ou menor agitação social, por mais ou menos greves, por mais ou menos manifestações nas ruas e avenidas ou em frente à sede do governo ou do parlamento.

Estou a lembrar-me por exemplo dos "polícias secos e molhados" ou dos buzinões na ponte 25 de Abril.

A minha pergunta é simples: alguma vez o PS ou o PSD enquanto governos, ou algum dos outros partidos políticos desde sempre com assento parlamentar, entendeu que essa legislação era fascistoide ou, no mínimo, inadequada?

Que eu saiba NENHUM. 

Eloquente, sobretudo à vista do que se está a passar, a germinação de novo PREC, à vista das declarações de certos deploráveis personagens.

Vamos à rua para deitar o governo abaixo, resultados eleitorais não interessam para nada.

Aguardemos.

AC

domingo, 18 de outubro de 2026

NOJO.
NOJO ? PERÍODO DE NOJO? MAS QUE NOJO ?

Que Nojo ?

Faz lembrar a famosa lei - para os nossos TUDO, para os inimigos NADA, aos outros aplique-se a lei.

Que nojo ?
É o nojo do costume !

AC

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Sempre detestei o respeitinho porque sim. 
Sejam titulares de órgãos de soberania, políticos partidários, elites, e todos aqueles que abusam dos seus poderes funcionais. 

Nunca tive, nem tenho respeito por quem na vida pública não se dá ao respeito.

Nunca tive, nem tenho respeito por quem desprestigia os cargos para que foram eleitos com o objectivo de servir a sociedade.

Nunca tive, nem tenho respeito por quem na sua prática diária teoricamente ao serviço dos cidadãos não os respeita.

Nunca tive, nem tenho respeito por aqueles que se servem dos cargos para que foram eleitos, dos que sempre apenas trataram de organizar a sua vidinha e trataram de estar sempre prontos para acorrer às oportunidades que surgissem no estrangeiro ou por cá.

Nunca tive, nem tenho respeito por aqueles que na sua vidinha demonstram à saciedade serem uns seres desprezíveis, sejam habilidosos, cultos, ou famosos.

António Cabral

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

DEUS  PERDOA  SEMPRE

O  HOMEM  ÀS  VEZES

A  NATUREZA  NUNCA

Mas há por aí uns artistas que permanentemente se recusam a olhar seriamente para os problemas que a natureza nos coloca.

A 21 de Dezembro começa outro Inverno !

AC

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

FMI só vê mais 30 países no mundo com saldo orçamental superior a Portugal.
Projeções colocam apenas Portugal e mais cinco países com saldo nulo em 2027. 
Fundo valida previsões do Governo para as contas públicas e até se revela mais otimista sobre a dívida no próximo ano.

Olha . . . .

Estão a ver como ficou muito mais fácil a minha vida, e a vida de para aí uns nove milhões de portugueses ?

Já dizia um célebre sujeito . . . . o país está muito melhor 😎😎😎

AC

terça-feira, 13 de outubro de 2026

ESTA  PORTUGUESA  MANIA  DE DIZER  E  GARANTIR  (GARANTEM  SEMPRE  QUALQUER  COISA)  QUE SE  ESTÁ  NO  BOM  CAMINHO,  É  UMA  DAS  MAIORES  TRETAS/ MENTIRAS/ MERDAS  NACIONAIS.

O  QUE  INTERESSA  É  PONDERAR,  DECIDIR  E  CONCRETIZAR,  NÃO É  ADIAR,   EMPURRAR  TUDO  COM  A  BARRIGA,   PASSAR  ANOS  E  ANOS  A DIZER  QUE  SE  VAI  NO  BOM  CAMINHO.   


CHIÇA !   

AC

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

A C P N

Portugal está cada vez mais prenhe de ACPN 's (*)

Isto não está como está por puro acaso. 

AC


(*) - ACPN - autoridade competente de porra nenhuma

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

PORTUGAL  VAI  EMPOBRECER  COM  MUITO  BARULHO

(Medina Carreira)

Para os que desprezavam e hostilizavam Medina Carreira, recomendo olhar com rigor e isenção para os últimos 35 anos, e particularmente para o período de finais de 2015 até hoje.

Ah, já agora, recomendo também ponderarem se não será melhor um fim com horror do que este horror sem fim.

AC

terça-feira, 6 de outubro de 2026

VENDAVAL

O comboio de tempestades do Inverno passado deixou um rasto de destruição brutal por todo o país.

Destruiu pequenas e médias empresas. 

Destruiu lares, destroçou famílias.

Destruiu casas, estradas e caminhos.

Deixou muitos portugueses sem energia, sem comunicações, alguns ficaram isolados vários dias. Na zona de Coimbra a A 1 colapsou pois o Mondego "irritou-se"! Isto foi logo arranjado, era a BRISA.

A fotografia supra pretende significar a destruição. Uma coisa é certa, no presente, caminha-se por muitos locais, junto de estradas várias e vilas e aldeias, e coisas com a da fotografia continuam por corrigir, arranjar.

Mais grave, preocupante, vi vários locais à beira de estradas e caminhos que, APOSTO, nas próximas chuvadas vai dar enxurradas outras vez e colapsos vários. Muita coisa por corrigir.

Oxalá eu esteja enganado.

AC

sábado, 12 de setembro de 2026

QUEM  ROUBA  UM  OVO  TAMBÉM  ROUBA  UMA  GALINHA ! (dito popular)

Que raio me levou a lembrar disto ?

AC

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

P R R

Pelos vistos, parte do PRR serviu para comprar caixotes do lixo.

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem.

Mas ao verificar esta realidade documentada pelas duas fotografias, a minha opinião é de que este exemplo dá bem a noção do que é o Portugal contemporâneo, naquilo em que se transformou.

Dá bem a noção de prioridades, do que são sectores estruturais, do aproveitamento de fundos Europeus.

Dá bem a noção da pequenez intelectual dos dirigentes do PS e PSD que foram os governos gestores do PRR. Todos os outros partidos não ficam atrás.

Admito, como SEMPRE, estar a ver mal as coisas. 

AC


quinta-feira, 10 de setembro de 2026

OLHANDO  à  VERTENTE   INTERNA

Não podiam, pelo menos, dizer umas partes da verdade…

É que segundo dizem, parece que andamos perto do Estado excelente mas a mim, chato que sou com a mania de procurar perceber e procurar a verdade / realidade em todas as vertentes e sectores da vida nacional, parece-me que a excelência proclamada se aproxima do Estado num estado (ainda) não desesperado….

É que há limites para tudo (est modus in rebus)….


AC
RECORDAÇÕES de  OUTROS  TEMPOS

Vamos lá preencher “o vazio” do professor Marcelo

Hoje, no Público, dei algumas sugestões sobre onde começar a cortar quatro mil milhões. E propus começar por onde o Estado é ineficiente, como no quase monopólio da Educação:

Segundo o professor Marcelo, estamos a discutir “o vazio”. 
Ou “o nada”. 
Porque “nada” parece dar conteúdo ao debate sobre as funções do Estado para que o primeiro-ministro desafiou o PS. 
Mesmo descontando o facto, que não é pequeno, de esse “nada” estar quantificado em quatro mil milhões de euros, vale que o professor parece nutrir mais atracção pelo “vazio” do que a Natureza tem de horror ao dito cujo. 
Porque, na verdade, não é difícil começar a preencher esse “nada”, uma vez que muitas são e muito custam as funções do Estado. 
Não contemos é com o professor, que ele nunca se compromete. Mesmo quando isso era bom para preencher o “vazio” de que se queixa.

Os grandes números são fáceis de entender. Em 2012 o Estado gastará 78 mil milhões de euros (depois de ter gasto mais de 87 mil milhões em 2010) e só terá 70 mil milhões de receitas, ou seja, há um buraco de oito mil milhões. Daí que não surpreenda querer cortar, de “forma permanente”, quatro mil milhões – o que surpreende é só se querer cortar metade do buraco. Sendo assim, que tal trocarmos umas ideias mais sérias e menos “vazias” sobre o assunto?

Quando falamos de despesas do Estado, falamos antes do mais em salários dos funcionários públicos e em despesas sociais: as da Segurança Social e as com a Educação e com a Saúde. É também preciso ter noção que as despesas com Saúde e com Segurança Social tenderão sempre a crescer, mesmo que só queiramos manter os actuais níveis de serviços e prestações. 

Umas, as de Saúde, porque há uma contínua evolução da medicina associada a uma maior esperança de vida e, no caso português, a uma das populações mais envelhecidas da Europa, uma realidade demográfica que levará décadas a alterar. Este último factor também condiciona as despesas com a Segurança Social, um sector que no ano 2000 consumia menos de 10% do PIB e hoje está a tocar nos 20%, apesar de duas reformas pelo meio e muitos cortes de “direitos adquiridos”. 

Pior, se possível: o que a maioria dos nossos reformados recebe como pensão mensal continua a ser muito miserável. 
Em 2011, no regime geral da Segurança Social, nem 6% dos beneficiários recebia mais de mil euros por mês; e apenas 15% do total dos beneficiários recebia mais de 500 euros – ou seja, 1,4 milhões dos 1,66 milhões de pensionistas recebiam menos de 500 euros mensais (estes números não incluem os pensionistas da Caixa Geral de Aposentações, cujas reformas são mais generosas).

Face aos desafios colocados pela Saúde e Segurança Social, a Educação até parece simples, e de novo por razões demográficas: os idosos que sobram naqueles dois sistemas correspondem aos jovens que faltam no sistema educativo. A mesma demografia que pesa sobre o sistema assistencial está a aliviar o sistema educativo. Por isso, mas não só, vou começar por ele.

Olhando de novo para os grandes números. 
Descontando a inflação (utilizando uma tabela de preços constantes com base em 2006), o ano em que o Estado gastou mais neste sector foi 2009, onde a despesa chegou a 8,2 mil milhões de euros. 
O ano passado já recuara para 7,2 mil milhões, sensivelmente o mesmo que em 2001. Só que com menos 100 mil alunos no ensino básico, menos 100 mil no ensino secundário regular e apenas mais 8500 no ensino superior. Isto significa que o custo por aluno tem vindo a aumentar sem que se note qualquer melhoria significativa na qualidade do sistema. 
Há pois margem para continuar a cortar. Acontece porém que não chega “gerir melhor” o sistema – é também preciso olhar de forma crítica para os seus fundamentos.

Há muito que defendo que o actual modelo, em que o Estado procura cobrir todas as necessidades da população através de escolas estatais, não é o melhor para a qualidade do sistema de ensino, para a liberdade de educação e para a equidade. 
Até há pouco tempo não sabia, mas desconfiava, que também não era o melhor para as finanças públicas. Agora sei, graças a um estudo do Tribunal de Contas, que comparando o custo por aluno nas escolas estatais do ensino público com o custo por aluno nas escolas privadas com contrato de associação (e que funcionam, por isso, como escolas públicas de acesso universal), ele é mais baixo nas escolas privadas: 4522 euros contra 4921 euros por ano nos 2º e 3º ciclos e no ensino secundário. 
Eu sei que o estudo tem várias limitações, mas delas resulta que a diferença deve ser ainda maior.

Aquilo que antes era recomendável – mudar o sistema de ensino público, abrindo-o à concorrência entre diferentes operadores, tanto públicos como privados ou cooperativos, dando mais liberdade de escolha às famílias, assim as responsabilizando também mais – é agora imperioso. 

O antigo ministro da Educação Roberto Carneiro já o veio defender neste jornal (31 de Outubro) com argumentos que não vou repetir. O exemplo de vários países nórdicos, da Holanda, do Reino Unido ou da Nova Zelândia também aponta o mesmo caminho. O tempo do monopólio estatal dos serviços educativos pertence ao passado, as redes escolares de nova geração, com mais liberdade de escolha e a mesma garantia de equidade (através de cheques-ensino, por exemplo), ganham adeptos por todo o lado.

Não creio, infelizmente, que o nosso sistema vá mudar de um dia para o outro apenas por sobre ele cair a tesoura dos 4 mil milhões – mas a economia que a mudança de paradigma possibilita tem de permitir que se associe aos “cortes permanentes” uma ruptura também permanente com um sistema estatista, burocrático e centralista que, além de produzir resultados medíocres, é mais caro do que as alternativas.

Os caminhos para a reformar a Saúde e o sistema de pensões também andarão por aqui, isto é, por onde se valoriza a liberdade e a responsabilidade dos cidadãos e se estimula a concorrência entre alternativas diferentes.

Portugal, se quiser voltar a crescer sem voltar a cair na armadilha da dívida, tem de encontrar novos consensos. 
A começar pelo que quer de um Estado para o qual não é mais possível continuar apenas a pagar impostos atrás de impostos.

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Agora estimados leitores e amigos, atentem nos anos passados sobre estes tempos, sobre este artigo.
Atentem que aqui se falava de ensino, saúde, segurança social, e pensões.
Juntem agora outras funções do Estado . . . . . e é fazer contas, como dizia o pastoso.

Estamos cada vez má lindos, . . . . NÉ ?

Mas a agência de notação disse que vamos bem!

AC

sábado, 1 de agosto de 2026

Leio por aí que Nuno Palma e o Nobel James Robinson vieram a Portugal perorar sobre o estado disto e como modificar isto.

Se percebi bem, o resumo do que esses dois homens disseram/ recomendaram é que a grande prioridade, mesmo a prioridade única, é pôr o Estado a trabalhar como devia fazer.

Ora isso é coisa que já antes de 25 de Abril de 1974 não acontecia e que, como a nossa história democrática eloquentemente demonstra, há décadas que continua a não fazer.

E o Estado está principalmente materializado nos titulares dos órgãos de soberania e  na pesada máquina administrativa que nos consome e não ajuda.

O Estado a cumprir prazos em todas as áreas, justiça incluída? 😱

Actuar de acordo com o Código do Procedimento Administrativo?

E que dizer de muitas outras coisas que, não sendo propriamente Estado, contribuem para a organização da sociedade, como por exemplo autarquias, ordens profissionais, etc?

A ordem dos médicos é um caso paradigmático.

Há mais de um ano fiz-lhe uma pergunta sobre as equipas nas urgências hospitalares. Vou colocar a seguir a primeira resposta recebida, daquelas automáticas.


Exmo.(a) Sr.(a)

Acusamos a receção do e-mail de V. Exa. que merecerá da nossa parte a melhor atenção.

Encontramo-nos ao dispor.

Com os melhores Cumprimentos


Claro que não me ligaram nenhuma.

Há poucos dias enviei-lhes este mail, e lá veio a mesma resposta automática. Vai passar mais um ano e silêncio certamente. Responder a um idiota cidadão comum? Não estamos cá para isso!

À
Ordem dos Médicos
Muito boa noite.
Passado mais de um ano de ensurdecedor silêncio cumpre-me agradecer a gentileza e o não esclarecimento.
Cumprimentos

António Cabral

Cumprir prazos?

Respeitar as leis? Respeitar os cidadãos? Na tugolândia?

Pois

AC

sexta-feira, 10 de julho de 2026

OLHA  QUE  NOVIDADE
"A gastronomia portuguesa é riquíssima e todas as pessoas que vêm a Portugal adoram” (Álvaro Covões)

Oh sr diretor do NOS Alive, qual é a novidade ?
E também não é novidade que os políticos não põem ISTO a funcionar pois não ?

AC
TÍPICO  da  TUGOLÂNDIA
. . . . . . . . 
A alternativa à decisão não é uma decisão melhor, a alternativa à decisão é a não decisão.
. . . . . . . . . 
. . . . . . . . .
a única maneira de não cometer erros é nunca decidir nada.

AC

terça-feira, 7 de julho de 2026

IMPORTA-SE  de  REPETIR ?
Operação Marquês. Julgamento de José Sócrates será presidido por juiz com menos de quatro anos de carreira
O magistrado assume o coletivo que vai julgar o processo secundário da Operação Marquês, depois de o anterior juiz-presidente ter sido nomeado vogal do Conselho Superior da Magistratura.

Presumo que isto corresponderá à realidade.

Pela minha parte não precisava de mais "ISTO" para ficar com a certeza do "TRÁGICO" em que há muitos anos transformaram o sistema de justiça de Portugal.

Do trágico que é dia a dia confirmar que se vive na TUGOLÂNDIA e não no regime que a CRP estabelece, DEMOCRÁTICO e de DIREITO.

AC

quarta-feira, 24 de junho de 2026

De  ESPANHA nem BONS VENTOS nem BONS CASAMENTOS

Podem dizer o que quiserem, mas como em todas as sociedades, Espanha tem coisas boas e coisas más.

Mas pelo menos numa coisa estão bem melhor do que nós!

Ex-ministro e "braço direito" de Pedro Sánchez condenado a mais de 24 anos de prisão por corrupção
Antigo "braço direito" de Sánchez, José Luis Ábalos, condenado a 24 anos de prisão. Victor de Aldama e Koldo García foram também acusados de suborno, desvio de dinheiro público e prevaricação
.

Lá, pela amostra mais recente, levam bem menos tempo a prender e julgar e condenar canalha do que nós por cá.

Por cá, a canalha continua a rir-se do chamado Estado. 
E não se está a rir há só há dois ou três anos!
A canalha ri-se, e com a canalha ri-se a outra canalha que a coadjuva.

Numa adaptação de época de Entrudo - É Portugal, não faz mal!

AC