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domingo, 26 de julho de 2026

Maçonaria em pânico com fim do secretismo.
Grão-mestre do GOL vai convocar todos os órgãos da mais antiga e poderosa obediência maçónica para discutir a melhor forma de responder à decisão do Tribunal da Relação de Lisboa que ameaça acabar com o secretismo do que se passa no interior da maçonaria
.

. . . . . POIS !

 Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem depois, concordo, discordo, comento se me apetecer.

A Constituição (CRP) estabelece no seu Art. 46º a Liberdade de Associação. Os cidadãos têm o direito de, livremente e sem dependência de qualquer autorização, constituir associações desde que estas não se destinem a promover a violência e os seus fins não sejam contrários à lei penal.

Não é preciso ser jurista para perceber imediatamente que se uma associação se pretende com certo tipo de secretismo é legítimo desconfiar dos seus reais propósitos.
E é sabido o que se passa em certos domínios na UE, quem controla certas coisas. E esse controlo tem ramificações em diversos países!

Pela minha parte, o direito de associação acarreta forçosamente o dever de transparência e submeter-se a escrutínio legal se e quando determinado.
Ou são só os partidos políticos que têm de ter os seus estatutos escrutinados? 

AC

sábado, 30 de novembro de 2024

DELICIOSO
Em declarações à agência Lusa, o médico e gestor Joaquim Arenga disse que esse almoço pretende juntar cidadãos de “diversos setores da sociedade civil e de diferentes orientações ideológicas”.
“Estarão presentes cidadãos que não são maçons. Os promotores desta iniciativa são cidadãos que estão atentos à situação nacional e que entenderam que esta seria uma excelente altura para ouvir a análise de um homem como António José Seguro”, justificou Joaquim Arenga.

Pergunta-me o que acho delicioso?

Haver esse almoço? Não.

A maçonaria a movimentar-se? Não, sempre assim foi.

Querem avaliar para que lado cai a balança? Não.

O que acho delicioso é - estarão presentes cidadãos que não são maçons. Ainda não entraram . . . eh . . . .eh . . . 

AC

quarta-feira, 19 de abril de 2023

DOCES


Foi uma casualidade, ao deambular a poucos quilómetros de Alcobaça para descobrir um dos mosteiros destruídos na sequência do "Mata-Frades" (1834), dei com uma pequena loja de produtos biológicos, a cargo do senhor que normalmente está encarregue das visitas, que nessa manhã de Sábado não estavam programadas. 

Comprei várias coisas, e pude ver aquela preciosidade. E pude escutar uma boa parte da história e das histórias ligadas aquele lugar, aquela época.
Portugal, como foi, como aconteceu, como é, como está. 
Como virá a ser?
Foi uma bela manhã, e que me deu para mais uma vez relembrar a quantidade de nomes colocados em ruas e monumentos a gente maçónica, particularmente do Tejo pata Sul. 
Joaquim António de Aguiar é apenas um dos exemplos.
AC

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

A  PROPÓSITO da MAÇONARIA PORTUGUESA

Do que tenho lido sobre este tema, a maçonaria dita moderna terá surgido em 1717, com a formação da Grande Loja de Londres.

A Portugal, terá chegado nas primeiras décadas do século XVIII. Em 1804 foi criado o Grande Oriente Lusitano. Tanto quanto leio por aí, o liberalismo em Portugal triunfou em boa parte com a participação activa da maçonaria. Há registos e livros que indiciam participação activa da maçonaria na vida política nacional. A maçonaria foi perseguida em determinadas épocas da nossa história, umas vezes mais outras menos, teve altos e baixos. PARA LÁ DOS GRANDES FINS DESCRITOS e DEFENDIDOS, A REALIDADE..... CONDICIONAMENTO E PARTICIPAÇÃO ACTIVA NA VIDA POLÍTICA.

Quanto à participação na vida política nacional há inúmeros exemplos se se olhar ao período após as duas primeiras décadas do século XIX até 1935. Na sequência da lei de 1935, muitos dos bens por exemplo do Grémio Lusitano foram confiscados e ficaram à guarda da então existente Legião Portuguesa. Apesar de com antecedência por exemplo vários arquivos terem sido colocados a salvo, muitos bens e documentos passaram para à guarda da então existente Polícia de Vigilância e Defesa do Estado.

Pondo de lado a tacanhez e falta de jeito com que Rui Rio, por exemplo e para não citar outros "artistas", trata a maioria dos assuntos, a realidade é que a nossa história está prenhe de exemplos de intervenção de maçons na vida política nacional. 

A 3ª República, neste aspecto de interferências no poder legislativo E NA OBTENÇÃO DE INFORMAÇÃO PRIVILEGIADA, não tem sido certamente diferente do passado. Maçonaria, Opus Dei, certos serviços do Estado, certas corporações profissionais, etc.

Estarei enganado? Não tem sido esta vertente da sociedade um forte contributo para o estado a que isto chegou?

AC

sexta-feira, 23 de julho de 2021

ASSEMBLEIA  da  REPÚBLICA

De cada vez que observo o sítio da AR (normalmente 1 vez por semana), de cada vez que pondero os laboriosos trabalhos parlamentares, fico estarrecido com as prioridades de vários senhores deputados.

A este propósito estou a recordar-me de um tal deputado José Cabral de sua graça  (espero que não seja ascendente familiar) que em 19 de Janeiro de 1935 apresentou na Assembleia Nacional uma proposta de lei proibindo todos os cidadãos portugueses de fazerem parte de associações secretas, sob pena de sofrerem graves sanções, como por exemplo, penas de prisão ou mesmo o desterro.

Essa proposta mereceu parecer favorável por parte da Câmara Corporativa em 27 de Março desse ano. A proposta foi votada e aprovada por unanimidade em 6 de Abril de 1935. Apareceu assim a  lei nº1901 de 21 de Abril de 1935.

Outra prioridade interessante tem a ver com a questão do acesso a casas de banho nas escolas. Certamente um precioso contributo para as futuras gerações, as mais bem formadas de sempre.

A propósito de escolas secundárias e ensino ministrado, quando olho para o que se passa com o ensino, por exemplo, com o que na escola do meu neto mais velho se passa (a acabar o 11º) fico estarrecido. Mas obviamente sou eu que vejo mal o assunto, BE e Tiago Brandão é que estão certos. Como se verifica pelos resultados à vista! Um futuro promissor para este país.

No meio desta palhaçada, a oposição e principalmente o PSD distrai-se com uma proposta de revisão Constitucional reforçando que para tal precisa do PS. Melhor "haraquiri" não conheço.

No meio das distrações, a discutirem o Cabrita e outras criaturinhas deploráveis, o inarrável Costa passa incólume no chamado debate do estado da Nação. O estado é COMATOSO. Desgraçados dos cidadãos comuns como eu.

AC

quinta-feira, 8 de abril de 2021

SERÁ para RIR…..ou CHORAR ?
Observemos então uma certa telenovela a quase roçar a palhaçada que se desenvolve por aí. Temos que nos entreter, não podia ser só ir ao "take away"! até há pouco tempo, ou apenas ler livros, cozinhar, esticar as pernas, ou ler as descaradas tiradas do "padreca", e aproveitar agora o desconfinamento benevolente da dupla Costa e Marcelo. Ah, mas eles ainda vão impor mais um estado de emergência, deve ser para não nos desabituarmos.

Na Assembleia da nossa República (AR), entre os muitos vendavais, "fait divers", "telenovelas", "os muitos faz de conta" e excitações variadas, andam alguns alvoroçados e alvoroçadas a exigir que todos os deputados e deputadas declarem TODAS as suas ligações, embora me fique a dúvida se serão apenas as associações relevantes e discretas como alguns esclarecem, tipo maçonaria e Opus Dei. Enquanto isso, outros alvoroçados e umas alvoroçadas gesticularam indignados e indignadas, que não pode ser, é contra os princípios da liberdade individual etc.
Muitos dos indignados são daqueles que batem constantemente no peito pela transparência na vida pública mas, nestas alturas, ficam com tantas dores nas articulações que já não conseguem levantar o braço e bater no peito.

Desde as ideias legislativas do PSD e do PAN (creio que só eles o fizeram) pelas TV e OCS/ jornais e revistas tem havido a este propósito um alvoroço particularmente à conta da Maçonaria. O próprio grão mestre de uma das maçonarias portuguesas (GOL) veio a público, foi à TV indignar-se. Pacheco Pereira deu-lhe algum contraditório na altura, mas foi muito meigo e carinhoso para com ele.

As indignações surgiram ainda mais depois de declarações televisivas de António Lobo Xavier ao referir ter vários clientes que tiveram/ têm tido dissabores por causa da maçonaria. O tal grão mestre indignou-se muito, disse que não conhece nenhuma história dessas! Não conhece nenhum caso. CLARO! Só conhecem os ideais e os rituais, e a luta pela liberdade!
Estão bem um para o outro, ambos advogados, um é conselheiro de Estado, outro foi, se a memória não me falha, apoiante fiel de Cavaco Silva. Não tem mal, é só para lembrar.

Claro que numa ponderação decente e intelectualmente honesta, Lobo Xavier depois de dizer o que disse e que é bem capaz de corresponder a muita realidade na nossa sociedade, devia ter referido que acções os seus clientes tomaram, e até que aconselhamento jurídico lhes deu, e se existem processos em apreciação na justiça. Mas isto é entendimento de patetas como eu, não é verdade?

De facto, seja a propósito da maçonaria de que existem "inclinações", e muitas "lojas" para todos os gostos, seja da Opus Dei, da associação do berlinde, do BES, do BPN, do BPP, da EDP, do SIRP, dos incêndios, etc., em Portugal particularmente desde 25 de Abril de 1974 que andamos sempre nesta coisa do - sublinha não saber "se isso é verdade" - diz que tem "desconfianças" -"muitos portugueses têm muitas desconfianças" etc.

Eu tenho desconfianças, várias, li vários livros sobre a maçonaria (o último foi A Maçonaria no Distrito de Portalegre, de António Ventura), conheço alguma história da maçonaria. Há muitos maçons, existem, não são fantasmas. Muitos não se sabe quem eles são.

Em outro plano, Lobo Xavier considera "uma violação do direito de culto" obrigar os políticos a declarar que são da Opus Dei, uma vez que esta é "uma instituição da Igreja Católica que está reconhecida no código canónico como pessoa coletiva no Estado Português" e sobre a qual "não existe nenhum secretismo".

Por outro lado, o grão-mestre adjunto do Grande Oriente Lusitano, António Ventura, parece considerar que estes casos assim referidos, a serem verdade, devem ser denunciados junto das entidades competentes. Mas, por outro lado e se vi bem, aponta uma certa linha "persecutória" da parte do PSD o que viola certamente a CRP no plano do direito à privacidade. Em suma, os maçons que legitimamente têm vindo a público insurgir-se contra as propostas legislativas supra referidas negam, terminantemente, que exista qualquer rede maçónica que vá desde a política até às magistraturas". E, digo eu, passando pelas "secretas", pelo mundo do futebol, por muita advocacia, pelas Forças Armadas, pela banca, pelas polícias, e quando falam de magistraturas talvez seja de especificar, Ministério Público e juízes.

Como cidadão comum tenho ponderado bastante, e desde há muito tempo, sobre esta questão e sobre outras correlacionadas. Se me parece evidente que a privacidade de cada um é um aspecto muito importante em sociedade, por outro lado, interrogo-me cada vez mais sobre o seguinte: é a transparência ou é o segredo um dos fundamentos de uma democracia saudável? Não tenho dúvida sobre este aspecto, é a TRANSPARÊNCIA.

Quem quer vir para a vida pública tem que aceitar ser escrutinado, em todos os aspectos relativos, às suas filiações, ao seu património à altura de entra na vida pública e ao sair dela, e quanto às suas habilitações académicas. Pessoalmente, e imagino que a esmagadora maioria dos cidadãos comuns, estou farto dos aldrabões que rasuram e mentem nos currículos respectivos ou acabam cursos em casa ao Domingo, estou farto dos que chegam à política com um determinado património e saem com património que os seus vencimentos não conseguem justificar, sendo certo que a esmagadora maioria dos Euromilhões têm saído no estrangeiro. Ainda por cima se ficam a rir de mim e de muitos. É para mim intolerável.

Sim, conheço os ideais maçónicos mas a realidade da vida mostra que muitos e muitas lojas instrumentalizaram. Não me peçam provas. Ou o esfumar de milhões é por acaso? Agora, por exemplo, Luís filipe Vieira e a sua ex-Inland derreteram 65 milhões, e não estou a dizer que a culpa é da maçonaria. Ninguém é culpado. Até a minha idosa vizinha na aldeia sabe que as notas se evaporam se não as fecharem em sacos ou malas. E por isso é tudo sempre arquivado.

Há valores, há ideais, e existe certamente quem os pratica e incentiva, e certamente muitos. Mas já estou farto dos pobrezinhos que em seu nome só têm ou uma bicicleta ou uma mota quatro e, mendigos como são, apenas bondosos amigos os sustentam no Brasil ou lhes colocam proventos em contas da Suíça ou em "offshores". 
Não me venham para cá com linguagem rebuscada nem com as memórias vivas. Tenham vergonha na cara e vão dar banho ao cão.
António Cabral (AC)

Ps: eu sei que não têm vergonha nenhuma na cara


segunda-feira, 21 de outubro de 2019

XXII Governo Constitucional
De acordo com o que se vê na página da Presidência da República, o futuro governo fica assim constituído (assinalo a vermelho coisas que acho muito curiosas):
Primeiro-Ministro, António Costa
Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro
Secretário de Estado Adjunto do Primeiro Ministro, Tiago Antunes

Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira
Secretário de Estado Adjunto e da Economia, João Neves
Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques
Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres
Secretário de Estado para a Transição Digital, André de Aragão Azevedo

Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva
Secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Ana Paula Zacarias
Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro
Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Ferreira Milheiro Nunes
Secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Jorge Nogueira Leite Brilhante Dias

Ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, André Moz Caldas
Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro
Secretária de Estado para a Integração e as Migrações, Cláudia Pereira

Ministro de Estado e das Finanças, Mário Centeno
Secretário de Estado Adjunto e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix
Secretário de Estado do Orçamento, João Leão
Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes
Secretário de Estado do Tesouro, Álvaro Novo

Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho
Secretário de Estado Adjunto da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches
Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Catarina Sarmento Castro

Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita
Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Antero Luís
Secretária de Estado da Administração Interna, Patrícia Gaspar

Ministra da Justiça, Francisca Van Dunem
Secretário de Estado Adjunto e da Justiça, Mário Belo Morgado
Secretária de Estado da Justiça, Anabela Pedroso

Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão
Secretária de Estado da Inovação e da Modernização Administrativa, Maria de Fátima de Jesus Fonseca
Secretário de Estado da Administração Pública, José Couto
Secretário de Estado da Descentralização e da Administração Local, Jorge Botelho

Ministro do Planeamento, Nelson Souza
Secretário de Estado do Planeamento, José Gomes Mendes

Ministra da Cultura, Graça Fonseca
Secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Carvalho Ferreira
Secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media, Nuno Artur Silva

Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor
Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Sobrinho Teixeira

Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues
Secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa
Secretária de Estado da Educação, Susana Amador
Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo

Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho
Secretário de Estado Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional, Miguel Filipe Pardal Cabrita
Secretário de Estado da Segurança Social, Gabriel Gameiro Rodrigues Bastos
Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes
Secretária de Estado da Ação Social, Rita da Cunha Mendes

Ministra da Saúde, Marta Temido
Secretária de Estado Adjunta da Saúde, Jamila Madeira
Secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales

Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes
Secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Saldanha de Azevedo Galamba
Secretária de Estado do Ambiente, Inês dos Santos Costa
Secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Paulo Marçal Lopes Catarino
Secretário de Estado da Mobilidade, Eduardo Nuno Rodrigues e Pinheiro

Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos
Secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, Alberto Souto de Miranda
Secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado
Secretário de Estado da Habitação, Ana Pinho

Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa
Secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Carlos Soares Miguel
Secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira

Ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque
Secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Nuno Tiago dos Santos Russo

Ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos
Secretário de Estado das Pescas, José Apolinário


(COISAS que ACHO CURIOSAS)
> Para lá da piroseira de que com a subida de categoria (??) do senhor Siza Vieira isso é um grande sinal para a economia e para as empresas, outra piroseira é de que é necessário um governo de combate porque daqui a pouco vamos ter a presidência da UE durante 6 meses.

> O ministério da agricultura já foi também das pescas, agora não é, de nome, mas tem lá as pescas

> A integração de conhecidos juízes, haverá até quem os ache polémicos, mas outros, como eu, que têm arquivos e tomam atenção a certas coisas, percebem perfeitamente o que está agora montado; eles de facto não brincam em serviço.

> eu, pateta como sou, imaginava que a acção social de alguma maneira tinha a ver com pessoas deficientes, mas não pelos vistos, áreas separadas

> agora, um secretário de estado para os recursos humanos no chamado ministério da defesa nacional; ah, e antigos combatentes; pela minha parte, muito mas muito obrigadinho.

AC

domingo, 14 de maio de 2017

COISAS CURIOSAS NESTE PORTUGAL
> o Papa esteve cá, não choveu;  gotículas na noite de 6ª feira;
> pelo que disse o PR, o Papa fez mais do que se imaginaria;
> o Papa terá declinado convite para aproveitar ir a Espanha;
> Portugal ganhou, pela 1ª vez, a Eurovisão;
> O campeonato de futebol ainda não acabou, taça já entregue;
> O Sporting perdeu de novo;
> para não variar, as escolhas para altos cargos são sempre muito elogiadas, agora foi para as secretas;
> muitos laicos e não só,  estiveram bem representados em Fátima; António Costa, como esperariam os que estão atentos a este artista, nunca deixaria o campo só para Marcelo, marcação cerrada.
Claro que hoje, Domingo, foi para descansar de tanta emoção, e de tanto devoto governante.
De maneira que, para escolher havia..........muitos.
 Acabou por  ser esta, para acompanhar um magnífico bacalhau à lavrador, já em terras alentejanas. Foi uma canseira!!!!!!
AC

quinta-feira, 7 de abril de 2016

OS DONOS DISTO TUDO
Anda aí um "sururu" por causa de várias coisas mas, sobretudo, por causa da criatura que é filho daquele que designam como pai de muitos de nós.
João Soares ameaça bofetadas.
Como é costume, criticas chovem de vários lados, até parece que no seio da geringonça haverá estupefação e discórdia.
Mas, as lojas mandam muito. Vamos ver o que acontece.
Li o artigo do ameaçado e, sinceramente, não me pareceu grosseiro, ordinário, refere diversas coisas concretas e a ausência de uma definição de política. Não é o caso, não é verdade?
O mano do messias que está no papel actual de PM, disse há poucos minutos na TV coisas mais que suficientes para demonstrar o que uma pessoa decente faria num caso destes.
O novo messias vai correr com o filho Soares? Pode ser que aconteça, mas não estou certo.
AC

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Agora ainda mais certeza tenho: está mesmo tramado.
Mão amiga fez-me chegar uma listagem enorme (1950?) de elementos da maçonaria portuguesa.
Antes disto, e sobretudo depois do verificado nas duas últimas semanas, eu estava convicto que o juiz Carlos Alexandre e a sua equipa directa e indirecta estavam tramados, designadamente por não praticarem a ética republicana de certa gentinha.
Passei os olhos pela lista supra um pouco a correr, mas ainda assim, pareceu-me que Carlos Alexandre não é lá mencionado. A confirmar-se, ......ah......está mesmo tramado. Ele e os outros.
AC

domingo, 16 de novembro de 2014

Cada vez acho mais piada aos nossos jornalistas de referência
A propósito da demissão do Dr Miguel Macedo, demissão / confirmação a que consegui assistir em directo porque fui chamado à pressa á sala, tenho estado a passar pelas mais variadas notícias e comentários via NET.
E acho por exemplo imensa piada a este tipo de frases - ....."afectou seriamente a credibilidade de uma polícia, de vários serviços do Estado e lançou a confusão nos serviços de informação. E é isso que tem de ser resolvido de uma forma célere".
Acho imensa piada a estes jornalistas. Claro que a situação agora vinda à tona afecta a credibilidade de muita coisa e muita gente. Mas, só agora é que essa credibilidade está afectada?
Tenham vergonha, e vão estudar, estudar as sucessivas alterações aos serviços de informação desde a sua criação, estudem as sucessivas nomeações para esses serviços. Vejam as ligações políticas e outras. Vejam nos sucessivos SIS, SIED, SIEDM, SEF etc a permanência de chefias intermédias e superiores, por exemplo.
E é isso que tem de ser resolvido de uma forma célere. De forma célere? Como assim, corrige-se o que está podre há décadas num abrir e fechar de olhos?
Em Portugal, na sequência do 25 de Abril, criou-se o mito de que, para lá das habituais PSP e GNR, se podia e devia viver sem polícias especializadas, sem instituições de segurança ao mais alto nível do Estado. Depois de um tristemente célebre assassinato salvo erro em 1987 ou 1989, começaram a pensar na segurança de altas individualidades e por aí fora. Mas sempre com jogos de cintura, com compromissos politiqueiros e de lojas, brincando com coisas muito sérias. Que deviam ser muito seriamente encaradas, como no reino Unido por exemplo, se o nosso País não se tivesse transformado numa triste ópera bufa.
O resultado está á vista.
A seguir, deve vir aí com ar de grande estadista o PM indicar que está tudo bem, é só substituir o ministro. Lembrando Agostinho da Silva e perdoem a linguagem menos limpa - e se se deixassem de merdas? E já se vai muito tarde, digo eu.
AC