Grão-mestre do GOL vai convocar todos os órgãos da mais antiga e poderosa obediência maçónica para discutir a melhor forma de responder à decisão do Tribunal da Relação de Lisboa que ameaça acabar com o secretismo do que se passa no interior da maçonaria.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
domingo, 26 de julho de 2026
Grão-mestre do GOL vai convocar todos os órgãos da mais antiga e poderosa obediência maçónica para discutir a melhor forma de responder à decisão do Tribunal da Relação de Lisboa que ameaça acabar com o secretismo do que se passa no interior da maçonaria.
sábado, 30 de novembro de 2024
DELICIOSO
Em declarações à agência Lusa, o médico e gestor Joaquim Arenga disse que esse almoço pretende juntar cidadãos de “diversos setores da sociedade civil e de diferentes orientações ideológicas”.
“Estarão presentes cidadãos que não são maçons. Os promotores desta iniciativa são cidadãos que estão atentos à situação nacional e que entenderam que esta seria uma excelente altura para ouvir a análise de um homem como António José Seguro”, justificou Joaquim Arenga.
Pergunta-me o que acho delicioso?
Haver esse almoço? Não.
A maçonaria a movimentar-se? Não, sempre assim foi.
Querem avaliar para que lado cai a balança? Não.
O que acho delicioso é - estarão presentes cidadãos que não são maçons. Ainda não entraram . . . eh . . . .eh . . .
AC
quarta-feira, 19 de abril de 2023
DOCES
Foi uma casualidade, ao deambular a poucos quilómetros de Alcobaça para descobrir um dos mosteiros destruídos na sequência do "Mata-Frades" (1834), dei com uma pequena loja de produtos biológicos, a cargo do senhor que normalmente está encarregue das visitas, que nessa manhã de Sábado não estavam programadas.
quarta-feira, 4 de agosto de 2021
A PROPÓSITO da MAÇONARIA PORTUGUESA
Do que tenho lido sobre este tema, a maçonaria dita moderna terá surgido em 1717, com a formação da Grande Loja de Londres.
A Portugal, terá chegado nas primeiras décadas do século XVIII. Em 1804 foi criado o Grande Oriente Lusitano. Tanto quanto leio por aí, o liberalismo em Portugal triunfou em boa parte com a participação activa da maçonaria. Há registos e livros que indiciam participação activa da maçonaria na vida política nacional. A maçonaria foi perseguida em determinadas épocas da nossa história, umas vezes mais outras menos, teve altos e baixos. PARA LÁ DOS GRANDES FINS DESCRITOS e DEFENDIDOS, A REALIDADE..... CONDICIONAMENTO E PARTICIPAÇÃO ACTIVA NA VIDA POLÍTICA.
Quanto à participação na vida política nacional há inúmeros exemplos se se olhar ao período após as duas primeiras décadas do século XIX até 1935. Na sequência da lei de 1935, muitos dos bens por exemplo do Grémio Lusitano foram confiscados e ficaram à guarda da então existente Legião Portuguesa. Apesar de com antecedência por exemplo vários arquivos terem sido colocados a salvo, muitos bens e documentos passaram para à guarda da então existente Polícia de Vigilância e Defesa do Estado.
Pondo de lado a tacanhez e falta de jeito com que Rui Rio, por exemplo e para não citar outros "artistas", trata a maioria dos assuntos, a realidade é que a nossa história está prenhe de exemplos de intervenção de maçons na vida política nacional.
A 3ª República, neste aspecto de interferências no poder legislativo E NA OBTENÇÃO DE INFORMAÇÃO PRIVILEGIADA, não tem sido certamente diferente do passado. Maçonaria, Opus Dei, certos serviços do Estado, certas corporações profissionais, etc.
Estarei enganado? Não tem sido esta vertente da sociedade um forte contributo para o estado a que isto chegou?
AC
sexta-feira, 23 de julho de 2021
ASSEMBLEIA da REPÚBLICA
De cada vez que observo o sítio da AR (normalmente 1 vez por semana), de cada vez que pondero os laboriosos trabalhos parlamentares, fico estarrecido com as prioridades de vários senhores deputados.
A este propósito estou a recordar-me de um tal deputado José Cabral de sua graça (espero que não seja ascendente familiar) que em 19 de Janeiro de 1935 apresentou na Assembleia Nacional uma proposta de lei proibindo todos os cidadãos portugueses de fazerem parte de associações secretas, sob pena de sofrerem graves sanções, como por exemplo, penas de prisão ou mesmo o desterro.
Essa proposta mereceu parecer favorável por parte da Câmara Corporativa em 27 de Março desse ano. A proposta foi votada e aprovada por unanimidade em 6 de Abril de 1935. Apareceu assim a lei nº1901 de 21 de Abril de 1935.
Outra prioridade interessante tem a ver com a questão do acesso a casas de banho nas escolas. Certamente um precioso contributo para as futuras gerações, as mais bem formadas de sempre.
A propósito de escolas secundárias e ensino ministrado, quando olho para o que se passa com o ensino, por exemplo, com o que na escola do meu neto mais velho se passa (a acabar o 11º) fico estarrecido. Mas obviamente sou eu que vejo mal o assunto, BE e Tiago Brandão é que estão certos. Como se verifica pelos resultados à vista! Um futuro promissor para este país.
No meio desta palhaçada, a oposição e principalmente o PSD distrai-se com uma proposta de revisão Constitucional reforçando que para tal precisa do PS. Melhor "haraquiri" não conheço.
No meio das distrações, a discutirem o Cabrita e outras criaturinhas deploráveis, o inarrável Costa passa incólume no chamado debate do estado da Nação. O estado é COMATOSO. Desgraçados dos cidadãos comuns como eu.
AC
quinta-feira, 8 de abril de 2021
Observemos então uma certa telenovela a quase roçar a palhaçada que se desenvolve por aí. Temos que nos entreter, não podia ser só ir ao "take away"! até há pouco tempo, ou apenas ler livros, cozinhar, esticar as pernas, ou ler as descaradas tiradas do "padreca", e aproveitar agora o desconfinamento benevolente da dupla Costa e Marcelo. Ah, mas eles ainda vão impor mais um estado de emergência, deve ser para não nos desabituarmos.
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Primeiro-Ministro, António Costa
Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro
Secretário de Estado Adjunto do Primeiro Ministro, Tiago Antunes
Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira
Secretário de Estado Adjunto e da Economia, João Neves
Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques
Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres
Secretário de Estado para a Transição Digital, André de Aragão Azevedo
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva
Secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Ana Paula Zacarias
Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro
Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Ferreira Milheiro Nunes
Secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Jorge Nogueira Leite Brilhante Dias
Ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, André Moz Caldas
Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro
Secretária de Estado para a Integração e as Migrações, Cláudia Pereira
Ministro de Estado e das Finanças, Mário Centeno
Secretário de Estado Adjunto e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix
Secretário de Estado do Orçamento, João Leão
Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes
Secretário de Estado do Tesouro, Álvaro Novo
Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho
Secretário de Estado Adjunto da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches
Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Catarina Sarmento Castro
Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita
Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Antero Luís
Secretária de Estado da Administração Interna, Patrícia Gaspar
Ministra da Justiça, Francisca Van Dunem
Secretário de Estado Adjunto e da Justiça, Mário Belo Morgado
Secretária de Estado da Justiça, Anabela Pedroso
Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão
Secretária de Estado da Inovação e da Modernização Administrativa, Maria de Fátima de Jesus Fonseca
Secretário de Estado da Administração Pública, José Couto
Secretário de Estado da Descentralização e da Administração Local, Jorge Botelho
Ministro do Planeamento, Nelson Souza
Secretário de Estado do Planeamento, José Gomes Mendes
Ministra da Cultura, Graça Fonseca
Secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Carvalho Ferreira
Secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media, Nuno Artur Silva
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor
Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Sobrinho Teixeira
Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues
Secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa
Secretária de Estado da Educação, Susana Amador
Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo
Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho
Secretário de Estado Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional, Miguel Filipe Pardal Cabrita
Secretário de Estado da Segurança Social, Gabriel Gameiro Rodrigues Bastos
Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes
Secretária de Estado da Ação Social, Rita da Cunha Mendes
Ministra da Saúde, Marta Temido
Secretária de Estado Adjunta da Saúde, Jamila Madeira
Secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales
Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes
Secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Saldanha de Azevedo Galamba
Secretária de Estado do Ambiente, Inês dos Santos Costa
Secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Paulo Marçal Lopes Catarino
Secretário de Estado da Mobilidade, Eduardo Nuno Rodrigues e Pinheiro
Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos
Secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, Alberto Souto de Miranda
Secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado
Secretário de Estado da Habitação, Ana Pinho
Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa
Secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Carlos Soares Miguel
Secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira
Ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque
Secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Nuno Tiago dos Santos Russo
Ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos
Secretário de Estado das Pescas, José Apolinário
(COISAS que ACHO CURIOSAS)
> Para lá da piroseira de que com a subida de categoria (??) do senhor Siza Vieira isso é um grande sinal para a economia e para as empresas, outra piroseira é de que é necessário um governo de combate porque daqui a pouco vamos ter a presidência da UE durante 6 meses.
> O ministério da agricultura já foi também das pescas, agora não é, de nome, mas tem lá as pescas
> A integração de conhecidos juízes, haverá até quem os ache polémicos, mas outros, como eu, que têm arquivos e tomam atenção a certas coisas, percebem perfeitamente o que está agora montado; eles de facto não brincam em serviço.
> eu, pateta como sou, imaginava que a acção social de alguma maneira tinha a ver com pessoas deficientes, mas não pelos vistos, áreas separadas
> agora, um secretário de estado para os recursos humanos no chamado ministério da defesa nacional; ah, e antigos combatentes; pela minha parte, muito mas muito obrigadinho.
AC
domingo, 14 de maio de 2017
> o Papa esteve cá, não choveu; gotículas na noite de 6ª feira;
> pelo que disse o PR, o Papa fez mais do que se imaginaria;
> o Papa terá declinado convite para aproveitar ir a Espanha;
> Portugal ganhou, pela 1ª vez, a Eurovisão;
> O campeonato de futebol ainda não acabou, taça já entregue;
> O Sporting perdeu de novo;
> para não variar, as escolhas para altos cargos são sempre muito elogiadas, agora foi para as secretas;
> muitos laicos e não só, estiveram bem representados em Fátima; António Costa, como esperariam os que estão atentos a este artista, nunca deixaria o campo só para Marcelo, marcação cerrada.
Claro que hoje, Domingo, foi para descansar de tanta emoção, e de tanto devoto governante.
De maneira que, para escolher havia..........muitos.
Acabou por ser esta, para acompanhar um magnífico bacalhau à lavrador, já em terras alentejanas. Foi uma canseira!!!!!!
AC
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Anda aí um "sururu" por causa de várias coisas mas, sobretudo, por causa da criatura que é filho daquele que designam como pai de muitos de nós.
João Soares ameaça bofetadas.
Como é costume, criticas chovem de vários lados, até parece que no seio da geringonça haverá estupefação e discórdia.
Mas, as lojas mandam muito. Vamos ver o que acontece.
Li o artigo do ameaçado e, sinceramente, não me pareceu grosseiro, ordinário, refere diversas coisas concretas e a ausência de uma definição de política. Não é o caso, não é verdade?
O mano do messias que está no papel actual de PM, disse há poucos minutos na TV coisas mais que suficientes para demonstrar o que uma pessoa decente faria num caso destes.
O novo messias vai correr com o filho Soares? Pode ser que aconteça, mas não estou certo.
AC
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Mão amiga fez-me chegar uma listagem enorme (1950?) de elementos da maçonaria portuguesa.
Antes disto, e sobretudo depois do verificado nas duas últimas semanas, eu estava convicto que o juiz Carlos Alexandre e a sua equipa directa e indirecta estavam tramados, designadamente por não praticarem a ética republicana de certa gentinha.
Passei os olhos pela lista supra um pouco a correr, mas ainda assim, pareceu-me que Carlos Alexandre não é lá mencionado. A confirmar-se, ......ah......está mesmo tramado. Ele e os outros.
AC
domingo, 16 de novembro de 2014
A propósito da demissão do Dr Miguel Macedo, demissão / confirmação a que consegui assistir em directo porque fui chamado à pressa á sala, tenho estado a passar pelas mais variadas notícias e comentários via NET.
E acho por exemplo imensa piada a este tipo de frases - ....."afectou seriamente a credibilidade de uma polícia, de vários serviços do Estado e lançou a confusão nos serviços de informação. E é isso que tem de ser resolvido de uma forma célere".
Acho imensa piada a estes jornalistas. Claro que a situação agora vinda à tona afecta a credibilidade de muita coisa e muita gente. Mas, só agora é que essa credibilidade está afectada?
Tenham vergonha, e vão estudar, estudar as sucessivas alterações aos serviços de informação desde a sua criação, estudem as sucessivas nomeações para esses serviços. Vejam as ligações políticas e outras. Vejam nos sucessivos SIS, SIED, SIEDM, SEF etc a permanência de chefias intermédias e superiores, por exemplo.
E é isso que tem de ser resolvido de uma forma célere. De forma célere? Como assim, corrige-se o que está podre há décadas num abrir e fechar de olhos?
Em Portugal, na sequência do 25 de Abril, criou-se o mito de que, para lá das habituais PSP e GNR, se podia e devia viver sem polícias especializadas, sem instituições de segurança ao mais alto nível do Estado. Depois de um tristemente célebre assassinato salvo erro em 1987 ou 1989, começaram a pensar na segurança de altas individualidades e por aí fora. Mas sempre com jogos de cintura, com compromissos politiqueiros e de lojas, brincando com coisas muito sérias. Que deviam ser muito seriamente encaradas, como no reino Unido por exemplo, se o nosso País não se tivesse transformado numa triste ópera bufa.
O resultado está á vista.
A seguir, deve vir aí com ar de grande estadista o PM indicar que está tudo bem, é só substituir o ministro. Lembrando Agostinho da Silva e perdoem a linguagem menos limpa - e se se deixassem de merdas? E já se vai muito tarde, digo eu.
AC


