quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

No  MEU  CANTINHO
Neste meu cantinho (um deles), rodeado de livros, de quadros desenhados pelo pai (em 1940), do iMac (o portátil está noutro local /outro cantinho junto de estantes e armários com muitooooosss livros), canetas particularmente as minhas Montblanc, mata-borrão com punho de prata, vários outros adereços de secretária, alguns muito antigos e herdados de antepassados longínquos, etc. penso no que por aí vai.

Apercebi-me que houve um inarrável a recomendar a uns milhares de portugueses gastarem o ordenado do mês passado e assim se aguentarem até chegarem certos apoios! Creio que foi isto!
Esbugalhei os olhos com semelhante alarvidade! Enfim.

Aqui neste cantinho gasto quase uma hora (às vezes uns minutos mais) a escrever ou a pensar escrever no computador.

Aqui leio e medito, outras vezes leio na sala, ou na outra divisão com as estantes e armários onde estão muito mais livros.

Os meus cantinhos, que rivalizam com os cantinhos na casa da aldeia, que rivalizam com as saídas e as caminhadas com e sem fotografia (normalmente com a Nikon por companhia), e a família, particularmente os vários netos (dos universitários aos mais pequenos), são os grandes "vitamínicos" para aturar Guterres, César, Cavaco, Castro Almeida, Lúcia Amaral, Leitão Amaro, André Ventura, Ferro Rodrigues, Augusto trauliteiro, e todo o restante exército de imensas personagens que há décadas infernizam a vida dos cidadãos comuns.
António Cabral (AC)

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