No MEU CANTINHO
Neste meu cantinho (um deles), rodeado de livros, de quadros desenhados pelo pai (em 1940), do iMac (o portátil está noutro local /outro cantinho junto de estantes e armários com muitooooosss livros), canetas particularmente as minhas Montblanc, mata-borrão com punho de prata, vários outros adereços de secretária, alguns muito antigos e herdados de antepassados longínquos, etc. penso no que por aí vai.
Neste meu cantinho (um deles), rodeado de livros, de quadros desenhados pelo pai (em 1940), do iMac (o portátil está noutro local /outro cantinho junto de estantes e armários com muitooooosss livros), canetas particularmente as minhas Montblanc, mata-borrão com punho de prata, vários outros adereços de secretária, alguns muito antigos e herdados de antepassados longínquos, etc. penso no que por aí vai.
Apercebi-me que houve um inarrável a recomendar a uns milhares de portugueses gastarem o ordenado do mês passado e assim se aguentarem até chegarem certos apoios! Creio que foi isto!
Aqui neste cantinho gasto quase uma hora (às vezes uns minutos mais) a escrever ou a pensar escrever no computador.
Aqui leio e medito, outras vezes leio na sala, ou na outra divisão com as estantes e armários onde estão muito mais livros.
Os meus cantinhos, que rivalizam com os cantinhos na casa da aldeia, que rivalizam com as saídas e as caminhadas com e sem fotografia (normalmente com a Nikon por companhia), e a família, particularmente os vários netos (dos universitários aos mais pequenos), são os grandes "vitamínicos" para aturar Guterres, César, Cavaco, Castro Almeida, Lúcia Amaral, Leitão Amaro, André Ventura, Ferro Rodrigues, Augusto trauliteiro, e todo o restante exército de imensas personagens que há décadas infernizam a vida dos cidadãos comuns.
António Cabral (AC)








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