AS CRISES
As crises não caem do céu.
As crises têm responsáveis, directos e indirectos.
Cá dentro. E lá fora. Sempre assim foi.
Crises sociais, crises económicas, crises entre países, crises, crises, crises, crises, crises.
Mas há uns pândegos e umas pêssegas, cá dentro e lá por fora, que se entretêm a apontar para o céu, para o vento, para a chuva, como o hipopótamo - ai a boca do crocodilo, horrenda, tadinho.
Que se entretêm a clamar "no meu quintal NÃO".
Ai o genocídio, (que sempre os houve, há, infelizmente), mas que não é só onde lhe agrada apontar, há por muitos mais locais à superfície da terra, mas como não lhes serve o mantra . . . .
Que convocam arruadas. Mas só se lhes servir o mantra.
Que se revoltam e gritam contra os constrangimentos visíveis, mas quando os constrangimentos passam a invisíveis por "magia" encapotada com consequências mensuráveis, mas que se repercutem desastrosas apenas anos mais tarde, aí ficam calados porque "os mágicos" são os da cor. É o "nós" como refere um turbo administrador/ consultor arrogante.
Não saímos disto, do facciosismo, da seita, da bolha, do "nós".
AC
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