sábado, 7 de março de 2026

AS  CRISES

As crises não caem do céu.

As crises têm responsáveis, directos e indirectos.

Cá dentro. E lá fora. Sempre assim foi.

Crises sociais, crises económicas, crises entre países, crises, crises, crises, crises, crises.

Mas há uns pândegos e umas pêssegas, cá dentro e lá por fora, que se entretêm a apontar para o céu, para o vento, para a chuva, como o hipopótamo - ai a boca do crocodilo, horrenda, tadinho.

Que se entretêm a clamar "no meu quintal NÃO".

Ai o genocídio, (que sempre os houve, há, infelizmente), mas que não é só onde lhe agrada apontar, há por muitos mais locais à superfície da terra, mas como não lhes serve o mantra . . . . 

Que convocam arruadas. Mas só se lhes servir o mantra.

Que se revoltam e gritam contra os constrangimentos visíveis, mas quando os constrangimentos passam a invisíveis por "magia" encapotada com consequências mensuráveis, mas que se repercutem desastrosas apenas anos mais tarde, aí ficam calados porque "os mágicos" são os da cor. É o "nós" como refere um turbo administrador/ consultor arrogante.

Não saímos disto, do facciosismo, da seita, da bolha, do "nós".

AC

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