António José Seguro - Aconteceu a tragédia a partir de 28 de Janeiro p.p. Seguro praticante deixou de fazer a campanha clássica, começou a aparecer pouco, aqui e ali, sem convocação esmagadora da comunicação social, mas obviamente a comunicação social sabia, estava avisada e, provavelmente, solicitada para que que fossem poucos. Além disso, Seguro passou a andar quase sem "Entourage".
Fez muito bem, na minha opinião.
Luís Montenegro - Penso que não imaginou a dimensão da tragédia. Não sei se minimizou as coisas ou não. Ele, conselheiros, assessores, ministros e secretários de Estado.
A sensação que tenho é que se demorou na reação.
Depois, Montenegro apareceu em dois ou três locais, apercebeu-se da dimensão da tragédia, presumo que pelo menos ele sobrevoou muitas das zonas alagadas, sobrevoou Leiria, Montemor-o-Velho, Alcácer do Sal, etc.
Pelo que me apercebi, Montenegro fez nas últimas horas pelo menos uma visita surpresa isto é, sem convocar imensa comunicação social, deve ter avisado em cima da hora.
André Ventura - Comparativamente, ainda aumentou mais os números. Não vale a pena perder tempo.
Marcelo Rebelo de Sousa - com aquele seu ar compungido que não duvido seja verdadeiro e sentido, tem andado por zonas da destruição. Ao princípio dando facadas no governo, nas últimas parece que manifestando satisfação por medidas anunciadas pelo governo.
EU - sou apenas um comum e simples concidadão reformadíssimo.
Na minha qualidade de avô já não tenho grandes possibilidades para aventuras de solidariedade para ir para zonas atingidas tentar ajudar, pois a idade já recomenda cuidados com o frio as chuvadas etc.
É a realidade da vida, respeitar as condições de vida, ter atenção às minhas possibilidades físicas.
Em espírito sofro com o que vejo pelas TV. No espírito estou um bom bocado macerado.
Olho para o que acontece e olho para estas 4 pessoas acima.
Em regra quase não vejo TV.
Infelizmente a mãe natureza levou-me a ver alguma TV desde 28 de Janeiro, a gastar tempo relevante a ouvir e ver trágicas notícias.
E a ouvir barbaridades e vacuidades, e a assistir ao desespero e angústias de concidadãos. Corta fortemente o coração.
Admitindo como sempre que posso estar a ver tudo mal, que posso estar a ser injusto, considero que Seguro, legitimamente, continuou a fazer campanha, mas alterou o formato, fazendo rodear-se de quase zero "Entourage", e pouca comunicação social.
Do meu ponto de visto, decentemente, e considero que fez bem, e não tem andado pelos sítios mais devastados, pois terá tempo para isso como Presidente da República.
André Ventura, como digo acima, prosseguiu na mesma senda. Passo à frente.
Luís Montenegro, legitimamente, como PM, andou nas últimas horas a visitar um ou outro local, sem aparato de séquito, o que fez bem. Nestas coisas, em Portugal como em qualquer outro país no chamado mundo Ocidental, o poder aparece sempre, passeia muito, é a política do século XX em diante. Nuns casos há exageros, em outros não tanto. Cá e lá fora.
Isto dito, para a esquerda caviar dos salões e dos corredores do poder, o que refiro sobre a alteração que Seguro promoveu e bem após 28 de Janeiro é louvável e nenhum jornalista andou atrás dele.
Estas chamadas visitas surpresa de Luís Montenegro porque foi referida por alguma comunicação social isso já leva uma canelada com comentários do tipo - jornalismo amigo ou feliz.
Claro que em tudo isto não há sectarismo algum, NÉ ?
AC
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