FUTEBOLÊS
Respeito, SEMPRE, as opiniões de outrem.
Concordo com muitas, discordo de muitas. Respeito.
Vem isto a propósito de futebol que, como aqui no passado por mais de uma vez confessei, não ligo quase nada.
Os meus dois netos mais velhos (Sportinguistas) e designadamente o mais velho basicamente já licenciado nem direito, teria há volta de 10/ 11 anos quando me perguntou um dia - avô, de que clube é ? - e eu respondi com naturalidade e verdade - não sou de nenhum, às vezes vejo alguns jogos internacionais na TV e vejo a maior parte dos jogos da selecção, nada mais - já percebi, o avô é do Porto!
E lá repisei que não sou de nenhum.
E estou a falar disto devido à noite desta passada 6ª Feira.
Coisa que não fazia há mais de um ano, fui comer uma coisa rápida e beber um bom copo de vinho tinto ao Alcach, em Alcochete.
Cheguei lá e estava a dar na TV desportiva ainda o jogo de futebol do Porto com o Arouca salvo erro.
E assisti á marcação do penalti em cima do final do tempo regulamentar e que ajudou a dar a vitória ao Porto.
E ouvi alguns comensais - tás a ver, é o costume, sempre a favorecerem os gajos.
Eu nada percebo de futebol e nem estou interessado. Ainda assim, ignorante que sou, pareceu-se não haver falta para pénalti.
Depois vi a primeira parte do Sporting com o Estoril, salvo erro.
Isto dito, e depois do que ontem observei, acção de árbitros, entradas violentíssimas, um futebol manhoso . . . . mais satisfeito fiquei com a minha posição sobre este jogo de bola praticado na Tugolândia.
E respeitando, SEMPRE, a opinião de outrem, a minha é de que nada define melhor o terceiro-mundismo de um país do que a sobrevalorização do futebol (ainda por cima como acontece por cá e com os ingredientes de cá) no contexto geral dos acontecimentos e problemas do país.
AC
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