A força de trabalho perde robustez, organização e influência. A independência do capital é diminuta.
O Estado não tem sabido traçar o seu caminho na economia: asfixia os privados e cria obstáculos ao estrangeiro, mas, em última análise, não ajuda, não apoia, nem incentiva.
A fragilidade e a vulnerabilidade do Estado português perante os interesses internacionais é por demasiado evidente. . . . .
(António Barreto)
Como é evidente, António Barreto está totó, não só não conhece o país como não escutou o maravilhoso discurso de Marcelo na AG da ONU.
António Barreto, vá ler o discurso, o que lá está é que é Portugal!
Marcelo é que sabe!
Tenham um bom dia.
Saúde e boa sorte
António Cabral (AC)
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