Mostrar mensagens com a etiqueta avieiros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta avieiros. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

AVIEIROS

Pescadores do rio Lis, no distrito de Leiria, que no Inverno vinham pescar no Tejo.

AC

Ps: hoje em dia no Tejo temos é "ameijoeiros", do Leste, da Ásia e do Brasil.

quinta-feira, 27 de outubro de 2022

AVIEIROS

Pescadores do rio Lis, no distrito de Leiria, que no Inverno vinham  pescar para o rio Tejo.

AC

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

AVIEIROS.  CULTURA  AVIEIRA
Basicamente mortos. Lembram-se de Redol?

Escaropim, Patacão, são dois dos exemplos vários onde, outrora, viveram gentes com uma força interior indomável, os avieiros. Hoje, pouco resta da cultura avieira. Basta ir procurar, de carro e depois a pé, máquina fotográfica em punho, caminhando, depara-se com quase tudo destruído ou em ruínas dos vários antigos lugares dessas gentes. Uma degradação inconsolável. Naturalmente, a marcha avassaladora do tempo, a alteração de condições de vida, esmagam muita coisa, no nosso país, lá fora também.

Como em tempos fiz, Nikon na mão, basta gastar horas de carro e uns bocados a pé para tentar descobrir as ruínas da coisa. Basta ir da Golegã a Lisboa para tentar descobrir essas ruínas (nomes entre parêntesis), tendo pelo meio Alpiarça (Azinhaga, Patacão, Barreira da Bica/ Vale de Figueira), Almeirim (Faias/ Benfica do Ribatejo), Santarém (Caneiras), Cartaxo (Palhota/ Valada), Salvaterra de Magos (Escaroupim), Azambuja (Lezirão), Lisboa.
Mas, ainda que alguma coisa venha sendo feita em certas áreas, este é um dos muitos exemplos do nosso passado que se está a perder, deixado destruir, apesar de uns pequenos e louváveis esforços. Faz pena. A estas coisas, os lobyzinhos disto e daquilo, mais esganiçadas de toda a ordem, e a que se juntam atrizes de baixa comédia, estão-se borrifando. Esta gentalha cheia de amigalhaços nos OCS e por essa via parecendo muito mais do que são na sociedade, entretêm-se em circuito fechado com as suas agendas fracturantes. É como estamos, nisto e em quase tudo.

AC 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

 CULTURA  AVIEIRA

Escaropim, Patacão, são dois dos exemplos vários onde, outrora, viveram gentes com uma força interior indomável, os avieiros. Hoje, pouco resta da cultura avieira. Basta ir procurar, de carro e depois a pé, máquina fotográfica em punho, caminhando, depara-se com quase tudo destruído ou em ruínas dos vários antigos lugares dessas gentes. Uma degradação inconsolável. Naturalmente, a marcha avassaladora do tempo, a alteração de condições de vida, esmagam muita coisa, no nosso país, lá fora também.

Mas, ainda que alguma coisa venha sendo feita em certas áreas, este é um dos muitos exemplos do nosso passado que se está a perder, deixado destruir, apesar de alguns louváveis esforços. Faz pena.

AC