Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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sexta-feira, 3 de abril de 2026
sexta-feira, 8 de novembro de 2024
CULTURA
NOITE CULTURAL.
NOITE CULTURAL.
Hoje, às 2130h, a Banda da Armada no Forum Cultural de Alcochete.
O primeiro dia do evento cultural/ musical de três dias que anualmente é promovido em Alcochete e que, nos últimos anos, teve um grande incremento muito devido ao entusiasmo e dedicação de António Menino, um notável ex-músico da Banda da Armada.
O folheto do espectáculo tem na capa um desenho pequenino e na contracapa um maior, recordando o saudoso António Menino.
António Cabral
sexta-feira, 24 de maio de 2024
A Propósito de Colectividades . . . .
Há dias entrei numa colectividade onde, curiosamente, nunca tinha entrado apesar de viver na cidade há já mais de 50 anos.
Há dias entrei numa colectividade onde, curiosamente, nunca tinha entrado apesar de viver na cidade há já mais de 50 anos.
Entrei na Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro.
Foi um final de dia bem agradável como há dias dei aqui nota concreta sobre o evento cultural aí havido.
Num intervalo, e ao percorrer com os olhos as várias vitrines cheias de troféus e as diversas lápides afixados nas paredes dei com duas ou três para mim muito interessantes.
Deixo a fotografia de uma delas, reportando um evento de 1969.
domingo, 29 de outubro de 2023
CULTURA
Um pouco por todo o país, houve/ há associativismo, colectividades, agremiações, imensa gente que sobretudo nas aldeias e vilas ao longo dos tempos de juntaram, com intuitos de cultura, recreio, lazer, divulgação do seu nome e origens.
De entre essas instituições de raiz mais popular sobressaem colectividades várias particularmente as que têm bandas filarmónicas, algumas com bastante renome.
Em Alcochete, uma vila muito típica e simpática, existe desde 1898 a "Sociedade Imparcial 15 de Janeiro".
Esta colectividade de cultura e recreio, promove designadamente o ensino da música, tem uma banda filarmónica, e tem contribuído ao longo dos anos para a projeção do concelho de Alcochete e divulgação do seu bom nome.
Esta banda filarmónica tem tido inúmeros sucessos em competições diversas, nacionais e internacionais, de que saliento o 1º lugar no concurso de bandas civis em tempos organizado pela EDP, troféus diversos para melhor banda taurina, uma medalha de prata da Federação das Colectividades de Cultura e Recreio, e diversos prémios em concursos em Espanha e Itália.
Uma curiosidade interessante, esta banda filarmónica tem desde 1998 a direcção do maestro António Francisco Rei Menino que, durante 34 anos foi um importante elemento da excelente Banda da Armada.
Tenham um bom Domingo, saúde.
António Cabral (AC)
sábado, 29 de outubro de 2022
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
CONCERTO FANTÁSTICO
Por ter tido o privilégio de ser convidado, assisti ao concerto da Banda da Armada no teatro municipal de São Luiz, comemorativo do 50º aniversário da Academia de Marinha.
Ao longo dos anos assisti a muitos concertos da Banda da Armada e, salvo melhor opinião, atingiu um nível excelente.
Está tal qual o vinho do Porto.
O "menu" da noite de 22 de Outubro tinha peças fantásticas, como por exemplo, trechos de, "Gladiator" de Hans Zimmer, "Tramonto para Cello e Banda" de Serrano Alarcon, "Danças Guerreiras "Príncipe Igor" de Borodin, "Pomp & Circunstance March nº1" de Edward Elgar, árias várias com o solista e barítono Rui de Luna, ou o extraordinário "Concerto para piano nº2" de Dmitry Shostakovich.
AC
Ps. Para quem o desconheça, a Academia de Marinha tem uma página oficial na NET, e onde podem ler, que é um órgão cultural da Marinha com autonomia científica que tem por missão promover e desenvolver os estudos e divulgar os conhecimentos relacionados com a história, as letras, as artes e as ciências e tudo o mais que diga respeito ao mar e às actividades marítimas.
A Academia de Marinha foi criada em 1978, sendo a herdeira natural do Grupo de Estudos de História Marítima (GEHM), fundado em 1969 por portaria do Ministro da Marinha, almirante Pereira Crespo, e cujos membros fundadores foram os almirantes Ramos Pereira e Sarmento Rodrigues, os comandantes Marques Esparteiro, Teixeira da Mota e Humberto Leitão, e os historiadores Virgínia Rau, Luís de Albuquerque, Alberto Iria, Armando Cortesão e Lixa Filgueiras – dez personalidades cujas vidas se cruzam a partir da história dos Descobrimentos, da colonização portuguesa e da construção naval, e que elegeram o almirante Sarmento Rodrigues como Presidente.
Em 1970 foi extinto o GEHM e criado o Centro de Estudos de Marinha, com duas secções que mais tarde passaram a classes: a de História Marítima, com os já mencionados membros fundadores, e uma nova secção de Artes, Letras e Ciências, com doze personalidades – os comandantes Serra Brandão, Silva Gameiro, Martins de Magalhães, Soeiro de Brito, Esteves Cardoso e Rodrigues dos Santos, da Armada, os capitães Madrugo Bárcia e Sousa Júnior, da Marinha Mercante, o dr. Herculano Zacarias Vilela, o eng. José Gago da Câmara Medeiros, o pintor Alberto Cutileiro e o jornalista Maurício de Oliveira.
Em 1978, por despacho de 27 de Dezembro do Chefe de Estado-Maior da Armada, almirante António de Sousa Leitão, o Centro de Estudos de Marinha passou a ser designado por Academia de Marinha.
A AM tem por divisa "Por mares nunca de outro lenho arados" – um verso de “Os Lusíadas”.
Por ter tido o privilégio de ser convidado, assisti ao concerto da Banda da Armada no teatro municipal de São Luiz, comemorativo do 50º aniversário da Academia de Marinha.
Ao longo dos anos assisti a muitos concertos da Banda da Armada e, salvo melhor opinião, atingiu um nível excelente.
Está tal qual o vinho do Porto.
O "menu" da noite de 22 de Outubro tinha peças fantásticas, como por exemplo, trechos de, "Gladiator" de Hans Zimmer, "Tramonto para Cello e Banda" de Serrano Alarcon, "Danças Guerreiras "Príncipe Igor" de Borodin, "Pomp & Circunstance March nº1" de Edward Elgar, árias várias com o solista e barítono Rui de Luna, ou o extraordinário "Concerto para piano nº2" de Dmitry Shostakovich.
AC
Ps. Para quem o desconheça, a Academia de Marinha tem uma página oficial na NET, e onde podem ler, que é um órgão cultural da Marinha com autonomia científica que tem por missão promover e desenvolver os estudos e divulgar os conhecimentos relacionados com a história, as letras, as artes e as ciências e tudo o mais que diga respeito ao mar e às actividades marítimas.
A Academia de Marinha foi criada em 1978, sendo a herdeira natural do Grupo de Estudos de História Marítima (GEHM), fundado em 1969 por portaria do Ministro da Marinha, almirante Pereira Crespo, e cujos membros fundadores foram os almirantes Ramos Pereira e Sarmento Rodrigues, os comandantes Marques Esparteiro, Teixeira da Mota e Humberto Leitão, e os historiadores Virgínia Rau, Luís de Albuquerque, Alberto Iria, Armando Cortesão e Lixa Filgueiras – dez personalidades cujas vidas se cruzam a partir da história dos Descobrimentos, da colonização portuguesa e da construção naval, e que elegeram o almirante Sarmento Rodrigues como Presidente.
Em 1970 foi extinto o GEHM e criado o Centro de Estudos de Marinha, com duas secções que mais tarde passaram a classes: a de História Marítima, com os já mencionados membros fundadores, e uma nova secção de Artes, Letras e Ciências, com doze personalidades – os comandantes Serra Brandão, Silva Gameiro, Martins de Magalhães, Soeiro de Brito, Esteves Cardoso e Rodrigues dos Santos, da Armada, os capitães Madrugo Bárcia e Sousa Júnior, da Marinha Mercante, o dr. Herculano Zacarias Vilela, o eng. José Gago da Câmara Medeiros, o pintor Alberto Cutileiro e o jornalista Maurício de Oliveira.
Em 1978, por despacho de 27 de Dezembro do Chefe de Estado-Maior da Armada, almirante António de Sousa Leitão, o Centro de Estudos de Marinha passou a ser designado por Academia de Marinha.
A AM tem por divisa "Por mares nunca de outro lenho arados" – um verso de “Os Lusíadas”.
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