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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

PESSOAS e ANIMAIS
Sempre gostei muito de cães.
Sempre digo que o meu primeiro neto tinha 4 patitas, veio logo a seguir o primeiro de 2 perninhas, o Manuel Maria.
Mas nunca confundi posições, prioridades.
Cá em casa continuamos, teimosamente, a não confundir chávena de chá com penico.
Vem isto a propósito dos animais de estimação, designadamente cães.
Já se anuncia por aí haver cobertura nacional nos melhores centros veterinários, e com um alargado leque de serviços incluindo também cirurgias! É obra, e aqui, os enfermeiros não farão greve?
Vejo também anunciado que está cada vez mais simples e económico aceder a, consultas, vacinas, exames, assistência veterinária ao domicílio, alimentação, medicamentos, serviços de bem-estar, centros de treino, hotéis, e tudo o que o animal de companhia necessitar.
É obra, sem dúvida.
Tudo ao alcance de um qualquer tio Ricardo, ou Silva, ou Sócrates.
Entretanto, parece que o PAN continua confuso com isto.
AC

domingo, 31 de janeiro de 2016

A Propósito do PAN, de animais de estimação, e dos animais que desprezam os bichos
Nada tenho contra os animais de estimação.
Aliás, o meu primeiro "neto" foi o Brutus, tinha 4 patas, nasceu a 5 de Dezembro de 2000, era um animal imponente, lindo.
Faleceu, infelizmente, poucos dias depois de completar 9 anos de idade, durante a operação que, desejavelmente, extirparia um tumor. Foi um trauma terrível para a minha filha, genro e os dois netos.
O meu primeiro verdadeiro neto veio depois do Brutinhos, como lhe chamávamos, fez anos há poucos dias.
Na fotografia observa-se um homem dedicadamente a dar comida a vários gatos. Esse homem, tinha um cão, que faleceu. Este homem limpa periodicamente as vasilhas onde deixa a comida e água para os inúmeros gatos sem dono que pela aldeia vagueiam.
Mas há quem se dedique à qualidade das alpistas, ou ás trelas mais apropriadas para cães, e outros temas certamente muito importantes.
Mas que eu repare, eu sei que sou distraído, o PAN e pessoas muito defensoras dos animais, não BERRAM como deviam contra a porcaria dos cães nos passeios, mas sobretudo contra os donos e donas que mandam para a rua os animais fazer as necessidades, ou aqueles que trazem pomposamente amarrados à trelas sacos de plástico mas, como já vi em jardins aqui à minha volta, assobiam para o lado e piram-se deixando o presente do animal no chão e na relva perto da entrada do parque infantil.
Claro que já quase ia havendo batatada, por mais de uma vez. E perceberam que não iam ganhar. Não explico porquê.
Mas a isto, o PAN diz...o quê?
AC