Mostrar mensagens com a etiqueta respeito pelo próximo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta respeito pelo próximo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 9 de junho de 2021

EDUCAÇÃO…… e…. a…… FALTA  DELA ?
A educação de cada cidadão ou é injectada desde novinho em casa no seio da família ou nada feito. A escola, a universidade, complementarão parcialmente, mas cada vez mais convicto estou de que muita gente deste Portugal contemporâneo entende que é a escola que deve educar. É a minha opinião. Os resultados não estão cada vez mais à vista?

A falta de educação é visível constantemente. Por todo o lado, no dia a dia, e nas instituições. Civismo, educação, respeito pelo próximo?

Com a capa da tradição parlamentar a má criação e a ordinarice é frequentemente visível nos trabalhos na Assembleia da República. Com a capa da política agressiva é frequente observar-se a falta de educação de muitas "prima donas" há décadas sentados à mesa do orçamento, ainda que alguns tenham a desfaçatez de, em entrevista, referirem que trabalharam bastante naquilo em que se licenciaram, quando algumas vezes se vem a saber que isso é mentira. Estagiar um bocadinho com amigos e correligionários do papá é coisa bem diferente.

A falta de educação é visível no nosso dia a dia. 
Exemplos em barda, deixo apenas dois:
> atravessar as ruas distante das passadeiras e ainda por cima ter a aleivosia de se mostrar agressivo para quem não contemporiza com isso; 
> um alarve agora a contas com a justiça por viver ao que parece à conta de subornos, ao sair da Versailles em Lisboa deu-me um encontrão forte que admito não fosse propositado, mas não pediu desculpa como devia fazer uma pessoa educada, e parou e ficou a olhar  porque ouviu alto e bom som - quem não pede desculpa é um alarve - mas percebeu que era melhor ir-se embora.

A falta de educação cumulativa com o execrável exercício de poder funcional é outro campo enorme na nossa vida comunitária contemporânea.
Ou é uma delegação de saúde que não responde a legítimas perguntas do cidadão comum, ou um chefe de gabinete, até homens da mesma posição que não agradecem congratulações, ou certos balcões bancários que não atendem NUNCA o telefone, ou certos departamentos dentro do monstruoso ministério de saúde que se comportam sempre como mudos.

Se olharmos a autarquias é um manancial, dou só um exemplo de incúria: três anos já passados e nada resolve sobre um caso concreto comprovado com fotografias.
Se olharmos ao social, temos o caso dos convites a que convidados do alto da sua pesporrente postura nunca respondem, sejam convites para casamento, ou de outro teor. Então se forem figuras públicas.............. é um fartar vilanagem.

Outro exemplo é o dos contactos com jornais. É por demais evidente que existem avençados crónicos, que todos conhecemos da vida pública, tipo António Barreto, José Pacheco Pereira, Rui Tavares, Miguel Sousa Tavares, Pedro Adão e Silva etc., etc.

Depois existem umas quantas pessoas que conseguem ter audiência periódica, fácil, de que alguns dos últimos exemplos são os militares que têm apresentado argumentos contra uma dita reforma Cravinho, ou os da mesma profissão que quase os insultam. Mas ao cidadão comum, como eu, já a coisa fia mais fino. O meu ponto é outra vez a questão da educação e neste caso concreto a falta dela. E acaba por haver nítida censura. A censura já chega ao ponto de se misturar com falta de educação.

As pessoas civilizadas e educadas, relativamente a quem lhes submete alguma coisa para apreciação, têm o dever de responder que, na sua legítima ponderação, uma dada sugestão ou um determinado texto são passíveis de serem considerados de, fraco, mesmo mau, ou aceitável e interessante para publicação.
É tudo uma questão de educação. Mas se a coisa não lhes agrada à cor……..censurazita.

Como questão de educação é classificar de insulto uma opinião em vez de a contrariar pela argumentação, pela retórica, pelo contraditório. Mas, de facto, a vida pública em particular anda cheia de gente muito bem formada, como se vê.
António Cabral

terça-feira, 21 de abril de 2020

DEPOIS SE VERÁ QUEM TEM RAZÃO
Do comentador do reino ao irritante ou ao desbocado, as altas figuras (!?!?!?!) insistem em realçar o civismo do povo.
Elogios a rodos, longe, muito longe da realidade, ilustrada continuamente pelas pessoas em frente ao restaurante onde de vez em quando vou buscar refeições "take away", dado que lá dentro não me posso sentar como antigamente.
Realidade ilustrada nas barreiras das forças de segurança.
Realidade ilustrada nos ridículos ás voltas ao parque da cidade com luvas de borracha, de viseira e máscara mas,........com o nariz de fora.
Realidade ilustrada nas filas para a farmácia como aqui em tempos já descrevi.
E os exemplos são inúmeros.
Como ao longo do tempo fui escrevendo aqui, como ao longo de anos fui barafustando quando na vida activa, tenho as maiores reservas quanto ao civismo dos portugueses.

Evidentemente que existem e felizmente muitíssimas excepções, mas existem centenas / milhares de tugas que, se no final de Maio forem relaxadas as restrições, rapidamente contribuirão para um retrocesso na pandemia.
Oxalá eu esteja completamente enganado. 
Mas fica aqui registado o que penso. Veremos se me enganei.
E não estou a trazer à colação as cenas do papel higiénico e outras constatadas há semanas.
Autocontrolo individual?
Civismo?
Sentido de responsabilidade?
Respeito pelo próximo?
Quando abordo esta questão lembro-me logo do importante que debita ciência económica e financeira e que periodicamente sai do seu escritório e vai em frente almoçar ao restaurante do El Corte Inglês e, para meu e azar dele, por três vezes no passado me apareceu à frente, no carro, em sentido contrário ao que devia estar e as setas claramente indicam. E eu não lhe facilito a vida, teve sempre que recuar.
Vamos aguardar. 
As altas figuras (?!?!?!?!) estão teoricamente muito confiantes mas, como quase sempre, o que dizem não corresponde ao que pensam.
AC

domingo, 31 de janeiro de 2016

A Propósito do PAN, de animais de estimação, e dos animais que desprezam os bichos
Nada tenho contra os animais de estimação.
Aliás, o meu primeiro "neto" foi o Brutus, tinha 4 patas, nasceu a 5 de Dezembro de 2000, era um animal imponente, lindo.
Faleceu, infelizmente, poucos dias depois de completar 9 anos de idade, durante a operação que, desejavelmente, extirparia um tumor. Foi um trauma terrível para a minha filha, genro e os dois netos.
O meu primeiro verdadeiro neto veio depois do Brutinhos, como lhe chamávamos, fez anos há poucos dias.
Na fotografia observa-se um homem dedicadamente a dar comida a vários gatos. Esse homem, tinha um cão, que faleceu. Este homem limpa periodicamente as vasilhas onde deixa a comida e água para os inúmeros gatos sem dono que pela aldeia vagueiam.
Mas há quem se dedique à qualidade das alpistas, ou ás trelas mais apropriadas para cães, e outros temas certamente muito importantes.
Mas que eu repare, eu sei que sou distraído, o PAN e pessoas muito defensoras dos animais, não BERRAM como deviam contra a porcaria dos cães nos passeios, mas sobretudo contra os donos e donas que mandam para a rua os animais fazer as necessidades, ou aqueles que trazem pomposamente amarrados à trelas sacos de plástico mas, como já vi em jardins aqui à minha volta, assobiam para o lado e piram-se deixando o presente do animal no chão e na relva perto da entrada do parque infantil.
Claro que já quase ia havendo batatada, por mais de uma vez. E perceberam que não iam ganhar. Não explico porquê.
Mas a isto, o PAN diz...o quê?
AC

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Nas pequenas coisas se vê a educação de muitos e o respeito que dedicam aos outros cidadãos
Nas pequenas coisas se detecta muitas vezes, a boa educação, o respeito pelos outros e pela propriedade alheia, e a quantidade de energúmenos que abunda na sociedade.
1º Exemplo - em frente aos prédios não é normal estarem marcados lugares de estacionamento com referência explícita ao número de porta. Ainda assim, parece-me razoável e fácil de entender, que esses estacionamentos se destinam a quem vive no prédio, e a quem for visitar algum condómino. Pois existem uns parvalhões que não só não se contentam em lá estacionar um carro, mas colocam os três da família. Vá lá perceber-se porquê. O pior é que já não é a primeira vez que quase bloqueia a entrada da garagem do prédio. Já houve quem lhe explicasse, com calma e educadamente, a falta de razoabilidade da coisa. Pois com o seu ar de cretino importante com carro com jantes pintadas e outro com "aillerons", gel no cabelo, patilhas fitinhas até meio da cara, até já respondeu - chame a polícia. Teve azar com o condómino a quem assim retorquiu.

2º Exemplo - no mesmo tema, carros, os energúmenos que não respeitam as sinalizações de ordenamento de trânsito nos parqueamentos de grandes superfícies. Já não é a primeira vez que se apanha com um parvalhão a rolar contra nós e, depois, fica muito alterado porque eu não me desvio, não recuo, fico a aguardar que a "excelência" perceba que tem de recuar, e que não vale a pena vir ter comigo ao carro. Assustou-se.

3º Exemplo - esta cena é comum, já estou farto de apanhar disto, desde "madame" na pastelaria do Corte Inglês, a criaturas de género variado na minha pastelaria habitual. Aquela cena de estarem casais à frente, colocam-se ao meu lado, e depois quase junto ao balcão com aquele sorriso meio tolo meio parvalhão retinto - é o senhor que está á frente?. Ficam sempre com a mesma resposta, sisuda - SIM!!!!
E enquanto espero que me entreguem o que pedi, não sem antes dizer bom dia, quero se faz favor, um café e .... ouço os empertigados - quero um abatanado e um pastel de nata! LINDO.
AC