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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

2ª FEIRA,  SUPERMERCADO, e os  CRETINOS

Supermercado, carro cheio, ida para a linha dos prioritários, linha verde, ao lado da primeira linha vermelha dos menos de 65 anos.

Cheguei à linha verde uns segundos depois do homem (energúmeno como se veio a verificar), e ao ouvir "caixa 10" avancei, e logo se ouviu o energúmeno "eu estou à sua frente", só lhe respondi "se não sabe ler e não conhece as regras vá informar-se".

E são as "paletes" deste tipo de gente que não contribuem nada para modificar a sociedade.

Um parvalhão, mas o meu olhar fulminante e o tom de voz devem ter servido para a posterior contenção do energúmeno.

AC

 

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Até onde pode chegar a imbecilidade e a má educação?
Cada vez mais perplexo com as atitudes de muitos dos meus concidadãos. Embora quase nada me espante.
Exemplos em catadupa.
Mas vou pegar na questão das célebres caixas de comentários designadamente em blogues.
Num blogue que sigo com atenção, embora discorde da maioria das coisas que por lá escreve o educado e civilizado dono do blogue, hoje dei de caras com um comentário execrável.
O tema era um evento em Paris.
Pois o comentador, que bem merece o título de energúmeno, em sete linhas só falou da situação no Brasil.
O que tem a ver com o post? ZERO.
Naturalmente, uma aberração apresentada por um anónimo. Pois.
Energúmeno é pouco.
AC 

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Nas pequenas coisas se vê a educação de muitos e o respeito que dedicam aos outros cidadãos
Nas pequenas coisas se detecta muitas vezes, a boa educação, o respeito pelos outros e pela propriedade alheia, e a quantidade de energúmenos que abunda na sociedade.
1º Exemplo - em frente aos prédios não é normal estarem marcados lugares de estacionamento com referência explícita ao número de porta. Ainda assim, parece-me razoável e fácil de entender, que esses estacionamentos se destinam a quem vive no prédio, e a quem for visitar algum condómino. Pois existem uns parvalhões que não só não se contentam em lá estacionar um carro, mas colocam os três da família. Vá lá perceber-se porquê. O pior é que já não é a primeira vez que quase bloqueia a entrada da garagem do prédio. Já houve quem lhe explicasse, com calma e educadamente, a falta de razoabilidade da coisa. Pois com o seu ar de cretino importante com carro com jantes pintadas e outro com "aillerons", gel no cabelo, patilhas fitinhas até meio da cara, até já respondeu - chame a polícia. Teve azar com o condómino a quem assim retorquiu.

2º Exemplo - no mesmo tema, carros, os energúmenos que não respeitam as sinalizações de ordenamento de trânsito nos parqueamentos de grandes superfícies. Já não é a primeira vez que se apanha com um parvalhão a rolar contra nós e, depois, fica muito alterado porque eu não me desvio, não recuo, fico a aguardar que a "excelência" perceba que tem de recuar, e que não vale a pena vir ter comigo ao carro. Assustou-se.

3º Exemplo - esta cena é comum, já estou farto de apanhar disto, desde "madame" na pastelaria do Corte Inglês, a criaturas de género variado na minha pastelaria habitual. Aquela cena de estarem casais à frente, colocam-se ao meu lado, e depois quase junto ao balcão com aquele sorriso meio tolo meio parvalhão retinto - é o senhor que está á frente?. Ficam sempre com a mesma resposta, sisuda - SIM!!!!
E enquanto espero que me entreguem o que pedi, não sem antes dizer bom dia, quero se faz favor, um café e .... ouço os empertigados - quero um abatanado e um pastel de nata! LINDO.
AC