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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

O que é isto? . . . perguntarão os meus amigos e leitores.

É uma descrição do que esta manhã aconteceu e sobre o que ia acontecendo.

Vou explicar

Eu vinha de baixo (na folha), na faixa da direita, e como pretendia ir em frente depois da rotunda fiz sinal e encostei à esquerda para depois entrar na rotunda por fora.

O meu carro é representado pelos rectângulos em azul.

Quando circulo na posição 3 dentro da rotunda o imbecil da trotinete estava (ponto vermelho) na posição 3 

Na posição 4 comecei a fazer sinal para a direita, estando o imbecil quase a chegar à rotunda e eu bem dentro dela e a preparar-me para entrar na rua em frente.

Quando estou quase a entrar na rua (posição 5) o imbecil que vinha ligeiramente atrás e sempre muito perto do lancil do passeio acelera e preparava-se para me ultrapassar, entre o meu carro e o lancil.

É isto que procuro retratar com as posições 6.

Não sei como a besta não se estatelou. Eu carreguei forte no acelerador para sair da situação do imbecil poder ficar quase ensanduichado entre o carro e passeio.

Um animal autêntico.

E andamos nisto - ai coitadinhos, é a mobilidade das pessoas!

Neste caso pessoa é que não é, não passa de um cretino imbecil que teve sorte em não se aleijar. Teria pelo aspecto (bastante porco por sinal) entre 18 a 22 anos. 

Felizmente começa a haver autarquias fartas destas animalidades nas ruas e nos passeios, em sentido contrário às vezes, animalidade como a praticada pelo cretino na ponte 25 de Abril.

Para não falar de dois gordalhuços em cima de uma trotinete, ou nas trotinetes que certos animais deixam deitadas no chão junto aos portões das garagens dos prédios; a nossa rua parece um chamariz para essa anormalidade.

É o Portugal contemporâneo.

AC

quinta-feira, 31 de outubro de 2024

UMA  CATEGORIA
Eurodeputados entoam "Bella Ciao" após intervenção de Orbán. "Isto não é a Eurovisão", diz Metsola
A presidente do Parlamento Europeu exigiu respeito pela instituição. "Isto mais parece a 'Casa de Papel'", disse Roberta Metsola dirigindo-se aos eurodeputados que entoaram a música após a intervenção do primeiro-ministro da Hungria.

Será que a falta de educação por lá e que não é de agora, é crescente, também como por cá, a vão rotular de "praxis parlamentar" ?
Naturalmente alguns até poderão saudar estes comportamentos pois (ainda) não andam à pancada como se assistiu já, por exemplo, em muitos parlamentos asiáticos e africanos ou na Turquia.
AC

quinta-feira, 10 de outubro de 2024

LIDO POR AÍ

PASSADEIRAS
Sou de um tempo - muito antigo - em que as pessoas, antes de atravessar as passadeiras, olhavam para ambos os lados da rua. Numa outra encarnação geográfica, lembro-me que o peão estendia o braço, para assinalar a sua intenção, antes de iniciar a travessia. Isso acabou. Agora, olha-se o telemóvel e caminha-se lentamente. Às vezes, raramente, alguns peões deitam um olhar sobranceiro para o automóvel estacado a uns metros, numa coreografia que quer significar: "Só quando eu quiser é que tu vais passar, percebes?
"

Eu também sou desse tempo.

E discordo dessa coisa da coreografia. 
Palavreado politicamente correcto. 
As coisas têm nome adequado.

Sou do tempo em que arrogantes também havia, tantos como hoje, mas hoje, mais do que antigamente, a maioria junta à arrogância a imbecilidade, a falta de educação, e o que é ainda mais inacreditável, a falta de respeito por si próprios e a suprema inconsciência.

É a mentalidade contemporânea. 
É só direitos, à portuguesa - eu tenho direito a atravessar na passadeira. PRONTOOOSSSSSS.
Claro que tem, e existem muitos condutores a quem se devia tirar a carta.

São tão enormemente estúpidos que nem querem saber da sua integridade física.

Ah, na escola se calhar não falaram muito nisto, preocuparam-se mais com as fracturantes e coisas de casas de banho!
Pois, é em casa que devem ensinar, e desde pequenino, com a mão pelo pai ou mãe, parado à berma do passeio.

Quando a isto se juntam condutores de automóveis igualmente imbecis e ordinários, quando a isto se juntam aqueles imbecis que consideram ter direito a iniciar a travessia da rua aí a dois ou três metros fora/ antes da passadeira, de vez em quando dá em mortes ou pelo menos feridos mais ou menos graves.
Ficaram com o seu inalienável direito mas . . . . . aleijados. Brilhante.

Eu nunca atravesso sem, estando à beira do passeio, me assegurar que os carros param efectivamente, nos dois sentidos. 
E agradeço, coisa que também vejo pouco.
Ah, tenho direito, não tenho que agradecer! 
Pois, cházinho fez sempre muita falta!

Além disso, para atravessar para o outro lado da rua, nunca saio/ passo pela frente de um autocarro ou camião que esteja parado, pois há sempre umas bestas de condutores que se impacientam, e não podem esperar um pouco que autocarro ou camião reinicie a marcha, e assim ultrapassam logo, e assim, às vezes, acontece colherem incautos que avançam pela frente desses monstros parados.

Enfim, é como estamos, e sem perspectivas de melhoria.
AC

sexta-feira, 21 de junho de 2024

FALAR BAIXO PARA SER OUVIDO

Aqui está algo que a esmagadora maioria dos políticos não fazem quando na AR. A que muitos juntam a falta de educação, chamando a isso a "praxe parlamentar".

AC

domingo, 31 de março de 2024

CÓCÓ


 Vem isto a propósito dos cãezinhos e de alguns donos de cãezinhos, e do PAN.

A porcaria dos cocós de cães que alguns donos não apanham como deviam fazer, mais a porcaria dos cães que são mandados para a rua pelos donos que cómoda e egoisticamente ficam em casa, não cessa de proliferar.

Verdade seja dita, há imensas pessoas que trazem os seus animais à rua, pela trela ou não, e andam munidos dos necessários sacos de plástico. E cumprem o que deve ser feito. Respeitam os outros.
São pessoas civilizadas, e há imensas.
Mas há muito javardo!

Curiosamente, a inarrável criatura Real muito fala sobre os animais mas não cuida de publicamente e insistentemente alertar os cidadãos para regras cívicas, e para o respeito que é devido pelo bem público e pelo outro, e devia até falar constantemente sobre isto que em baixo relembro.
Porque a educação sanitária dos cidadãos, e as boas práticas de vida saudável passam, também e muito, pelo controlo dos seus animais domésticos e de companhia, e pelo controlo dos lixos diversos nomeadamente domésticos.

Existem muitos cidadãos que continuam a colocar sacos de lixo e outros lixos junto aos contentores. Junto, não dentro!

Deve dar muito trabalho abrir as tampas dos "molok", ou enfiar os sacos nas aberturas dos recipientes para vidro, cartão, embalagens.
Também neste sector, a sociedade portuguesa continua muito a desejar. 
É a minha opinião.
A terminar, deixo estas fotografias dos trabalhos de desentupimento de um esgoto que presenciei há dias. 
O que de lá saiu demonstrou/ confirmou bem a existência de uma série de energúmenos que deitam pelas sanitas o que não deviam deitar.
AC

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

JORNALISMO, RIGOR, e EDUCAÇÃO
No regime em que FELIZMENTE vivo/ vivemos, a liberdade de expressão, a liberdade de opinião, ainda são essencialmente uma realidade.

Mas já teve melhores dias.

Mas o que me traz a estas breves linhas nem é o rigor ou a falta dele que muito grassa no jornalismo português, jornalismo que é o que me interessa.

Quero abordar a questão da educação.

Não é a primeira vez, mas voltou a repetir-se várias vezes nos últimos tempos. Quer com jornalistas, quer com autores de blogues.
Já nem falo daqueles que, legitimamente, discordam do que lêem e ficam calados.

Nas últimas semanas tenho submetido à consideração de outrem pontos de vista um pouco diferentes do que defendem, designadamente em jornais.
Não respondem, o que revela pura e simplesmente falta de educação.

Quanto a um blogue, fiz uma pergunta sobre um texto que contém dados contraditórios, e não respondem.
Com esse blogue tem sido aliás habitual.

Estão no seu direito, obviamente, como eu estou no meu de os considerar mal educados e arrogantes.
AC

domingo, 22 de outubro de 2023

EDUCAÇÃO, e a FALTA DELA
Fomos hoje ( Sábado) pelas 1030 horas a um muito conhecido centro comercial de Lisboa, com dois objectivos, tentar encontrar uma capa para um dos velhinhos sofás da casa na aldeia, e para vermos um filme novo que sabíamos teria uma duração de cerca de três horas, a começar às 1350 horas.

Conseguimos com imensa sorte encontrar a dita capa para o sofá, velhinho, coçado, mas que tem uma estrutura formidável e dura dura dura, tanto que ao longo de pouco mais de 40 anos já teve 3 tecidos.

Este dia de Sábado, de compras e lazer, deu oportunidade para mais uma vez observar as pessoas, os magotes de pessoas que por todos os andares e restaurantes e no supermercado vagueavam.

A senhora que nos atendeu e encontrou a capa, era de uma extrema simpatia e mostrou-se pessoa de ter bebido muito chá em novinha. Não houve cá coisas do género - sr António!

Delicada e atenciosa ao ponto de, enquanto embrulhava a nossa compra, ter olhado com doçura uma criatura feminina que se esteve marimbando para nós e para ela que nos atendia, e que desatou a perguntar-lhe isto e aquilo - minha senhora dê-me só um momento por favor que a atendo já, é só estes senhores pagarem
O meu olhar para a criatura (que creio meteu a um canto o do Asterix) deve ter ajudado a calar-se.

Como a bilheteira abria às 1300 horas, resolvemos petiscar, e que bem petiscámos, num dos sítios mais simpáticos (opinião pessoal naturalmente) e próximo da zona dos cinemas.

Quem nos atendeu era de uma sóbria mas impecável cortesia, e educada. Já quem nos tentou ultrapassar na entrada era animalesco a quem nunca devem ter ensinado - "com licença", ou "se faz favor", mas percebeu que tinha de esperar que eu entrasse primeiro.

O animal ficou um pouco afastado mas deu para perceber que, contrariamente a nós que agradecíamos cada vez que chegava o prato, ou o pão, ou o vinho, etc., "obrigado" era palavra desconhecida.

Eram 1310h, fomos para a bilheteira, dois balcões abertos.
Na nossa fila tínhamos 11 pessoas à frente.
Uma dessas pessoas depois de receber o bilhete afastou-se do balcão e resolveu atravessar a fila e novamente, ali estava outra criatura que desconhecia - "com licença". 

Enfim é muito do que se vê por aí, muitas pessoas educadas, de diferentes idades e estratos sociais, e imensa gente ordinária.

O filme, . . . . o filme foi muito bom. 
Talvez venha a falar dele e de outras coisas que ele me suscitou.

Tenham um bom Domingo.
António Cabral (AC)

domingo, 28 de agosto de 2022

As OVELHAS.
Os CICLISTAS, LEI, e ….. o Costume
As bicicletas passaram a ser equiparadas aos restantes veículos a motor.
Há as bicicletas e …….. sobretudo quem as utiliza.
E, como quase sempre em Portugal, muitos se arrogam dos direitos e nem querem saber dos deveres. 
Como é comum neste maltratado país, por via de muita coisa, se vem construindo uma cultura em sociedade em que muitos, e são cada vez mais, retiram da lei apenas os DIREITOS.

São constantes os maus exemplos que encontro na via pública. 
Refiro-me aos ciclistas em que muitos não cumprem os deveres consignados em lei. 
Já assisti a energúmenos gesticularem ordinariamente por serem chamados á atenção de não estarem a cumprir as normas do Código das Estradas. 
Na sociedade portuguesa está em desuso o - respeitar para ser respeitado

As bicicletas gozam da regra da prioridade, podem circular em todas as vias, incluindo bermas desde que não ponham em perigo os peões.

E um dos maiores problemas que detecto amiúde relaciona-se com a norma relativa ao direito de circular a par nas vias desde que com boa visibilidade e NÃO PROVOQUEM EMBARAÇO PARA O TRÂNSITO.  Não cumprir isto implica multa.
Constato frequentemente que se borrifam para este detalhe. 
Como se borrifam para o facto de que não devem andar em cima dos passeios.

A questão ciclistas, ou melhor, o comportamento arrogante e abusivo de muitos, é mais uma área em que bem se evidencia a má formação cívica de muita gente, a falta de educação, o egoísmo.

Vários dos que por aí se arrogam donos das vias públicas bem podiam olhar com atenção para esta fotografia.
AC

terça-feira, 14 de setembro de 2021

COMBATIVO ~ MALCRIADO
"A política e os seus atores, se quiserem ser levados um pouco mais a sério, terão de compreender que uma coisa é ser combativo, outra é ser malcriado" (Pedro Cruz, DN)
Óbvio, para qualquer pessoa equilibrada, decente, intelectualmente honesta.
AC

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

ASSEMBLEIA da REPÚBLICA

Na AR temos os deputados e as deputadas. Temos o regimento.

Temos a praxe parlamentar.

E temos, regularmente, a má criação, a falta de educação, a ordinatrice, próprias de gentalha sem educação nenhuma, sem elevação, gente ordinária, como ontem ficou bem patente durante a tarde. 

Gente ordinária e ditatorial.

AC

quinta-feira, 2 de maio de 2019

MAIS   PALHAÇADA
Dos partidos em geral, e prosseguem a todos os níveis.
Mas hoje ocupo-me de uma palhaçada lançada pelo CDS da Sra Cristas, que se mostra muito SURPRESA.
E debruço-me sobre a palhaçada não tanto pela palhaçada em si mas porque, em maré de visitas hospitalares, e com muitos km percorridos diariamente, olho com mais detalhe, os semáforos, as passadeiras, as dezenas e dezenas de otários que se lançam nas passadeiras em modo suicida, os animais que circulam nas estradas como a marginal Lisboa - Cascais ou a A5 ou as estradas municipais do concelho de Cascais, os alarves dos ciclistas que circulam na marginal, ou os alarves e as alarvas (esta é em homenagem ao BE) que circulam dentro do El Corte Inglês ou do Colombo ou nas Amoreiras ou nos parqueamentos dos grandes supermercados.
Oh sr António, está muito zangado, que azedo, não estará a exagerar no que afirma, não acreditamos que ocorram essas coisas que sumariamente cita".
Ai acha? Vejamos:
> Semáforos - vou reparando na quantidade dos que têm lâmpadas avariadas; como reparo nos selvagens que passam já com o vermelho;
> passadeiras - vou reparando na quantidade de passadeiras, incluindo na cidade que o sr António Costa diz que tirou da bancarrota, que estão desbotadas, mal se notam;
> peões e passadeiras - vou reparando cada vez mais e não é de agora, na quantidade de gente,  novos e velhos, que não pára no inicio das passadeiras e nem olha - avançam sem preocupações; naquelas cabeças só conta - eu tenho direito. Claro que ao logo do tempo, muitos já ficaram com o direito no hospital;
> automobilistas - cada vez noto mais alarves e alarvas a conduzir, ou vindo da direita em aceleração, ultrapassando tudo até à faixa esquerda, ou os que seguem na faixa do meio, com muito pouco trânsito, na A5, a cerca de 90 Km/h; ou os que não respeitam as saídas das portagens na ponte 25 Abril sentido Almada - Lisboa;
> ciclistas - tenho notado imenso a quantidade de farsolas ciclistas que não contentes em circular por exemplo na marginal se dão ao luxo de seguir junto ao tracejado de separação das duas faixas de rodagem; uns queridos, uns energumenos fdp;
> utentes dos parqueamentos - aqui continua um fartar vilanagem, a quantidade de alarves e alarvas que entram e saem nos corredores em sentido contrário ao indicado no pavimento, sendo certo que os sinais de proibição são bem visíveis.

São todos e todas, gerações mais ou menos formadas juntamente com as gerações melhor formadas de sempre.
Então nesta cena dos parqueamentos, uma coisa que muito me irrita é já ter tido o galo de deparar com um artista muito conhecido e que penso ainda trabalha perto do Corte Inglês, e faz gala em ir contra os sinais. 
Comigo já esteve duas vezes frente a frente e eu não saí, não recuei.
Mas deve ser tudo má vontade minha.

Voltando à palhaçada do CDS, no meio disto tudo que se vivência na grande área de Lisboa, selvagens por todo o lado e uma completa ausência de respeito pelos outros, para já não falar também nos estacionamentos inacreditáveis (vejam a zona da CGD), o importantíssimo é tentar que se pintem uns pavimentos com corzinhas garridas.
Um homem da minha profissão, o Zé Rita, infelizmente há muito falecido, e com quem confraternizei na Guiné em 1971 e 1972 quando ele comandava um navio, dizia para certas coisas mais difíceis de entender -  e se fossem apanhar naquele sítio onde a galinha põe os ovos?
É frase forte, eu sei, e não é tónica que use aqui no blogue, mas de facto........................
AC 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

À ATENÇÃO do PAN, e já agora BE
Na minha caminhada matinal esta manhã, verdadeiro heroísmo, dadas as, baixa temperatura, humidade e vento, encontrei vários irmãos e irmãs "disto" !!!!!!!!!
Em vez de querer aprovar na AR uma lei para permitir diversões com "Canabis", talvez se pudessem dedicar a esta coisinha dos cães e da trampa respectiva que os donos não apanham.
Vejo muitas pessoas a terem cuidado e estarem munidas de sacos para tratar de não deixar as ruas e passeios e relvas CONSPURCADOS.
Mas existem imensos energúmenos e energúmenas que se estão a borrifar.
Que tal uma campanha consistente, a sério, nacional, em vez da canabis?
AC

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

PROTOCOLO à MODA do BE
Será que a criatura se inspirou nisto, nesta palhaçada em Espanha?
Como curiosidade, e comprovando que apesar de tudo existe uma vantagem neste protocolo à BE, é que não perdem tempo a pensar onde pendurar o casaco!!!!! Primeiro, pensam pouco, depois nunca sabem para que cadeira atiram o casaco.
Reparem no jocoso do comentário espanhol à postura deste alcaide! 
Ok, concedo, o homem levava casaco e abotoado.
Em alguns OCS argumenta-se que Costa foi apanhado de surpresa com o nível de recepção por parte das autoridades Angolanas.
Palavras para quê.
Uma coisa me parece evidente, Costa portou-se como está habituado, e tem uns assessores notáveis, e diplomatas portugueses em Angola igualmente fantásticos. Será a este nível estratégico que Augusto se referia?
António Cabral (AC)

quarta-feira, 29 de junho de 2016

ARROGÂNCIAS e ARROGÂNCIAS
Vários se atiraram ao patético ministro das finanças da Alemanha, que cada vez que abre a boca me faz lembrar aquelas histórias das bruxas de antes do 25 de Abril em que, ao abrirem a goela, saíam cobras rãs etc.
Atiraram-se à criatura e MUITO BEM.
Mas, quanto a arrogância, cá pelo burgo também estamos muito bem. OU mal!!
Por exemplo, a pesporrência e arrogância de alguns políticos  e designadamente alguns senhores deputados.
Então a propósito da CGD tem sido um fartote muito esclarecedor.
Então uma criatura tonitruante que conheci alguma coisa e nada mais tem feito na vida do que estar à mesa do OE. Família incluída.
AC

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Até onde pode chegar a imbecilidade e a má educação?
Cada vez mais perplexo com as atitudes de muitos dos meus concidadãos. Embora quase nada me espante.
Exemplos em catadupa.
Mas vou pegar na questão das célebres caixas de comentários designadamente em blogues.
Num blogue que sigo com atenção, embora discorde da maioria das coisas que por lá escreve o educado e civilizado dono do blogue, hoje dei de caras com um comentário execrável.
O tema era um evento em Paris.
Pois o comentador, que bem merece o título de energúmeno, em sete linhas só falou da situação no Brasil.
O que tem a ver com o post? ZERO.
Naturalmente, uma aberração apresentada por um anónimo. Pois.
Energúmeno é pouco.
AC 

sábado, 24 de outubro de 2015

Hoje não tenho tempo, é dia de festa
Hoje é dia de festa.
Para quem como eu, não partilha publicamente por onde anda, o que faz, etc, abro uma excepção. Hoje, 24 de Outubro, ás 1230 horas, casará o meu filho mais novo. Numa belíssima igreja. E, depois, havemos de nos divertir pelo dia todo e madrugada. Mais radiantes que nós cá em casa, palpita-me, apenas os nossos netos. O mais novo então, a levar a aliança do tio.........
Enquanto damas estão na "barbeira", como gostosamente chamava o meu falecido sogro, e enquanto me estou a arranjar, fiz um curto zapping pela NET, pois ontem nem tempo tive para assistir à sessão na AR, como tinha inicialmente planeado.
Pelo que vejo, sobe de tom a pesporrência, a soberba, a irritação, a falta de educação, o responder com ainda piores gestos e palavras à patética (para mim) discursara do PR. Ainda que no essencial, Europa e etc, eu concorde com quase tudo.
Ninguém está bem na fotografia. Está plantada a ordinarice por todos os lados, direita à esquerda.
Mas olhando ao que vejo na NET, e fiando-me no que leio, o que nos OCS portugueses é sempre um perigo suicidário, António Costa, Ferro Rodrigues, Carlos César, personificam de facto o que de mais desprezível existe quanto a comportamentos.
Aliás, lembro-me bem, na ilha de Sta Maria, 2005, sessão formal da autonomia, a soberba e arrogância que testemunhei nos então recentes empossados governantes e seus seguidores Açoreanos. Um espectáculo, em que se acotovelavam na tribuna. Nunca esquecerei as carinhas, a pose, a arrogância.
Nada que hoje não esteja a repetir-se. Herdeiros e seguidores da mais pura linha abjecta. Na senda da famosa - para os amigos tudo (eu diria até, que se lixem as minudências de milhões caídos do Céu), para os inimigos nada, aos outros todos aplique-se a lei (diria, se pudermos ser nós a fazê-la, melhor)
Um nojo.
AC





quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Nas pequenas coisas se vê a educação de muitos e o respeito que dedicam aos outros cidadãos
Nas pequenas coisas se detecta muitas vezes, a boa educação, o respeito pelos outros e pela propriedade alheia, e a quantidade de energúmenos que abunda na sociedade.
1º Exemplo - em frente aos prédios não é normal estarem marcados lugares de estacionamento com referência explícita ao número de porta. Ainda assim, parece-me razoável e fácil de entender, que esses estacionamentos se destinam a quem vive no prédio, e a quem for visitar algum condómino. Pois existem uns parvalhões que não só não se contentam em lá estacionar um carro, mas colocam os três da família. Vá lá perceber-se porquê. O pior é que já não é a primeira vez que quase bloqueia a entrada da garagem do prédio. Já houve quem lhe explicasse, com calma e educadamente, a falta de razoabilidade da coisa. Pois com o seu ar de cretino importante com carro com jantes pintadas e outro com "aillerons", gel no cabelo, patilhas fitinhas até meio da cara, até já respondeu - chame a polícia. Teve azar com o condómino a quem assim retorquiu.

2º Exemplo - no mesmo tema, carros, os energúmenos que não respeitam as sinalizações de ordenamento de trânsito nos parqueamentos de grandes superfícies. Já não é a primeira vez que se apanha com um parvalhão a rolar contra nós e, depois, fica muito alterado porque eu não me desvio, não recuo, fico a aguardar que a "excelência" perceba que tem de recuar, e que não vale a pena vir ter comigo ao carro. Assustou-se.

3º Exemplo - esta cena é comum, já estou farto de apanhar disto, desde "madame" na pastelaria do Corte Inglês, a criaturas de género variado na minha pastelaria habitual. Aquela cena de estarem casais à frente, colocam-se ao meu lado, e depois quase junto ao balcão com aquele sorriso meio tolo meio parvalhão retinto - é o senhor que está á frente?. Ficam sempre com a mesma resposta, sisuda - SIM!!!!
enquanto espero que me entreguem o que pedi, não sem antes dizer bom dia, quero se faz favor, um café e .... ouço os empertigados - quero um abatanado e um pastel de nata! LINDO.
AC

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Será sindroma Juncker?
Esta criatura que sucedeu ao que se pirou do País, gosta de fazer festinhas na cara, dar beijinhos, dizer gracinhas sobre gravatas, etc. Como tem sido visto nas TV.
Por cá anda uma criatura que, anos atrás, também deu pulinhos e beijinhos e abracinhos ao seu chefinho!
Não admira que escreva hoje em dia o que escreve nas redes sociais, incentivando as maiores enormidades, de uma baixeza e nojeira que nem merece que se cite a "graça" (como se dizia antigamente), porque graça não consegue ter. Um nojo!
É por criaturas destas que Portugal continua como está.
AC

sexta-feira, 20 de março de 2015

Audição na AR a propósito de uma eventual lista VIP
Esta telenovela, autêntica, e ao mais baixo nível, cada dia que passa parece mais inacreditável.
Acabo de me dar ao trabalho de assistir à audição do demissionário sub-director geral da AT e Aduaneira (creio que é assim o cargo)
Que conclusões tirar?
Como disse o deputado do BE também me fica a sensação de haver coincidências a mais.
Outra sensação que me preocupa enquanto cidadão, é que o sistema em vigor não é preventivo para todos os cidadãos e todas as empresas. E creio que o devia ser.
Sem ver o despacho que o dirigente da AT deu em Outubro passado, fiando-me portanto que o que ele leu é o despacho efectivo, nesta premissa é confrangedor verificar as distorções dos deputados, particularmente BE, PCP e PS. As intervenções dos representantes do PSD e do CDS pareceram-me tão tão tão….adiante.
O que concluir em síntese?
1. Não pode haver tantas coincidências. Não acredito. Ainda assim, e presente a premissa supra, parece-me ter fraco fundamento o folclore que atiraram para a praça pública. Estamos provavelmente , mais uma vez, na pre-campanha de casos, a que se seguirá a campanha de casos.
2. Quem esteve a ser ouvido em audiência parlamentar pareceu-me pouco convinvente, e creio que puxou um pouco ao patético. 
3. O sistema tributário e fiscal devia ser rígido, duro, para TODOS.
4. Para não variar, a meu ver naturalmente, à “pala do regimento” a falta de educação imperou, particularmente por parte do BE e PS. Por parte do PCP, discordando da forma e das distorções, o deputado interpelante pareceu-me sempre educado. 
Creio que é característica típica dos mal educados, julgar que ser educado é ser servil. Que não se pode ser assertivo e frontal e duro com educação e depois de cada um falar. Ah,.......….é o regimento!!!!
Uns tontos. Quanto à representação do CDS e PSD, não têm lá melhor?
AC

ADENDA 1: comecei a ouvir a audição seguinte, e consegui aguentar até começar o deputado DUARTE PACHECO.........................DESISTO!!!

ADENDA 2: depois de acabar de ouvir o secretário de estado Paulo Núncio, e não tendo ouvido todas as audições de hoje e de ontem acerca desta lamentável telenovela, e digo lamentável pelos lados do governo, dos deputados, dos demissionários/ demitidos dirigentes da AT, do sindicato e dos jornalistas que escrevem o que escrevem, vou atrever-me a acrescentar o seguinte:
1. mantenho a minha perplexidade perante todo este processo.
2. claro que um País não deve ser governado por directores-gerais, mas pretender que um dirigente máximo no País ou numa empresa, ou que numa família os mais velhos designadamente os pais, estejam sempre a sancionar tudo e todos os passos dos subordinados releva da mais pura demagogia e irrealismo. O que se exige é prevenção na acção, creio, fazendo respeitar na prática a lei. E arranjando métodos de periodicamente testar se os graus de autonomia e de responsabilidade são exercidos no escrupuloso respeito pela lei.
3. secretário de Estado e os deputados batem no peito pelos princípios constitucionais; a uns e outros diria,......pois, tem dias, consoante lhes interessa.
4. Trazer para o debate político, perdão, para as cenas entre os deputados, a autoridade tributária ou muitas outras instituições do País, revela bem a doença fortíssima que vai corroendo a sociedade portuguesa.
5. estão os cidadãos e as empresas bem protegidas? Gostava de saber que sim.
6. Está o Estado já bem protegido, dos vigaristas, daqueles que são dirigentes anos e anos a fio, dos culpados disto tudo, dos vários donos disto tudo, dos éticos da responsabilidade, dos pais da Nação, dos que nunca foram políticos mas estão nela há décadas, dos que só se insurgem quando os seus não estão no poleiro? NÂO
AC

ADENDA 3, depois de mais matutar no assunto:
1. O secretário de Estado abespinhou-se com o representante do BE, porque ele referiu que um dos demitidos tinha ligações ao CDS e o outro mais ao PSD. Abespinhou-se porque aquela forma de actuação (carimbando politicamente elementos da AT) era do ponto de vista do SE completamente errada. De certa maneira concordo com o SE.
Mas, ...........provavelmente o deputado do BE não inventou nada, e se é errado, do meu ponto de vista naturalmente, na praça pública trazer para a luta partidária questões que deviam estar fora do combate político, a realidade histórica parece mostrar que os partidos, em fases diferentes destes 40 anos, assaltaram e tomaram o poder nos sindicatos, e da maioria das instituições do Estado, senão todas.
2. Isto dito, quem me garante a mim que o sindicato envolvido nesta questão não se lançou para esta denúncia porque, em parte, a quantidade de funcionários com processos é cada vez maior?
E os processos levantados terão a ver apenas com possíveis parvoíces que funcionários possam ter feito por iniciativa própria ou a mando de outrem ou, também e sobretudo, por serem incómodos ao não pactuar com certas ilegalidades?
3. A terminar, e não é a primeira vez que o digo, quando vejo algum político com ar muito sério, batendo no peito e invocando as coisas mais nobres e mais constitucionais, fico logo desconfiado. E depois, quando se vai ver quais foram os antecedentes de jurista e de fiscalista, por exemplo, ou que negócios tiveram antes de estarem nos governos, então aí fico quase sem dúvidas.
4. Aliás, uma das coisas que me surpreendeu ligeiramente, foi verificar que à enfâse constante do SE de "fiscalista e jurista", nenhum deputado dos que se quis assanhar mais contra ele passou da trivial patetice "então como é que não sabia" para uma coisa do género - "o senhor, com o currículo de fiscalista que bem se conhece antes de entrar para o governo, e de que se orgulha, que sabe como se fazem certas coisas, nunca o preocupou que no âmbito da AT se pudessem desenvolver processos à margem da Lei?""
Vá lá saber-se porque os deputados nunca usam artilharia da grossa. Estranho, não será?
Enfim, uma lamentável telenovela.
AC