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terça-feira, 11 de junho de 2019

SINALÉTICA, outro problema de Lisboa
É, é outro dos grandes problemas, indicações confusas ou mesmo incompletas ou mesmo erradas.
Querem um exemplo? Vejam, indica para o Rato.
ERRADO. Devia dizer, hospício dos amnésicos!!
AC

terça-feira, 27 de junho de 2017

TIRADAS EXEMPLARES do NOSSO PRESENTE (??)
> Tudo, mas mesmo tudo apurado
> Tempo de apurar tudo sem limites nem medos
> O cabal esclarecimento sobre falhas do SIRESP
> É preciso um choque de gestão no território florestal
> Os jornalistas não são abutres
> Já assumi combates no passado
> Seria mais cómodo o sacrifício mediático
> Voltar a apresentar aos portugueses uma proposta motivadora e de futuro
> Vai ser um hospital,..........que não é um hospital
> Manipulava as regras da contratação pública
> Tenho 250 milhões de dívida que não consigo resolver
> Corrupção na energia é um profundo disparate
> Processo de revitalização para selar reestruturação de dívida
> Defende-se, dizendo que a lei está a ser cumprida
> Temos de ser exigentes e esclarecer tudo
> Há situações que têm de ser apuradas até ao limite
> estrada da morte não foi cortada por falta de meios
> pessoas ter-se-ão suicidado desesperadas (???!!!)
> naturalmente tirarei as devidas ilações

O chorrilho de tiradas, e asneiras, e poeira para o ar, parece uma torneira aberta, diariamente, não tem fim.
Ao que apurei, nenhuma carinha dos autores corou, ou lhe caiu um dentinho, ou cresceu o nariz.
Bom senso? Contenção? Humildade? Confirmação de eventuais factos? Desvio de atenções?
Meus prezados leitores e amigos, deixo para vós as conclusões.
A par da minha perplexidade pela tragédia recente e outras inacreditáveis notícias e eventos e factos, ainda não parei de ir à casa de banho vomitar.
Estamos SELADOS e bem SELADOS!
António Cabral (AC)

domingo, 26 de fevereiro de 2017

DICIONÁRIOS e a ACTUALIDADE
Tenho em minha casa por exemplo, o que é natural dada a idade, um " Dicionário da Língua Portuguesa", 7ª edição, da Editora.
Há dias, em casa da minha muito idosa mãe, entre as inúmeras "antiguidades" que por lá descansam em armários e prateleiras, vi o  "Dicionário de Português", da Editora, 4ª edição.
Em ambos, encontro o mesmo:
INTRUJÃO - que ou aquele que intruja; burlão; embusteiro; impostor.
Engraçado ter-me lembrado disto, melhor, desta palavra, e ir ver nos dois dicionários.
Aposto que na última edição está a mesma definição. 
Mas os intrujões pavoneiam-se por aí, impantes, pesporrentes, ordinários. 
De todos os lados, mas então ele continua com léguas de avanço a ser o maior aldrabão. 
Estará convencido que o cabelo branco lhe confere alguma dignidade?
AC

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Será sindroma Juncker?
Esta criatura que sucedeu ao que se pirou do País, gosta de fazer festinhas na cara, dar beijinhos, dizer gracinhas sobre gravatas, etc. Como tem sido visto nas TV.
Por cá anda uma criatura que, anos atrás, também deu pulinhos e beijinhos e abracinhos ao seu chefinho!
Não admira que escreva hoje em dia o que escreve nas redes sociais, incentivando as maiores enormidades, de uma baixeza e nojeira que nem merece que se cite a "graça" (como se dizia antigamente), porque graça não consegue ter. Um nojo!
É por criaturas destas que Portugal continua como está.
AC