O ENSINO do CAVALO
O que se aprende por aí!
Da Coudelaria de Alter, cavalos de raça portuguesa, chegam de lá com cerca de 4 anos, e são montados diariamente. O ensino começa pela designada "Baixa Escola", e os bichos têm de aprender e executar os 3 andamentos básicos, "passo", "trote", "galope". Depois passam para a "Alta Escola", e aí entram, o "piaffer", a "passagem", outras "passagens" e os "ares altos",
como "levadas", "pousadas", "curvetas", "balotadas" e "cabriolas"!!! Uffff!
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020
terça-feira, 19 de novembro de 2019
PAÍS CADA VEZ MAIS ENGRAÇADO
Acontecem estas coisas, nunca se diz quem são os responsáveis, que tipo de cidadãos são esses.
E não é só como neste caso no Alentejo, há por todo o lado, equídeos magricelas, que periodicamente são mudados de pasto miserável, à vista de toda a gente.
Cada vez mais lindo.
"Mais de 100 cavalos foram apreendidos no início de novembro. Desses, 14 já morreram e foram enterrados esta segunda-feira com a ajuda do IRA
No início de novembro foram apreendidos 104 cavalos pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), numa exploração pecuária ilegal, nos concelhos de Aljustrel e Ferreira do Alentejo. Nessa altura, os animais foram entregues a um fiel depositário – tratando-se, neste caso, do mesmo proprietário dos animais. Ou seja, não mudaram de mãos".
"Mais de 100 cavalos foram apreendidos no início de novembro. Desses, 14 já morreram e foram enterrados esta segunda-feira com a ajuda do IRA
No início de novembro foram apreendidos 104 cavalos pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), numa exploração pecuária ilegal, nos concelhos de Aljustrel e Ferreira do Alentejo. Nessa altura, os animais foram entregues a um fiel depositário – tratando-se, neste caso, do mesmo proprietário dos animais. Ou seja, não mudaram de mãos".
AC
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