É da VIDA, CADA UM SE DEITA na CAMA QUE FAZ
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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sábado, 22 de agosto de 2020
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
As RESISTÊNCIAS na NOSSA SOCIEDADE, e o VOTO
Pelo seu passado, existem pessoas que se deve muito justamente enaltecer. No plano da luta política, cultural, etc.
Pelo seu passado, apesar de se poder questionar mérito e verdade, existem pessoas que conseguem ser alcandoradas de uma forma que, creio, é democraticamente discutível.
Pelo seu passado, e por exemplo por revolta publicitada e que teve o seu valor, indiscutível, existem pessoas que se entronizaram depois do 25 Abril como donos disto tudo. Não foi só Ricardo.
Verifico depois que, em relação a algumas pessoas, porque apesar do seu valor em determinada área e que em regra não é desmentido, como não caem no politicamente correcto ou na moda, não são tão elevadas aos topos das honrarias onde andam certas criaturas do regime desta III República.
Verifica-se isto nos prémios, nas conferências (andam aí uns poucos que são piores que turbo-professores, vão a todas), nas vernissages, nos encontros, nos congressos, etc.
Tal como há dias, o ex-DGSaúde defendia uma tese em nome, disse ele, "do interesse público".
Interessante, para mim naturalmente, o à vontade com que, individualmente, alguns definem quer o palco da resistência, quer o interesse público, quer as opções políticas, etc. Os donos!
E vai-se a ver, encontramos sempre o mesmo género de ligações anos atrás. Ou foram/ são amigos, ou estiveram na casa civil de certo PR, ou foram assessores, ou casaram com, ou...ou...ou...!!
De facto, como li outro dia num estimulante "post", para que conta afinal o voto e até para que interessa, se temos o privilégio de, à nossa volta, podermos contar com estes iluminados?
AC
Pelo seu passado, existem pessoas que se deve muito justamente enaltecer. No plano da luta política, cultural, etc.
Pelo seu passado, apesar de se poder questionar mérito e verdade, existem pessoas que conseguem ser alcandoradas de uma forma que, creio, é democraticamente discutível.
Pelo seu passado, e por exemplo por revolta publicitada e que teve o seu valor, indiscutível, existem pessoas que se entronizaram depois do 25 Abril como donos disto tudo. Não foi só Ricardo.
Verifico depois que, em relação a algumas pessoas, porque apesar do seu valor em determinada área e que em regra não é desmentido, como não caem no politicamente correcto ou na moda, não são tão elevadas aos topos das honrarias onde andam certas criaturas do regime desta III República.
Verifica-se isto nos prémios, nas conferências (andam aí uns poucos que são piores que turbo-professores, vão a todas), nas vernissages, nos encontros, nos congressos, etc.
Tal como há dias, o ex-DGSaúde defendia uma tese em nome, disse ele, "do interesse público".
Interessante, para mim naturalmente, o à vontade com que, individualmente, alguns definem quer o palco da resistência, quer o interesse público, quer as opções políticas, etc. Os donos!
E vai-se a ver, encontramos sempre o mesmo género de ligações anos atrás. Ou foram/ são amigos, ou estiveram na casa civil de certo PR, ou foram assessores, ou casaram com, ou...ou...ou...!!
De facto, como li outro dia num estimulante "post", para que conta afinal o voto e até para que interessa, se temos o privilégio de, à nossa volta, podermos contar com estes iluminados?
AC
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