Quando a GENTE ANDAVA ao "MENÉRIO"
O tempo corre, inexorável.
Muda tudo, século após século. Modernização, desenvolvimento, industrialização, deslocalização, abandono, investigação, reconfiguração, produtividade, escassez, novas descobertas, substituição, viagem aos tempos, exploração, concessões, história, património, activos, estas e outras palavras e expressões aplicáveis ao correr dos tempos, à mudança, ao que aconteceu e morreu, ao que deixou de ter interesse económico.
Vem isto a propósito do que se vai lendo sobre concursos, concessões, interesses, explorações, etc por exemplo acerca do lítio.
Mas vem muito a propósito de certo passado, de certas explorações mineiras no nosso País, muitas abandonadas pelas mais diferentes razões.
Até em concelhos como o de Idanha-a-Nova existiram no passado tempos de minério, de exploração de estanho, volfrâmio, chumbo, zinco, fósforo.
Coisas interessantes que vou lendo e onde aprendo coisas do passado e, por exemplo, que os filões de "apatite" e "cassiterite" são os minérios do fósforo e estanho respectivamente.
Quando se vem do Algarve, pela A2, a dada altura existe indicação de arqueologia industrial. É ir ver.
Muita coisa do passado está identificada, mas muito há ainda por contar, por preservar para futuro.
Sim, porque como em todos os países, Portugal de hoje não é o Portugal por exemplo de 1950.
E convinha saber detalhes da nossa história, talvez ajudasse uns quantos a melhor tratar do País e, porventura, a até dele gostar e não só dos seus amigalhaços.
AC
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