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quarta-feira, 22 de novembro de 2023

INFÂMIA, MENTIRAS, POUCA VERGONHA, DESPAUTÉRIO,
AUSÊNCIA de QUASE TUDO
Depois de interrogado por jornalistas, Francisco Pinto Balsemão declarou publicamente que, como conselheiro de Estado, lhe compete guardar silêncio profundo sobre o que se passa no Conselho de Estado, pelo que não se pronuncia contrariamente ao que os jornalistas gostavam.
 
Os jornalistas insistiram e forçaram respostas sobre a história da acta da última e pelos vistos cada vez mais polémica reunião do Conselho de Estado.

Disse - "As actas do Conselho de Estado serão libertadas daqui a 30 anos, se não me engano".
Disse - "Divulgar a acta, de maneira nenhuma". "Acho que isso seria muito mau para o funcionamento da instituição Conselho de Estado".

O meu vaticínio:
1 - Marcelo não quer de forma alguma divulgar a acta, pois ficava-se a saber muita coisa,
2 - Costa ficará contente pois assim pode continuar as suas narrativas
3 - Eventuais arautos de Marcelo pouco mais poderão vir dizer,
4 - A maioria dos portugueses está-se borrifando para isto, e nessa maioria muito considerarão que Costa tem razão.

Quanto ao vaticínio de Balsemão - ser muito mau para o funcionamento da instituição CE a eventual divulgação da acta - é mais um do sistema que quer a opacidade.

Aguardemos para ver se me engano.
AC 

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

VERNÁCULO e COPIANÇO ?
"Mas e o que é o presidente do Eurogrupo? É um presidente de porra nenhuma, utilizando o bom vernáculo português”, afirmou Lobo Xavier na “Quadratura do Círculo”, na SIC Notícias".
O maroto do António Lobo Xavier terá vindo ler um post meu em que referia a sigla ACPN?
Para recordar, ACPN = autoridade competente de porra nenhuma.
António Cabral (AC)

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

QUADRATURA do CÍRCULO
Há bastante tempo que não me especava em frente ao televisor para os escutar. Desisti ás 2338h.
Não disseram só "inanidades", longe disso.
Mas, mais uma vez, agora designadamente Pacheco Pereira, como aliás muitas comentadeiras do regime, muitas elites, muitos jornalistas, debitam frases acerca das reformas e nem duas (o nome concreto) apontam dessas reformas. Sempre a conversa filosófica, redonda, circular que, para uma enorme parte dos cidadãos significa quase nada. Espremida = zero. É o que temos, mas nem todos merecemos.
AC