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quarta-feira, 12 de novembro de 2025

 FRANCISCO  PINTO  BALSEMÃO (2)

Como indiquei em texto anterior, estive a reler este livro que a minha filha mais velha me ofereceu no dia do Pai de 2022. 
Estive a reler a partir da página 247 - Os primeiros anos da democracia.

Muito do que li/ reli ajudou/ ajuda a perceber porque Portugal continua este país atrasado, onde os sucessivos titulares de órgãos de soberania não acabam com as desigualdades gritantes, e porque é ultrapassado por tantos países, e nomeadamente pelos da antiga cortina de ferro.
Só falta mesmo um destes dias sermos ultrapassados pela Albânia.

Já fiz uma referência longa a uma dada passagem, essencialmente ao tempo dos governos chefiados por Pinto Balsemão. 
E daí as perguntas sobre o presente e, como desabafou Pinto Balsemão quando escreveu as memórias, como é triste e lamentável que o presente continue a apresentar imensos traços dessa época. Tanto continuar por resolver.

Agora, olho a certos aspectos passados e olho para o que se passa hoje.

Na questão do combate político democrático o ecossistema partidário existente tem as raízes na Constituinte e, depois e sobretudo a partir de 1976, no gradual estabelecimento de titulares de órgãos de soberania eleitos.

O ecossistema partidário presente deve muito à intervenção de Melo Antunes a seguir ao 25 de Novembro de 1975.
Escreveu Balsemão - esta intervenção de Melo Antunes, que decerto não fez sem ouvir quem devia ouvir . . . .  óbvio . . . . .

Muito interessante todo o processo contado relativo à constituição / formação do PPD (depois mudado para o actual PSD). 
Mais interessante ainda os episódios relatados sobre as guerras intestinas dentro do então PPD.
Igualmente interessante a génese da preparação e criação do Expresso.

Interessante a nomeação de Marcelo Rebelo de Sousa para director interino do Expresso.
A este propósito há dias de novo coloquei um pequeno video onde Fátima Campos Ferreira questiona Balsemão sobre Marcelo.
Interessantes vários episódios relativos quer aos tempos durante os governos chefiados por Balsemão quer relativamente à vida do Expresso.

Mais interessante ainda o recordar do ambiente político ao tempo do Conselho da Revolução, particularmente os anos 1980 a 1982.

Não me admiraria que houvesse ainda muitos portugueses convencidos de que a primeira iniciativa para colocar em marcha o processo para a primeira revisão Constitucional pertenceu a Mário Soares.
Não. Pertenceu a Balsemão. 
Balsemão e Mário Soares forjaram o que se sabe. Eram e sempre foram amigos.

A iniciativa pertenceu a Francisco Pinto Balsemão e muitos nunca lhe perdoaram.
Por aqui se percebe o silêncio de alguns por ocasião do falecimento de Balsemão. 
Dignidade, como era de esperar, revelou Ramalho Eanes. E sabe-se as guerrilhas que houve entre ambos, um PR o outro PM.
Quanto a alguns outros, o costume. 
Permanecem inchados, no seu casulo, sempre arvorando-se donos disto e contando as suas verdades.

Para terminar, as páginas 422 e 560 e 567 têm o sumo que explica muita coisa. 
Não é por acaso que depois se encontram "detalhes" curiosos em certos textos como os publicados por ocasião do passamento de Francisco Pinto Balsemão.
Omissões curiosas.

Como curioso é ler logo no início das memórias a identificação das pessoas marcantes na vida política de Francisco Pinto Balsemão. 
E reparar que certa pessoa lá não está!

António Cabral (AC)

sábado, 1 de novembro de 2025

 FRANCISCO  PINTO  BALSEMÃO (1)

Estive a reler este livro que a minha filha mais velha me ofereceu no dia do Pai de 2022. 
Estive a reler a partir da página 247 - Os primeiros anos da democracia.

Muito do que li/ reli ajudou/ ajuda a perceber porque Portugal continua este país atrasado, onde os sucessivos titulares de órgãos de soberania não acabam com as desigualdades gritantes, e porque é ultrapassado por tantos países, e nomeadamente pelos da antiga cortina de ferro.

Na página 356, e depois na seguinte, recorda os terríveis condicionamentos à governação ao tempo em que foi PM.

Recorda, 
- défice da balança de pagamentos, endividamento progressivo, 
- limitações do Conselho da Revolução à iniciativa privada, 
- dificuldade nas alterações às leis laborais, 
- as diferentes e diversas intervenções de Ramalho Eanes e do Conselho da Revolução, 
- as FP 25 e o PRP de Isabel do Carmo e Carlos Antunes, 
- confrontos CGTP - UGT, 
- ineficiência e falta de transparência da administração pública e das empresas públicas, incluindo desorganização, absentismo, corrupção,
- a excessiva centralização, 
- quadro geral de indisciplina social,
- desrespeito da legalidade e das regras
- desobediência à requisição civil,
- intermediários encobertos e tantos outros cidadãos ganhando fortunas e nada pagando ao Estado,
- contrabando institucionalizado, 
dificuldade em alterar estruturas internas, 
- etc.

Balsemão realçou bastante que, a permissividade, a clandestinidade, a corrupção, impedem a solidariedade, a liberdade, a democracia. 

Considerou errado e muito perigoso defender a licenciosidade em nome da democracia, atacar a actuação democrática disciplinadora, identificando-a com a repressão e a violência.

No final da página 357 Balsemão recordou o que disse em Janeiro de 1982 - a infração frequente das regras, a obsessão pelo golpismo de alcatifa, não se confinam às superestruturas políticas. 
Alastram ou procuram alastrar às estruturas e às infra-estruturas da administração pública, às autarquias, às próprias máquinas partidárias. 
Trata-se, no fundo, da tentativa de manter um regime informe e transitório, através do adiamento  da resolução da questão do regime.

E Balsemão, quando escreveu as últimas linhas da página 357, mostrou o seu espanto - é impressionante como tudo ou quase tudo isto, se mantém plenamente válido e, portanto, por resolver, no início da 3ª década do século XXI.

Não é pântano, não é lodaçal, é tudo isso e muito mais.

Ciente de que nenhum de nós, cidadãos, tem 100 % de razão, ou está 100 % a ver mal as coisas, reler isto que Balsemão escreveu, e depois despido de ideologias patéticas olhar com rigor e isenção  para a situação do Portugal do presente, para o tal "melhor país do mundo" que a super patética criatura glosou recentemente, cabe perguntar:

Estão resolvidas estas questões:
- do sistema de justiça,
- do gordíssimo Estado,
- da administração pública
- do sector empresarial do Estado,  
- do combate eficaz à corrupção, 
- da permissividade, do absentismo, 
- do desrespeito pelo património que é de todos, 
- do desrespeito da legalidade e das demais regras,
- da segurança, 
- da defesa,
- da definição que forças armadas o país deve ter, 
- do (des) ordenamento do território, 
- da política fiscal,
- da prestação de cuidados de saúde,
- dos cuidados e assistência a crianças e idosos,
- da degradação dos espaços públicos, 
do descrédito da política,
- da progressiva fragmentação social,
- da industrialização do país,
- do controlo da imigração, 
- das dificuldades de habitação em algumas zonas do país,
- do ensino,
- da colocações de professores,
- da habitual (de décadas) falta de escrutínio por parte da A.República,
- do despovoamento do interior,
- da gestão dos caudais de água dos rios nascidos em Espanha,
- do não haver NENHUM acesso a praias ilegalmente vedado,
- dos transportes públicos,
- da TAP,
- da ferrovia,
- das rodovias, auto-estradas, estradas nacionais e municipais,
- da promiscuidade entre negócios e política,
- da promiscuidade magistratura judicial-cargos políticos,
- da sustentabilidade da Segurança Social,
- do financiamento dos partidos políticos,
- da quantidade de fundações e observatórios,
- da comunicação social,
- da indústria e do comércio,
- da floresta,
- do fornecimento de água,
- das culturas intensivas,
- da agricultura, 
- da cultura, 
- das autarquias, 
- das regiões autónomas, 
- da poluição das águas e dos rios,
- da (não) fiscalização adequada das águas territoriais e ZEE,
- da inovação tecnológica
- do investimento público,
- do investimento estrangeiro,
- da banca,
- da poluição do ar, da poluição visual, do lixo?

ETC.

António Cabral (AC)

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

C U R I O S I D A D E S

Um bom amigo, com quem me meto a propósito de política e futebol (ele é benfiquista) responde-se por vezes assim: mauzinho!

Estou a falar disto a propósito das evocações de personalidades  por parte do inquilino de Belém publicadas no "sítio" de Belém.

Em baixo está a evocação sobre Laborinho Lúcio, onde eu sublinhei a parte em que Marcelo enfaticamente indica ter perdido um amigo.

Presidente da República evoca Laborinho Lúcio
23 de outubro de 2025

O Presidente da República manifesta a profunda consternação pela morte do Juiz Conselheiro Jubilado Álvaro Laborinho Lúcio, figura cimeira no domínio da Justiça.

Laborinho Lúcio esteve sempre à frente do seu tempo, aliava as suas ímpares qualidades profissionais a uma cultura humanística, a uma ética cívica e a um elevado sentido de serviço ao País.

Ecuménico na sua personalidade e na sua projeção na sociedade portuguesa, influenciou sucessivas gerações de juristas, sempre com trato afável e enleante.

Ao longo da sua vida exerceu elevados cargos ao serviço de Portugal, nomeadamente Ministro da Justiça, Ministro da República para os Açores, Deputado, Diretor do Centro de Estudos Judiciários.

Sempre na defesa dos direitos humanos, sempre na procura permanente da defesa intransigente dos direitos das crianças em todas as suas dimensões.

O Presidente da República, que perdeu hoje um amigo, apresenta à sua Família, ao Supremo Tribunal de Justiça e aos amigos de Laborinho Lúcio as mais sentidas condolências.

Ora, agora, estimados amigos, leitores e visitantes deste modesto blogue quase com 12 anos de idade, ADIVINHEM em que evocação muito recente não aparece esta frase - O Presidente da República, que perdeu hoje um amigo.

Sou eu que sou mauzinho? Pois !

António Cabral (AC)

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Da  DECÊNCIA

Quando escrevi sobre o Expresso e o passamento de Francisco Pinto de Balsemão, imensos políticos, jornalistas, comentadores e titulares de orgãos de soberania se tinham pronunciado sobre a figura e o papel de Pinto Balsemão na democracia portuguesa.

Quando escrevi a minha opinião não tinha encontrado ainda posições formais por parte do PCP, Livre, BE, PAN.

Ao aperceber-me agora que o PCP e o PAN já manifestaram pesar pela morte de Pinto Balsemão, e recordaram a sua marca na política e na imprensa, reconhecendo embora, como é legítimo, terem divergências com as posições de Pinto Balsemão, retrato-me quanto ao PCP e PAN.

Fica aqui, da minha parte que, portanto, o que escrevi, não se aplica à direcção do PCP e PAN. 

Como ainda não me apercebi de posições do Livre e BE mantenho a  opinião escrita no texto acima referido.

AC

Em Tempo (22Out2025, 1750 horas)

Apercebi-me agora que o Chega, que se tem de democraticamente respeitar pois muitos dos meus concidadãos deram-lhe 60 deputados mas é partido que está muito longe dos meus princípios e valores, fez uns comentários sobre Pinto Balsemão.

Como sempre respeito a opinião de outrem. Depois concordo ou discordo.

Neste caso, o mínimo que quero dizer para não ser demasiado rude é -lastimável, deplorável.

AC


Em tempo (22OUT2025, 2355 horas)

Acabei de ouvir que BE e Livre se pronunciaram, pelo que se aplica o que acima escrevi sobre o PCP e PAN.

AC

quarta-feira, 3 de setembro de 2025

Presidente da República homenageou Francisco Pinto Balsemão
01 de setembro de 2025

A Grã-Cruz da Ordem de Camões atribuída pelo Presidente da República, conforme anunciou no passado dia 10 de março
, aquando da cerimónia do Prémio Pessoa 2024, foi hoje entregue a Francisco Pinto Balsemão. (do "sítio" de Belém)

Será como que a compensar o relacionamento passado?

Recordo em seguida certas coisas,  textos meus.
E se aqui colocasse textos de Artur Portela . . . . .

MARCELO REBELO de SOUSA e BALSEMÃO
Republico em baixo um curto "post" de há tempos, recordando um comentário de Pinto Balsemão acerca de Marcelo, transcrito numa página de uma antiga revista do Expresso por ocasião de um aniversário do jornal.
Lembrei-me disto e também de ir reler umas afirmações de Balsemão no seu grosso livro acerca do cata-vento político Marcelo.

E lembrei-me disto tudo a propósito da queixa apresentada há dias ao MP por parte de um grupo de concidadãos (não publicamente identificados) indignados com um recente programa da SIC de Balsemão protagonizado por Ricardo Araújo Pereira e equipa, onde foram feitas algumas afirmações que, de facto, creio que pecaram por manifesto exagero.

E lembrei-me de tudo isto porque me continuo a interrogar se, para lá do exagero que refiro em cima, não haverá aqui algo mais fundo, do passado e do mais recente.
Que querem, interrogo-me.
AC

Manteiga, Comentador, Presidente perdão,  Comentador
… é na Assembleia Nacional, no princípio dos anos setenta, que o deputado Pinto Balsemão o conhece. "O Marcelo aparecia nas galerias da Assembleia a apoiar as intervenções dos deputados liberais. Depois vinha falar connosco a dar manteiga . . . . 
AC


IGUAL  a  SI  MESMO

Balsemão dá-lhe forte. Mas ele é Marcelo!

Além do que agora descreve, lembra e realça, Balsemão já em momentos anteriores não se escusou a salientar de forma clara  características do senhor. 

Por exemplo, e achei deliciosa, a sucinta descrição por parte de Francisco Pinto Balsemão, em 2013, recordada na revista do Expresso pelos 40 anos do jornal (página 61) sobre a pessoa Marcelo Rebelo de Sousa que, depois de estar nas galerias da AR a assistir às sessões (antes de 1974), ia falar com Balsemão e outros - "a dar manteiga".
Balsemão não esclareceu, e por isso ficará sempre por se saber se, era manteiga com ou sem sal, com 50% de gordura ou mesmo magra, ou ...............se a manteiga tinha ranço, coisa bem provável. 

Copio, com a devida vénia, e com gosto, esta "bonecada".

AC

VICHYSSOISE ou, a DAR MANTEIGA*

QUANDO ANDOU POR LÁ, NO TEMPO DO PAI, COMO CITAM CONHECIDOS MEUS ENTÃO TAMBÉM POR AQUELAS BANDAS LÁ BASTANTE AO SUL, JÁ SE PERCEBIA BEM O QUE VIRIA A SER EM CRESCIDINHO. EXEMPLOS DIÁRIOS NÃO FALTAM.

(*Como referido por Pinto Balsemão, página 61, Revista Expresso, 5 Janeiro 2013, comemorativa dos 40 anos do Expresso
AC

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

INFÂMIA, MENTIRAS, POUCA VERGONHA, DESPAUTÉRIO,
AUSÊNCIA de QUASE TUDO
Depois de interrogado por jornalistas, Francisco Pinto Balsemão declarou publicamente que, como conselheiro de Estado, lhe compete guardar silêncio profundo sobre o que se passa no Conselho de Estado, pelo que não se pronuncia contrariamente ao que os jornalistas gostavam.
 
Os jornalistas insistiram e forçaram respostas sobre a história da acta da última e pelos vistos cada vez mais polémica reunião do Conselho de Estado.

Disse - "As actas do Conselho de Estado serão libertadas daqui a 30 anos, se não me engano".
Disse - "Divulgar a acta, de maneira nenhuma". "Acho que isso seria muito mau para o funcionamento da instituição Conselho de Estado".

O meu vaticínio:
1 - Marcelo não quer de forma alguma divulgar a acta, pois ficava-se a saber muita coisa,
2 - Costa ficará contente pois assim pode continuar as suas narrativas
3 - Eventuais arautos de Marcelo pouco mais poderão vir dizer,
4 - A maioria dos portugueses está-se borrifando para isto, e nessa maioria muito considerarão que Costa tem razão.

Quanto ao vaticínio de Balsemão - ser muito mau para o funcionamento da instituição CE a eventual divulgação da acta - é mais um do sistema que quer a opacidade.

Aguardemos para ver se me engano.
AC 

segunda-feira, 9 de outubro de 2023

A  SIC

Enquanto tomo o café nesta manhã de 2ª Feira, depois do belo e reconfortante pequeno almoço caseiro e aldeão, são 0900 horas quando começo a escrever. Ligado o televisor para ouvir notícias sobre a "paz mundial" que vigora desde 1945 neste caso lá para o Oriente, vejo que a SIC tem novo visual. 

Dizem que é a pensar no futuro e muito digital (a minha mulher segreda-me que ouviu isto ontem ao inarrável irmão do inarrável primeiro).

Ora olhar para o futuro, para esta gente, olhar para o futuro é sempre muita fuga em frente e tratar de arranjar a vidinha, tipo dá cá o meu.

Olhar para o futuro será como abater um bocadinho a brutal dívida de 150 milhões anunciada pela revista que já pertenceu ao grupo de Balsemão?

Caro concidadão, se não tem apelido sonante, escusa de pensar nisso, nunca conseguirá concessões de empréstimos nem lhe autorizarão viver à tripa forra para lá de Cascais e com nobres dívidas brutais.

É a vida, já dizia o outro, o mole.

Tenham uma boa semana, e saúde. Lembrem-se, não se irritem hoje, pode causar-lhes úlcera, tenham presente que hoje estão muito bem, amanhã estarão pior. Espero que não de saúde.

AC

segunda-feira, 10 de julho de 2023

Manteiga, Comentador, Presidente perdão,  Comentador
… é na Assembleia Nacional, no princípio dos anos setenta, que o deputado Pinto Balsemão o conhece. "O Marcelo aparecia nas galerias da Assembleia a apoiar as intervenções dos deputados liberais. Depois vinha falar connosco a dar manteiga . . . . 
AC

terça-feira, 2 de junho de 2020

quarta-feira, 22 de abril de 2020

A  DAR  MANTEIGA
Acho imensa piada a uma sucinta descrição por parte de Francisco Pinto Balsemão, em 2013, e recordada na revista do Expresso pelos 40 anos do jornal (página 61) sobre a pessoa Marcelo Rebelo de Sousa que, depois de estar nas galerias da AR a assistir às sessões (antes de 1974) ia falar com Balsemão e outros - "a dar manteiga".
Balsemão não esclareceu, por isso ficará sempre por se saber se, era manteiga com ou sem sal, com 50% de gordura ou magra ou    ...............se tinha ranço.
AC