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segunda-feira, 9 de outubro de 2023

A  SIC

Enquanto tomo o café nesta manhã de 2ª Feira, depois do belo e reconfortante pequeno almoço caseiro e aldeão, são 0900 horas quando começo a escrever. Ligado o televisor para ouvir notícias sobre a "paz mundial" que vigora desde 1945 neste caso lá para o Oriente, vejo que a SIC tem novo visual. 

Dizem que é a pensar no futuro e muito digital (a minha mulher segreda-me que ouviu isto ontem ao inarrável irmão do inarrável primeiro).

Ora olhar para o futuro, para esta gente, olhar para o futuro é sempre muita fuga em frente e tratar de arranjar a vidinha, tipo dá cá o meu.

Olhar para o futuro será como abater um bocadinho a brutal dívida de 150 milhões anunciada pela revista que já pertenceu ao grupo de Balsemão?

Caro concidadão, se não tem apelido sonante, escusa de pensar nisso, nunca conseguirá concessões de empréstimos nem lhe autorizarão viver à tripa forra para lá de Cascais e com nobres dívidas brutais.

É a vida, já dizia o outro, o mole.

Tenham uma boa semana, e saúde. Lembrem-se, não se irritem hoje, pode causar-lhes úlcera, tenham presente que hoje estão muito bem, amanhã estarão pior. Espero que não de saúde.

AC

terça-feira, 1 de março de 2016

HÁ UMA SANHA PERSECUTÓRIA SOBRE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
Esta frase é, segundo li, da autoria de Pinto Balsemão, proferida há dias.
Há muito tempo que critico duramente jornalistas e donos de OCS. E creio que tenho grande parte de razão. Mas, também, creio nunca me ter esquecido de colocar nesses textos críticos o meu pensamento sobre o papel indispensável que uma comunicação social livre e independente tem numa democracia. Uma democracia nunca será sadia e madura e forte sem uma comunicação social decente.
Com respeito pelas opiniões diferentes, continuo a pensar que em Portugal continuamos muito longe disso.
Pinto Balsemão terá dito que o enfraquecimento de OCS é um rude golpe na democracia. Concordo.
Mas, já agora, mal que pergunte, como tem estado a IMPRESA no tocante a pagar bem, como defende Pinto Balsemão, para que haja jornalismo de investigação, jornalismo de qualidade?
É que, por um lado, tiradas grandiloquoentes mas, depois, conviria ver a prática destes doutores/ senadores (??).
Além disso, interessante as reservas no que se refere a tratar de obter transparência quanto à propriedade dos meios de comunicação social. Diz Balsemão, que isso tem obrigações que se tornam de difícil cumprimento. Pois.
Para já, vê sair vários dos seus antigos queridos para a RTP3.
Ah, bendito serviço público salvador.
Claro que foram para lá ganhar o mesmo ou menos do que ganhavam no grupo IMPRESA. Só para comprovar as queixas e teorias de Balsemão!!!
AC