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domingo, 30 de junho de 2024

A justiça panamiana absolveu os 28 arguidos no caso “Panama Papers”, a fuga de documentos de um escritório de advogados que ligava personalidades de todo o mundo a um vasto sistema de evasão fiscal.

A juíza Baloísa Marquínez absolveu os acusados de um crime contra a ordem económica sob a forma de branqueamento de capitais, ligado ao extinto escritório de advogados Mossack Fonseca, disse na sexta-feira a justiça do Panamá, num comunicado.

A juíza decidiu que as provas recolhidas nos servidores da Mossack Fonseca “não cumpriam a cadeia de custódia, bem como os princípios que regem a prova digital principalmente pela falta de valores de ‘hash’ [algoritmo matemático para transformar blocos de dados] que permitissem a certeza da sua autenticidade e integridade”.

Além disso, Marquínez concluiu que “as restantes provas não foram suficientes e conclusivas para determinar a responsabilidade criminal dos acusados”.

A juíza determinou ainda a extinção da ação penal no caso de um dos arguidos, Ramón Fonseca Mora, diretor e cofundador do Mossack Fonseca. O advogado morreu a 9 de maio, aos 71 anos, devido a uma pneumonia, disseram familiares à agência de notícias Efe.

Marquínez ordenou o levantamento das medidas cautelares contra todos os arguidos, entre os quais o advogado alemão Jürgen Mossack, sócio fundador do escritório juntamente com Fonseca Mora. Mossack foi absolvido de todas as acusações.

Obviamente que o resultado seria sempre este.
Era só o que faltava colocar completamente a nu as trafulhices de muitos por esse mundo fora. 
E os muitos incluem certamente altas chefias a vários escalões em inúmeros países e organizações.
De que viveriam os offshores e certos países que os acolhem, tal como a banca internacional tão amiga de certos depositantes?
AC 

domingo, 26 de março de 2023

É SÓ FUMAÇA
POVO É SERENO
Este é um dito célebre do falecido almirante Pinheiro de Azevedo.

Lembrei-me disto agora depois do anúncio de que na Alemanha um banco estoirou ou está quase estoirar.
Portanto, mais um, mas nada de preocupações, é lá longe!

Certamente à semelhança de Pinheiro de Azevedo, 
- estejam serenos, a Europa está imune a isso, e sobretudo a banca e economias nacionais estão fortes e recomendam-se.
Tal como a famosa gripezinha lá na China, nada chegará cá

Estejam serenos, Costa, Centeno e Medina velam por nós.

Preocupem-se com a seleção, a Cristina Ferreira etc., e se for preciso comam, não um brioche mas 1/3 de brioche, que a vida está cara.
AC

segunda-feira, 13 de março de 2023

BANCA

Silicon Valley Bank . . . . . Bummmm!

E outros?
A borrasca está lá longe, mas avança.

Entretanto, os tolinhos socialistas rejeitam comparações.

Só falta dizerem  - a Europa poderá estar em colapso mas Portugal estará firma como uma rocha.

À semelhança de uma tolinha que não se preocupava com gripezinhas! Viu-se!

AC

BANCA

Silicon Valley Bank . . . . . Bummmm!

E outros?

AC

quarta-feira, 2 de março de 2022

ALMOÇO  EM  LONDRES  JULHO  2001
Por razões profissionais, como foi acontecendo ao longo de 1999, e  2000, em 2001 tive muitas reuniões de trabalho quer dentro dos EUA onde tive de residir 3 anos, como na Europa (i.e., 3 na Islândia, 2 Alemanha, 1 Noruega, 1 Reino Unido, 3 Portugal).
Em Julho de 2001 tive reunião importante em Londres, cerca de 15 dias antes do dia de aniversário da minha mulher. A dita reunião acabava cinco dias antes desse aniversário. Meti uns dias de férias e celebrámos em Londres mais um dia importante das nossas vidas.

Quando a minha mulher chegou ao aeroporto eu estava à espera. O que nem eu nem ela nem muita gente imaginava é que, logo depois de recolher a bagagem, não pudéssemos recorrer ao Metro durante mais de duas horas. Todos sitiados no interior do aeroporto pois, soubemos depois, tinha havido ameaça de bomba em túnel e estação do Metro. Era/ foi mais um episódio dos vários pré-11SET2001.

Tudo isto vem a propósito desses dias felizes, em que celebrámos e nos divertimos. Mas vem sobretudo a propósito de um dos melhores almoços na capital Londrina, uma excelente refeição num restaurante russo.

Vem isto a propósito de que, eventualmente, por esse mundo fora dito Ocidental, a maioria das pessoas não terá noção sequer superficial da progressiva debandada de gente Russa para os EUA, Reino Unido e outras paragens, logo que se iniciaram tumultos na Rússia, antes da queda do último Czar. Reino Unido e concretamente Londres, muito escolhidos como refúgio de muitos endinheirados. Nas últimas décadas, foi-se sabendo muito mais, publicamente, das histórias dos oligarcas e seus negócios. O dono do clube Chelsea é apenas um dos muitos de que se ouve falar nos últimos anos. O peso que essa gente tem na City e na bolsa de Londres nunca se saberá publicamente, com todo o rigor. Tal como pouco ou nada badaladas as ligações empresariais de certos oligarcas incluindo dentro dos EUA.

Vem isto também a propósito das notícias sobre as sanções sobre gente russa poderosa, gente designadamente citada como "as elites russas fora da Rússia".

Naturalmente, não tenho conhecimentos concretos, leio e pesquiso coisas há muitos anos, e ouço o que anda agora a ser noticiado. 
Mas creio perfeitamente plausível que durante a II GG os nazis tenham tido sempre via aberta para certas zonas e localidades Suíças, como terão tido porventura a possibilidade de contactarem a banca Suíça.

Creio perfeitamente plausível, que nos bancos Suíços, nos bancos Londrinos, nos bancos Alemães, nos bancos Franceses, nos bancos Americanos, e nos bancos de muitos mais países Europeus e não só, muitos depositantes sejam certos Russos, reis das drogas, elites de certos países da ex-URSS, elites de países da América do Sul e Central, elites de certos países Asiáticos e Africanos, elites do Extremo e Médio Oriente.
É que dá muito jeito nos gordos balanços.
 
Na Europa, e nomeadamente em certos países, há décadas que certa gentalha guarda o dinheiro que obtém das mais diversas e "honestas" formas em bancos na Suíça, nos offshores, etc.! Idem para Canadá, México, EUA.
Guardar é o termo fofo. Esconder pode ser o equivalente da mesma realidade.

Há quem acredite que, parada que seja a brutal invasão Russatambém neste negócio bancário, tudo passará a ser diferente do que foi até há pouco.
Creio que a maioria acredita nisto, exactamente os mesmos milhões e milhões que esperam o seu bebé a chegar pendurado no bico de uma  cegonha.
AC