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terça-feira, 17 de maio de 2022

DIZER  LAMENTÁVEL  PARECE  POUCO
O festival da Eurovisão que, repito, nunca vi, nem este em que se adivinhava (acertei) quem o ganharia, terá sido excelente, bom, sofrível ou mau. Não me interessa. 
A noção que tenho é que destes festivais nunca saiu nada comparável à boa música ligeira, a portuguesa (embora tenhamos ganho um), francesa, inglesa, italiana, espanhola.

Este festival é uma das dezenas de áreas em que se pode observar muito do porquê de uma certa degradação da vida Ocidental. É a minha opinião. Como sempre, respeito opinião diversa.

No que me foco é que também aqui o que prevaleceu em muitos Europeus foi, NITIDAMENTE, a emoção e a comoção. Racionalidade? Qualidade das músicas concorrentes? Méritos? Hum…….

Mas deve estar tudo bem assim. 
Uma coisa que gostava de saber é onde anda a Greta. 
Posso estar distraído, mas não lhe conheço uma crítica pública à agressão/ invasão militar da Rússia. Coisa que para os meus padrões é INACEITÁVEL no século XXI.
AC

terça-feira, 1 de março de 2022

NÃO  DEVÍAMOS  SER  TODOS  SÍRIOS ?
Com sanções e roubo de recursos naturais, Ocidente impede reconstrução da Síria. O representante da Síria na ONU arremeteu contra EUA e UE por dificultarem os esforços do governo de Damasco para melhorar a situação humanitária no país.

Presumindo que o descrito supra que encontrei via NET seja a realidade toda, PERANTE ISTO, NÃO SE DEVIA SER SÍRIO, TAMBÉM?

Os bons sentimentos, as comoções, as emoções, as exaltações perturbam SEMPRE a razão
Nestes últimos anos têm caído apelos sucessivos para se ser, isto e aquilo, por isto e por aquilo, por estes e por aqueles.
Ora somos todos verdes, ecológicos, solidários, Charlie, mecenas, iguais, palestinos, migrantes, heróis, pela natureza, por Lisboa, Ucranianos, Europeus, Africanos, unidos, etc. 

Se muitos dos apelos têm razão de ser, cada vez mais me parece que há também muito de modas, de politicamente correcto, de manipulação exterior, e sempre pouca racionalidade, o não olhar para o todo.

É como andamos. Quanto à vergonhosa guerra do presente, aguardemos para ver se o louco Putin não faz pior do que já fez, e se não encontra oponentes não assim tão diferentes dele no lado onde costumava haver mais juízo. 
E digo isto porque, infelizmente, me parece que esse bem está a escassear. 
Fico aliás com a convicção de que alguns julgam que apagar a fogueira com gasolina de 95 octanas não tem grande mal. 
Quase parece que consideram que, mau seria apagá-la com gasolina de 98 octanas.
AC