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sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

PARA REFLEXÃO : 
* TRÊS ESTÁGIOS DE ELIMINAÇÃO NA VIDA*

Três Estágios de Eliminação na Vida:

Aos 60 anos, o local de trabalho começa a eliminar você. 
Aos 65 anos Você não terá mais espaços no seu trabalho, apesar da sua experiência e de suas realizações prodigiosas ao longo da vida. Não importa o quão bem-sucedido ou poderoso você foi durante sua carreira, você voltará a ser uma pessoa comum.

Portanto, não se apegue à mentalidade e ao senso de superioridade do seu trabalho anterior, deixe de lado o seu ego, ou você pode perder a sua tranquilidade, procure manter o seu foco na disciplina, no método, na determinação, na experiência e na sua capacidade de passar os ensinamentos aprendidos!

Aos 70 anos, a sociedade gradualmente irá eliminar você.

Os amigos e colegas que você costumava encontrar e socializar, se tornam cada vez menos presentes e dificilmente alguém o reconhecerá no seu antigo local de trabalho.

Não diga, "Eu costumava ser...", "Eu era..." ou “Eu fiz” porque a geração mais jovem não o reconhecerá e você não deve se sentir desconfortável com isso em nenhum momento. Você verá que só os amigos de bom papo e que você gosta de estar e escutar serão seus companheiros.

Aos 80/90, será a família que lentamente eliminará você.

Mesmo que você tenha muitos filhos e netos, na maior parte do tempo você estará vivendo com seu cônjuge ou sozinho, talvez rodeado por filhos e netos, mas irá verificar que eles falam mais entre eles do que com Você, não importa o chefe de Família que Você tenha sido, nem o quanto de prosperidade trouxe a sua Família. Quando seus filhos o visitarem ocasionalmente, será uma expressão de afeto e respeito, e então não os culpe por virem menos frequentemente, pois eles estão ocupados com suas próprias vidas, com seus próprios filhos. Novamente aqui só os velhos amigos que Você sempre se identificou e era prazeiroso estar e conversar com eles é que irão lhe procura.

Depois dos 90, a Terra é que buscará eliminar você.

Nesse ponto, não fique triste ou desanimado, pois esse é o curso natural da vida e todos os previlegiados por Deus com vida longa, certamente seguirão esse caminho.

*Do pó viestes e para o pó voltarás!*

Portanto, enquanto nossos corpos ainda são capazes, temos boas energias, estamos lúcidos e ainda admirado pelos velhos amigos e companheiros de luta, vivamos a vida ao máximo, principalmente sempre encontrando quem gostamos!

Participe dos encontros, coma o que você quiser, beba o que desejar, brinque e faça as coisas que você ama.

Mas o importante é lembrar que aqueles que nunca irão eliminar você serão, provavelmente, o seu grupo de amigos.

Então, participe mais em sua vida encontrando os amigos, cultivando a amizade mesmo na velhice, participando nos grupos de amigos e suas redes sociais, mande um bom dia e diga um olá sempre, mantenha sua presença, seja feliz e não tenha arrependimentos!"

Afinal Você será sempre lembrado se for Luz por onde passar!

Dedicado aos Amigos de longa data…


Este texto não é meu. 
Partilho de quase tudo o que expõe.

Este texto foi-me endereçado por um homem da minha profissão, que sempre considerei, que estimo, que respeito.
Creio que sei quem é o autor, e se estou certo, um Homem que igualmente respeito e considero.

A vida é bela, mesmo quando nos "assalta" com coisas terríveis.
Há que a viver o melhor possível, e agradecer a vida que temos.

AC

domingo, 22 de dezembro de 2024

Todos
amigos, conhecidos, homens da minha profissão, leitores,
que têm a gentileza de visitar este modesto blogue
(a minha única rede social), 

e esperando que estejam bem, ou pelo menos o melhor possível assim como as respectivas famílias, os meus votos amigos para que tenham o melhor Natal possível.
Que 2025 não vos seja adverso.

Felicidades.
Saúde.

António Cabral (AC)




domingo, 11 de agosto de 2024

PASSADO
Como me recordou hoje um bom amigo, antes de eu partir para o velório em Cascais, "o passado não é o que vai passando mas o que vai ficando".

Além disso, e entre muitas outras coisas importantes, importa reter que "aqueles que passam por nós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós".

AC

quarta-feira, 5 de junho de 2024

. . . . . . . .
I N T E R V A L O
. . . . . . . .
 
Bom dia

Acabou o intervalo.

Fui lá e. . . . felizmente já voltei.

A intervenção cirúrgica correu bem. Cheguei a casa umas horas mais cedo do que inicialmente previsto.
Agora há que esperar a convalescença e que decorra sem sobressaltos.

Ao ter dado notícia de que ia enfrentar uma nova etapa da vida, ao partilhar aspectos da vida privada (o que raramente faço) não pretendi maçar.

Mas, podendo as coisas correrem mal entendi que, muitos dos que fizeram/ fazem parte da minha vida, independentemente de tudo o mais incluindo divergências e diferentes visões do mundo e da vida, tinham o direito de saber que eu os considerava e estimava, e por isso aqui escrevi e enviei mensagens a muitos, amigos e conhecidos civis e militares.

Numa forma porventura pouco habitual, entendi salientar, que nascemos, vivemos em grupo, com valores, um dia nos finamos. 

No silêncio do quarto do hospital, recordei muita coisa e, particularmente, os que já não estão entre nós.

Termino, agradecendo penhorado as manifestações de solidariedade. Bem hajam.
Saúde e vida longa para todos.

António Rodrigues Cabral

sexta-feira, 22 de março de 2024

AINDA A PROPÓSITO DE LEGADOS DE COSTA
Os números divergem consoante fontes e órgãos de comunicação social que os reportam.
Mas, provável e infelizmente se disser que, portugueses pobres, cadenciados, a passar mal, poderão rondar os 4 milhões, se calhar não erro muito.

Desde os anos oitenta do século passado começaram a chover milhões vindos da CEE/ UE. 
Muitos certamente bem aplicados mas, estou convicto, que muitos milhões foram parar a certos bolsos indevidamente, por via fraudulenta.

Estou a lembrar-me de um caso, que ainda mais foi engordando com os trabalhadores mencionados nos relatórios de formação e outras coisas (trabalhadores fictícios), lucros crescentes que deram para ir comprando por exemplo a maior ou quase maior empresa no país, enquanto paralelamente depois de 25 de Abril foi destruindo as fábricas concorrentes das suas.
Dizia-se dele, antes de 25 de abril de 1974, que até tinha propriedades na Roménia.

Vem isto a propósito de Costa.
Um país pobre e cada vez mais cheio de pobres.
Um país onde muitos conhecem o que significa solidariedade.

Mas dá que pensar, olhar os milhões de pobres em Portugal e ver depois quase quatro dezenas de milhões para um museu em Angola para vir a vilipendiar Portugal, mais milhões para aqui e para acolá.
Agora, parece, irão ser doados mais uns milhões, desta vez para o Hamas. Enfim, solidariedades. 
Que solidariedade sentirão na pele muitos melhores de portugueses?
AC

domingo, 31 de dezembro de 2023

PATRIMÓNIO  EDIFICADO

Um solar magnífico. Na Beira-Alta.
Já aqui não passo há talvez 8 ou 9 anos. 
Esta fotografia deve ter cerca de quase 20 anos.
Diz-nos muito. Era da avó paterna da minha mulher.
Não está na família há várias décadas, e não por razões da chamada aristocracia falida.
Foi um bom negócio, ao que sei, e deu para, a partir de uma formidável quinta que também existia, e com os proventos muito relevantes que dela tiravam, o avó paterno da minha mulher deu/proporcionou aos irmãos e a outros elementos familiares a instrução necessária para terem como tiveram ferramentas para a vida, um modo de vida.
AC

terça-feira, 1 de março de 2022

NÃO  DEVÍAMOS  SER  TODOS  SÍRIOS ?
Com sanções e roubo de recursos naturais, Ocidente impede reconstrução da Síria. O representante da Síria na ONU arremeteu contra EUA e UE por dificultarem os esforços do governo de Damasco para melhorar a situação humanitária no país.

Presumindo que o descrito supra que encontrei via NET seja a realidade toda, PERANTE ISTO, NÃO SE DEVIA SER SÍRIO, TAMBÉM?

Os bons sentimentos, as comoções, as emoções, as exaltações perturbam SEMPRE a razão
Nestes últimos anos têm caído apelos sucessivos para se ser, isto e aquilo, por isto e por aquilo, por estes e por aqueles.
Ora somos todos verdes, ecológicos, solidários, Charlie, mecenas, iguais, palestinos, migrantes, heróis, pela natureza, por Lisboa, Ucranianos, Europeus, Africanos, unidos, etc. 

Se muitos dos apelos têm razão de ser, cada vez mais me parece que há também muito de modas, de politicamente correcto, de manipulação exterior, e sempre pouca racionalidade, o não olhar para o todo.

É como andamos. Quanto à vergonhosa guerra do presente, aguardemos para ver se o louco Putin não faz pior do que já fez, e se não encontra oponentes não assim tão diferentes dele no lado onde costumava haver mais juízo. 
E digo isto porque, infelizmente, me parece que esse bem está a escassear. 
Fico aliás com a convicção de que alguns julgam que apagar a fogueira com gasolina de 95 octanas não tem grande mal. 
Quase parece que consideram que, mau seria apagá-la com gasolina de 98 octanas.
AC

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

ASSIM  PENSAM  VÁRIOS
Cada vez que eu voltava do trabalho, a pé, dava 5,00 € a um mendigo, que encontrava já perto de casa, no princípio do jardim público.
Com o passar do tempo comecei a dar-lhe menos, passei para 2,00 € e mais recentemente apenas 1,00 €.
Há dias, depois de aceitar mais 1,00 €, o mendigo perguntou-me porque eu tinha baixado a esmola e respondi:
- Eu dei-lhe 5,00 € enquanto solteiro. Entretanto casei-me e passei a dar-lhe então os 2,00 €. Recentemente, nasceu o meu primeiro filho e passei assim a dar-lhe apenas 1,00 €.
Não é que o mendigo me respondeu:
- Engraçado, então quer dizer que você anda a sustentar a sua família com o meu dinheiro?

Assim pensam muitos.

AC

terça-feira, 17 de agosto de 2021

DIGA-ME  O  QUE  FAZ  NA  VIDA

É uma pergunta que muitas vezes é feita entre cidadãos, do mesmo ou de outro país.

De acordo com José Tolentino de Mendonça, Simone Weil terá respondido um dia - "interesso-me pela humanidade".

Na sociedade contemporânea, é normal/ habitual interessar-me-nos pelo que fazem algumas pessoas como, banqueiros, políticos, governantes, titulares de órgãos de soberania, jornalistas, militares, autarcas, professores, investigadores, etc.

E quando nos interrogamos quanto ao que fazem certas pessoas, encontramos cada vez mais coisas e situações de bradar aos céus, como é uso dizer-se.

Um dos divertimentos possíveis nesta temática é, com assiduidade, vasculhar o diário da República da 2ª série, onde são publicados quadros de pessoal, nomeações etc.

Entre muitas coisas de chorar a rir nessas pesquisas é, por exemplo,  certo tipo de louvores. Em todos os tempos e com todas as cores políticas, tem havido louvores inacreditáveis, mas com os socialistas geringonças têm aparecido alguns casos de nos rebolarmos no chão a rir. Por exemplo, louvar chefes de gabinete, ou assessores, porque são muito queridos e seres humanos jovens mas já cheios de competências.

Depois, em outra perspectiva, há alguns que fazem da vida a apologia do bem (?) querendo que tudo se faça sem alarmes e facilitismos. Sempre em berço de oiro.

Algumas outras pessoas passam o tempo a contar a sua verdade em nome da dignidade, com artigos laudatórios nos grandes jornais, ainda que saibam que aquilo que contam ter acontecido não ocorreu como dizem. Indignidades aos pontapés, sempre a bajular e idolatrar "chefinhos" ou "ex-chefinhos". Arrastam-se e à sua pretensa dignidade pelo lamaçal da demagogia e da mais ordinária propaganda, quando não, essencialmente, pela mentira desavergonhada. Então no realçar, DETURPANDO, casos autárquicos, há por aí um festival de descarada ausência de vergonha na cara. Seres de saias e de calças!

AC

domingo, 9 de maio de 2021

AS   DESCULPAS   ESFARRAPADAS

Alegra-te Sanchez, há mais vida para além da tua derrota em Madrid, disse-lhe Costa depois da cotovelada protocolar. E lá partiram os dois animadíssimos para a conferência do social.

Acho uma delícia os escritos que estão a sair sobre esta conferência, sobre esta verborreia de Costa e outros, ah e ainda os ataques a Biden à conta das vacinas. Um espectáculo, esta cimeira social da UE. Com ela, com as prendas, com as lautas refeições e entretenimento com que nós sabemos receber, Costinha tenta ganhar pontos para se abalançar ao lugar do boçal Michel. Veremos.

Mas isto tudo a propósito do título que escolhi, "as desculpas esfarrapadas". Naturalmente que posso estar completamente enganado, mas quer Merkel quer o holandês não quiseram dar para este peditório, para esta encenação do social, não quiseram e não querem. E não é de agora.

À boa maneira "sucialista" toca de engendrar algo para que outros paguem e nós fiquemos com os louros. Combate às desigualdades, salários condignos......espera, deixa-me ir verificar os meus registos sobre as posições de Costa, Centeno e etc., quanto ao salário mínimo cá pelo burgo.......pois, ok,….. já percebi. A mentalidade vigarista do costume, à boa maneira do Phil Collins - faz o que eu digo, não o que eu faço!

Mas produzir riqueza cá dentro isso não interessa para nada, como dizia o safardana do Sócrates. Costa, como sempre, quer que alguém pague a solidariedade, a coesão. Muitas bazucas, muitos canhões. Será que Merkel e o holandês estão pelos ajustes?

Quanto às vacinas, o sr Biden está a tratar dos seus problemas internos e está, aparentemente, a borrifar-se para a Europa e não só. Faz bem, faz mal? É outra discussão. 

Por mim, Merkel e o holandês não estão para aturar isto e esta gentalha, e a pandemia serve de boa desculpa. Mas a realidade creio bem, é outra. Eles fazem contas, não são de desvarios. Se calhar por não terem quase 50 pessoas no gabinete como o sr Costa que, para seu azar, também não conseguiu ter cá o Indiano teoricamente amigo. Vamos aguardar e, entretanto, lidar com as realidades concretas que nos afligem mas não afligem esta gentalha indecente.

AC

segunda-feira, 27 de julho de 2020

CIVISMO, DIGNIDADE, EDUCAÇÃO, RESPEITO.
Sociedades, Nações, Países, Pessoas.
As três primeiras não são propriamente pessoas, mas são as pessoas que as enformam.
Hoje em dia várias pessoas defendem que um dos efeitos da pandemia Covid-19 será os seres humanos caírem em si e, em consequência, irá aumentar a solidariedade, a compreensão, o respeito mútuo. Entre os países e entre as pessoas.

Pela minha parte tenho as maiores reservas sobre isto, aliás, tenho mesmo as maiores dúvidas que haja modificações relevantes nessa matéria.
Começar com coisas simples, relativamente a pessoas, pois quanto a países basta atentar nas últimas 3 semanas.
No dia a dia, as frases simples - pedir desculpa, pedir licença, agradecer - que uso lhe é dado por muitas pessoas?
Um uso constante delas seria um bom contributo para melhorar a nossa vida e a relação de uns com os outros.
Muitas vezes vale a pena observar as coisas à nossa volta começando pelas “cenas” corriqueiras do dia a dia, pelo quotidiano da vida das pessoas.
> Na pastelaria - "Quero um café".
Esta frase simples ouço-a recorrentemente, todos os dias e proferida por pessoas diferentes, e são muitas, engravatadas ou não.
Mas vários outros e outras, como eu e minha mulher - bom dia, se faz favor, quero dois cafés, um mais cheio, um pão de sementes torrado com pouca manteiga, e um croissant folhado simples. Obrigado.
> No supermercado - quer o nº de contribuinte na sua factura? 

Sim, se fizer favor
Observo que muitos, á pergunta do caixa respondem apenas com o nº do contribuinte. Depois de conta paga, não são muitas as pessoas que dizem - obrigado, tenha um bom dia.
> Na farmácia - Tem máscaras? Invariavelmente, a frequência da ausência de “um obrigado” é assustadora.
> No posto de combustíveis - "quero atestar o carro", e o obrigado é caso raro.
> Quando do infortúnio - de familiar, amigo ou colega de curso ou colega de profissão, uma regra muito frequente - deixar uma coisa qualquer nos facebook!!!!

Creio que sofremos de um grave défice de ternura e de simpatia. Perante familiares, amigos, colegas, vizinhos.
Faltam imenso os pequenos gestos.
Respeitar, saber respeitar, fazer-se respeitar. Para muitos parece complicadíssimo.

Respeito de uns pelos outros, desde logo nas coisas mais básicas, no quotidiano.
Claro que a falta de respeito constante para com os cidadãos comuns por exemplo por parte dos titulares de orgãos de soberania ajuda muito a este lamentável estado de coisas.
AC

sexta-feira, 24 de abril de 2020

UE,.......Ah......a....... SOLIDAREDADE
No meu longo post de ontem a propósito da UE, da Holanda, da solidariedade, na parte final do post atrevi-me a sugerir aos incautos que pensem nas questões internas dos países e designadamente na Alemanha. Concretamente lembrei o tribunal constitucional alemão.
Já aí estão notícias a falar no tribunal constitucional.
Não, não sou bruxo.
Basta apenas ter,
> algum interesse em estar informado, 
> algum interesse em história e nomeadamente da Europa, 
> algum interesse e esforçar-me por saber alguma coisa de relações internacionais, 
> algum interesse e esforçar-me por saber alguma coisa de geo-política e estratégia,
> algum interesse e esforçar-me por saber alguma coisa da história do meu País,
> e conhecer directamente e em muitos casos indirectamente mas com informação segura, uma série de canastrões que há décadas se servem e quase nada servem o País.
Oxalá eu me venha a enganar, mas uma coisa é idealizarem e concordarem no conselho europeu num determinado plano, outra bem diferente é chegar ao dia em que cada país abre as gavetas do dinheiro. 
Pode ser que todos façam o gesto para as abrir, mas não me admiraria que a Alemanha se calhar diga que perderam a chave da gaveta!
Sim, os tratados falam em solidariedade, e não falam na defesa dos interesses de cada País, isoladamente. Pois.
AC

quarta-feira, 22 de abril de 2020

EUROBONDS,   CORONABONDS
Quase me apetece dizer - Bond,......James Bond.
Não tenho formação em economia, finanças ou gestão.
De economia e finanças caseiras percebo, e sempre tive uma vida familiar relativamente modesta mas muito equilibrada, nunca dei passos maiores que as pernas, investi quanto e quando pude desde décadas atrás e assim tenho prosseguido, com cautelas, com prudência, mas arriscando alguma coisa em épocas favoráveis e contraindo dívidas ao longo de décadas mas sempre de modo a poder pagá-las. Hoje está tudo pago.

Isto a propósito do assunto em título, depois de ler uns escritos por cá, e de ler uns lá de fora, incluindo palavras da bonita/ simpática Sra da comissão UE, que é ALEMÃ, incluindo palavras do demagogo Costa Espanhol, incluindo as palavras do "chefinho" do Europrupo anunciando números com muitos zeros.
Bonds de certeza que não são coisa milagrosa, e como todas as dívidas, terão que ser pagos.
Mas, ou eu estou a ver mal, ou mesmo os sacripantas tugas que há 3 a 5 anos clamavam contra tudo o que era UE agora falam e defendem Bonds. Ou tenho lido mal? Admito sempre poder estar errado.
Mas uma coisa tenho a certeza, papelinhos com esse ou outro nome, terão que ser pagos um dia, mesmo que eles cedam e seja só parte a pagar. Costa e malta PS como lembrava a dama de ferro, querem o dinheiro dos outros, todo a fundo perdido. 
Eu também gostava que me oferecessem um Porsche 911!
Aguardemos. 

Portanto por cá querem sobretudo é fiado.
Juntaram dinheiro quando o deviam ter feito?  
Não.
Criaram mais clientelas para os votos, penduraram mais gente na máquina do Estado, e ficaram convencidos que os elogios lá de fora à política Costa/ Centeno eram genuínos e verdadeiros. 
Os pirosos nunca distinguem as diferenças entre o que ouvem e a dura realidade.
Agora chucha-se no dedo, mas gritam pela solidariedade.
Eu sou português, revolta-me o que esses países se preparam para nada conceder que não o agravamento da nossa dívida.
Mas revolta-me ainda mais a inépcia e a incompetência e a corrupção neste desgraçado Portugal, que se arrasta depois de 1700, com sucessivos empréstimos de lá de fora, com sucessivos acordos ruinosos, com o passar do tempo gasto em tricas entre monárquicos, monárquicos-republicanos, republicanos-republicanos, militares-estado novo, estado novo-militares, militares-militares, e mais tricas políticas e sempre, nada de desenvolver o País, A SÉRIO.

Desconfio que Alemanha, Holanda, Finlândia, Áustria, por exemplo, não estejam nada virados para fiar à balda. 
São uns malvados. 
Para começar, e em relação à reunião desta 5ª feira do Conselho Europeu, já os importantes anunciaram que na 5ª feira nada vai ser decidido. 
Entretanto, Centeno desdobra-se em discursos e espalha estapafúrdios acrónimos (SURE, MEE, BEI, UEM, PIB, MERCADO ÚNICO, COMISSÃO, EUROGRUPO, CONSELHO EUROPEU, QUADRO FINANCEIRO PLURIANUAL, BCE, EUROBARÓMETROque 99,9999% dos tugas não perceberá nem quer perder tempo com isso. Interessa-lhe é se terá dinheiro para alimentar a família.

A minha interpretação é que vão deixar por exemplo o Sanchez discursar, explanar-se, chorar-se, orar à virgem, pensando que está no tempo da Espanha da invencível armada e que os impressiona e amedronta e, depois, sorriem-lhe - "tenha paciência oh Sanchez"....
Por cá, se lessem história, se se lembrassem que no processo de desmembramento da Jugoslávia ainda não havia reconhecimento internacional á Croácia já a Alemanha lá estava sob várias formas...........fiem-se no velho Schumann fiem, .............
Alguém que explique a estes tolos bimbos que se pelam por andar de Falcon, o que são os interesses e como se preparam as coisas num País tendo em vista vir a assegurar os interesses nacionais. 
E, já agora, lembrem a estes pirosos tótós os antigos impérios na Europa. 
A história ajuda a perceber muita coisa, o que são mercados e zonas de influência de países e, como decorridos muitos anos, os interesses persistem, vão mudando as armas na diplomacia internacional, menos armas letais, mas mais letalidade económica, financeira, industrial, comercial, tecnológica, desenvolvimentista, de conhecimento.

Esquecem-se estes parvalhões cá por casa, que aos outros interessa-lhes os votos das populações deles, estão-se borrifando para quem votará ou não no Costa e no Marcelo ou no Rio.
Esquecem-se estes parvalhões cá por casa, dos problemas constitucionais que estes assuntos do dinheiro implicam, dos critérios a definir, que implicações subjacentes, como se controlam a sério os empréstimos.
Ou julgam que eles lá fora já se esqueceram das pouca vergonhas que reinaram por cá com os diversos fundos europeus?
Solidariedade, no plano internacional, sempre foi apenas......q.b.
AC

domingo, 5 de abril de 2020

sexta-feira, 27 de março de 2020

ESTAMOS   PERANTE   o   QUÊ ?
Uma pandemia que se afigura terrível, isto é certo.
§ Uma crise social mundial?
§ Uma crise económica mundial?
§ Complicações graves a nível da UE?
§ Uma desunião Europeia?
§ Risco de alguma desintegração na UE?
§ Projeções catastrofistas em Portugal por parte de alguns?
§ Projeções essas que não terão tido em conta por exemplo, o lado humano, comportamental?
§ Titulares de orgãos de soberania irresponsáveis, dado o atraso na tomada de decisões?
§ Ausência de coordenação a nível nacional?
§ Ausência de coordenação a nível Europeu?
§ Uma OMS frouxa e comprometida com algum país?
§ Uma inversão das práticas governamentais como por exemplo, passar a pagar a tempo e horas a fornecedores?

Pessoalmente creio que a missa ainda nem começou quanto mais a procissão organizar-se e sair da igreja.
Aguardemos.
António Cabral (AC)

domingo, 22 de março de 2020

M  U  I  T  O     B  O  M      D  I  A
A todos,
familiares, amigos, homens e mulheres da minha profissão, visitantes, leitores,
a todos, os meus votos para que estejam bem e assim continuem.
TENHAM um BOM DOMINGO
António Cabral (AC) (agora chamam-me velho pelas televisões....)

quinta-feira, 21 de março de 2019

HÁ CADA CHATICE
Na sequência da tragédia que se abateu sobre o Norte de Moçambique, as nossas autoridades decidiram e muito bem, dar um contributo para tentar minimizar aquela tragédia.
Presumo como possível, que entre os cerca de 40 militares que partiram esta madrugada vários se terão voluntariado. 
Sei que é coisa que no passado já aconteceu.
O que eles não sonhavam, é que lhes caía em sorte, no aeroporto antes da partida para uma longa viagem de 30 horas, ter que aturar aquela maltosa sempre a fazer propaganda, ter de cumprimentar tanto sujeitinho.
(foto da TSF online)
Ah, soube por um amigo, que o PAN está furioso, eles não cumprimentaram o cão da GNR.
AC

sexta-feira, 20 de abril de 2018

A VIDA
A vida é como é, diz-se commumente.
A vida é fácil para uns quantos, difícil para a maioria, trágica para outros e logo desde novos. Há altos e baixos, momentos alegres e boas recordações, momentos muito tristes.
As circunstâncias da vida fazem com que, sobretudo depois de se  abandonar a vida profissional activa, menos nos encontremos, e acaba muitas vezes por seguir-se os afastamentos. 
É a vida, já dizia o outro.
Mas em relação a vários amigos e homens da minha profissão que há muito deixei de contactar e de encontrar, não esqueço em relação a nenhum deles o que me ajudaram ao longo da vida, o que me ensinaram, o que me marcaram, e a amizade e companheirismo que generosamente me dispensaram. 
Esta sexta -feira fica para mim marcada como um dia triste, pois falei por telefone com um desses, muito doente, um cidadão integro, vertical, que muito prezo e respeito.
É um dia triste mas, como sempre, não perco a esperança, a esperança de que o Vasco venha de facto a conseguir ultrapassar esta muito difícil e dolorosa fase da sua vida.
AC