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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

PIC  NIC


Grande encontro de familiares (até 4º grau) estendido a alguns amigos mais especiais.

Um casal, entre filhos, netos (e conjugues) e já bisnetos são 29!

Dia bem passado, imensa gente, alguns não encontrados há largo tempo.

Sol completamente coberto todo o dia, menos calor e algum vento. Água da piscina óptima. Alimentos e bebidas excelentes.

AC

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

"Sempre imaginei o paraíso como uma grande biblioteca"   Jorge Luis Borges (1899-1986).

A propósito do inesperado falecimento de um dos nossos de que acabámos de saber mais de 15 dias depois, um bom amigo recordou mais uma vez esta frase de "Borges".

O Artur estará porventura no paraíso.

Tenho como certo que Lhe é devido um mais que merecido repouso. Descansa em Paz.

Um dia nos reencontraremos.

António Cabral (AC)

domingo, 9 de agosto de 2026

AMIZADE

UM  AMIGO  É  ALGUÉM  QUE  FOI  CAPAZ  DE  OLHAR,  MESMO  QUE  POR  UM  SEGUNDO  APENAS,  O  FUNDO  DA  NOSSA  ALMA  E  TRANSPORTA,  DEPOIS,  CONSIGO  ESSE SEGREDO,  DA  FORMA  MAIS  GRATUITA  E  INOCENTE.
E  NÓS  RETRIBUÍMOS  O  MESMO.
(Cardeal José Tolentino de Mendonça)

Um amigo não é, provavelmente, aquele que convoca um almocinho passados anos ou, se não compareceu ao funeral do nosso irmão, ao menos podia ter telefonado a apresentar as condolências. 

Um amigo verdadeiro, e independentemente de nos telefonarmos de vez em quando e só nos conseguirmos ver a espaços grandes, é aquele que de facto esteve no funeral do nosso irmão, e que comunga dos mesmos valores e princípios.  
(Eu)

Bom dia, Bom Domingo.
Saúde, Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades, boas férias.

AC

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Republico

Os AMIGOS,  a AMIZADE

Os amigos revelam-se

Pode ser esclarecedor recordar que o termo latino para a amizade, amicitia, deriva da raiz am, que no latim popular designa "mãe" (amma).

A etimologia da amizade reenvia-nos, assim, não para uma qualquer experiência casual, mas para a memória daquela afeição primeira que estrutura silenciosamente a existência.

Por isso, na sua espantosa leveza e sem alardes, a amizade dialoga com coisas muito fundas dentro de nós: faz-nos reviver o primeiro amor com que fomos (ou não fomos) amados; toca as nossas feridas, mesmo as que não conseguimos verbalizar; transmite-nos confiança para sermos o que somos e como somos; estimula-nos a progredir vida fora.

Nem todas as nossas amizades chegam a tomar consciência da extraordinária viagem interior que as mobiliza. 

Porém, mesmo quando a amizade parece simplesmente prosaica, é este programa que realiza, pois há sempre um instante em que os verdadeiros amigos se revelam como aqueles que estão dispostos a acompanhar-nos aconteça o que acontecer.

Não esperamos nada dos nossos amigos, e essa franqueza é fundamental. Mas, não esperando nada, esperamos tudo, na medida em que a sua existência nos permite existir.

A doçura da amizade é equivalente a esse seu rigor mais infrangível: o meu amigo é este próximo que não deixa de ser distante.

Mas é também o distante que sabe tornar-se próximo e intimo. Por isso, não é a posse que conta na amizade, mas a feição, a dádiva atuada no desprendimento.

(José Tolentino de Mendonça)

*********************************************

Ao olhar a realidade da vida este texto dá que pensar.

Olho o presente, contabilizo o passado no que a amizades diz respeito.

Pessoas conhecidas tenho imensas.

No plano profissional conheço dezenas e dezenas, dos acima do curso de formação, e tenho também presente muitos dos 3 cursos abaixo do meu. É muita gente ou melhor, já menos pois a lei da vida tem ceifado muita gente, ainda que resistam uns quantos acima dos 90 anos.

No plano social conheço gente que nunca mais acaba. Só no âmbito da medicina e da enfermagem e como aqui por mais de uma vez referi conheço directamente muita gente e superficialmente uns quantos por intermédio daqueles.

Quando reflito seriamente quanto a amigos, quanto a amizades, e olhando os últimos parágrafos do texto do Cardeal, amigos amigos  tenho talvez uns quatro ou cinco civis pois já desapareceram três que me eram muito próximos.
Amigos amigos militares terei também 4 ou cinco.

Refiro-me portanto aqueles que nem "dou por eles", de quem nada espero e tudo espero.

Mas creio que posso dizer com segurança que para além destes tenho vários que além de a espaços me manifestarem estima e consideração são daqueles que estariam por mim se necessário.

Infelizmente, mas é a realidade da vida, e a começar pelos que se formaram comigo, amigos sérios de amizade profunda conto dois.
Não me comovo com palavreado oco que esporadicamente aparece.
As amizades não se medem em almocinhos.

E o mesmo se aplica no plano social como referi já, amizades profundas são poucas.

Há muito convívio, confraternização, almoços, telefonemas, mas . . . . . 
Quanto à família, primos, cunhados, sobrinhos, é o mesmo.
Firme, como rocha, os filhos e os netos, e a "trave mestra" que comigo os construiu.

Bom dia. 
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. 
Boa sorte, felicidades.

António Cabral (AC)

segunda-feira, 6 de julho de 2026

RELEMBRANDO

Oração pelos amigos 

Obrigado, Senhor, pelos amigos que nos deste. 
Os amigos que nos fazem sentir amados sem porquê. 
Que têm o jeito especial de nos fazer sorrir. 
Que sabem tudo de nós, perguntando pouco. 
Que conhecem o segredo das pequenas coisas que nos deixam felizes. 
Obrigado, Senhor, por essas e esses, sem os quais, caminhar pela vida não seria o mesmo. 

Que nos aguentam quando o mundo parece um sítio incerto. 
Que nos incitam à coragem só com a sua presença. 
Que nos surpreendem, de propósito, porque acham mal tanta rotina. Que nos dão a ver um outro lado das coisas, um lado fantástico, diga-se.

Obrigado pelos amigos incondicionais. 
Que discordam de nós permanecendo connosco. 
Que esperam o tempo que for preciso. 
Que perdoam antes das desculpas. 
Essas e esses são os irmãos que escolhemos. 
Os que colocas a nosso lado para nos devolverem a luz aérea da alegria. 
Os que trazem, até nós, o imprevisível do teu coração, Senhor.

Cardeal José Tolentino de Mendonça


Bom dia, boa 2ª Feira, bom início de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte, felicidades.

António Cabral (AC)

sábado, 30 de maio de 2026

Os AMIGOS,  a AMIZADE

Os amigos revelam-se

Pode ser esclarecedor recordar que o termo latino para a amizade, amicitia, deriva da raiz am, que no latim popular designa "mãe" (amma).

A etimologia da amizade reenvia-nos, assim, não para uma qualquer experiência casual, mas para a memória daquela afeição primeira que estrutura silenciosamente a existência.

Por isso, na sua espantosa leveza e sem alardes, a amizade dialoga com coisas muito fundas dentro de nós: faz-nos reviver o primeiro amor com que fomos (ou não fomos) amados; toca as nossas feridas, mesmo as que não conseguimos verbalizar; transmite-nos confiança para sermos o que somos e como somos; estimula-nos a progredir vida fora.

Nem todas as nossas amizades chegam a tomar consciência da extraordinária viagem interior que as mobiliza. 

Porém, mesmo quando a amizade parece simplesmente prosaica, é este programa que realiza, pois há sempre um instante em que os verdadeiros amigos se revelam como aqueles que estão dispostos a acompanhar-nos aconteça o que acontecer.

Não esperamos nada dos nossos amigos, e essa franqueza é fundamental. Mas, não esperando nada, esperamos tudo, na medida em que a sua existência nos permite existir.

A doçura da amizade é equivalente a esse seu rigor mais infrangível: o meu amigo é este próximo que não deixa de ser distante.

Mas é também o distante que sabe tornar-se próximo e intimo. Por isso, não é a posse que conta na amizade, mas a feição, a dádiva atuada no desprendimento.

(José Tolentino de Mendonça)

*********************************************+

Ao olhar a realidade da vida este texto dá que pensar.

Olho o presente, contabilizo o passado no que a amizades diz respeito.

Pessoas conhecidas tenho imensas.

No plano profissional conheço dezenas e dezenas dos acima do curso de formação, e tenho também presente muitos dos 3 cursos abaixo do meu. É muita gente melhor, já menos pois a lei da vida tem ceifado muita gente, ainda que resistam uns quantos acima dos 90 anos.

No plano social conheço gente que nunca mais acaba. Só no âmbito da medicina e da enfermagem e como aqui por mais de uma vez referi conheço directamente muita gente e superficialmente uns quantos por intermédio daqueles.

Quando reflito seriamente quanto a amigos, quanto a amizades, e olhando os últimos parágrafos do texto do Cardeal, amigos amigos  tenho talvez uns quatro ou cinco pois já desapareceram dois que me eram muito próximos.
Amigos amigos militares terei também 4 ou cinco.

Refiro-me portanto aqueles que nem "dou por eles", de quem nada espero e tudo espero.

Mas creio que posso dizer com segurança que para além destes tenho vários que além de a espaços me manifestarem estima e consideração são daqueles que estariam por mim se necessário.

Infelizmente, mas é a realidade da vida, e a começar pelos que se formaram comigo, amigos sérios de amizade profunda conto dois.
Não me comovo com palavreado oco que esporadicamente aparece.
As amizades não se medem em almocinhos.

E o mesmo se aplica no plano social como referi já, amizades profundas são poucas.

Há muito convívio, confraternização, almoços, telefonemas, mas . . . . . 
Quanto à família, primos, cunhados, sobrinhos, é o mesmo.
Firme, como rocha, os filhos e os netos, e a "trave mestra" que comigo os construiu.

Bom dia. Bom Sábado, bom fim de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. Boa sorte.

António Cabral (AC)

domingo, 22 de junho de 2025

UM  ANO ? 

Um ano?

Já passou um ano ?

Almoçávamos em Lisboa, Sábado, 22 Junho de 2024, e pelo telemóvel chegou a trágica notícia. O João Luís tinha falecido há pouco, em Santa Maria. Colapso multi orgânico.

Perdi um dos meus melhores amigos.

Hoje, às 1900 horas, estaremos lá, para o recordar, ainda que todos os dias o tenha na mente. A ele, e a outro enorme amigo, este ano tragicamente desaparecido.

AC


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

AMIZADE
(volto ao tema)

Aqui há tempos um bom amigo dizia-me que - "o melhor do ano novo são os velhos amigos".

É conhecida a frase «Viver sem amigos é morrer sem testemunhas.» 
Nós e os amigos, todos sabemos o que é para nós o tempo, a passagem do tempo, as agruras já passadas e as que virão, os bons momentos já fruídos e a esperança de que mais havemos de saborear.

Somos testemunhas uns dos outros.
A vida ensinou-me, tenho muitos mas mesmo muitos que manifestam consideração por mim.
Mas amigos daqueles mesmo chegados, tenho três ou quatro civis e quatro ou cinco militares. 
Confesso que muitos dos que ao longo da vida me têm manifestado muita consideração estão a milímetros de passar para o catálogo restrito.

Há amizades pessoais, de grupos, de seita, interesseiras. 
Há alianças e amizades. 
Mas, sobretudo, creio, as amizades são como as mamas:há pequenasgrandes, e há as falsas.
Pessoalmente nunca fui de interesseiras, de seita.

E quando digo "a vida ensinou-me" estou a rever a passagem do tempo.
Há tempos, na residência fiscal, almoçámos com pessoas amigas sobretudo do lado da minha mulher e, a dada altura, recordei que em 28 de Julho passado passaram 51 anos que vim da guerra na Guiné.
Repito, que vim, pois fui para lá em 29 de Outubro de 1971!
Ele voa!

Como escreveu José Tolentino Mendonça - Há amigos que iniciam-nos na decifração do fogo, na escuta dos silêncios da terra, no entendimento de nós próprios - é mesmo!

A amizade não tem preço, tem valores, é construída.
A amizade tem que ser fruída, mesmo que longos silêncios aconteçam.
A amizade não se solidifica com palmadinhas nas costas em almoços esporádicos.
A amizade genuína não cuida de verificar se existe ou não completa união ideológica. Até existência ideológica diferente.
A amizade mede-se por gestos, por posturas, por solidariedade, mesmo por exemplo até observando quem esteve no funeral do irmão.
A amizade tem memória, é construída. 
O passar dos anos enriquece-a.
A amizade genuína nunca se apaga por silêncios ou ausências que aconteçam.

Escrevi em cima - Mas amigos daqueles mesmo chegados, tenho três ou quatro civis e quatro ou cinco militares

Quanto aos militares, inalterado; o mesmo não posso dizer quanto aos civis. O mês de janeiro foi terrível, Infelizmente.
António Cabral (AC)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

domingo, 19 de janeiro de 2025

 

E o pior é perder um deles.

Este Domingo perdi um dos meus melhores amigos. 

Estou destroçado. 

RIP

AC

AMIZADE

Como certamente acontece com muitos dos meus concidadãos, a partir de uma certa altura da vida criamos laços diversos, conhecimentos, relacionamentos, amizades. Vão-se sedimentando relacionamentos.

Conhecidos tenho centenas, entre civis e militares.

Amigos tenho muitos, felizmente, muitas pessoas ao longo do tempo me foram manifestando consideração, respeito, amizade.

Muitos e muitas que muito também considero.

Mas a realidade da vida faz com que, sem desprimor para nenhum dos muitos outros, haja um núcleo mais próximo.

Amigos militares, mesmo chegados, conto não mais que cinco. Um deles viveu há uns meses uma tragédia pessoal, enviuvou de repente.

Amigos civis, mesmo chegados tinha 5 homens e uma mulher.

Já tinha perdido dois. 

Esta madrugada faleceu outro, no hospital. Amizade de 1969. 

Restam, um que vive perto de mim, outro em Santo Tirso, e a mulher que é viúva de um dos já falecidos.

Domingo muito triste. Estou mesmo abalado.

RIP

António Cabral 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

PARA REFLEXÃO : 
* TRÊS ESTÁGIOS DE ELIMINAÇÃO NA VIDA*

Três Estágios de Eliminação na Vida:

Aos 60 anos, o local de trabalho começa a eliminar você. 
Aos 65 anos Você não terá mais espaços no seu trabalho, apesar da sua experiência e de suas realizações prodigiosas ao longo da vida. Não importa o quão bem-sucedido ou poderoso você foi durante sua carreira, você voltará a ser uma pessoa comum.

Portanto, não se apegue à mentalidade e ao senso de superioridade do seu trabalho anterior, deixe de lado o seu ego, ou você pode perder a sua tranquilidade, procure manter o seu foco na disciplina, no método, na determinação, na experiência e na sua capacidade de passar os ensinamentos aprendidos!

Aos 70 anos, a sociedade gradualmente irá eliminar você.

Os amigos e colegas que você costumava encontrar e socializar, se tornam cada vez menos presentes e dificilmente alguém o reconhecerá no seu antigo local de trabalho.

Não diga, "Eu costumava ser...", "Eu era..." ou “Eu fiz” porque a geração mais jovem não o reconhecerá e você não deve se sentir desconfortável com isso em nenhum momento. Você verá que só os amigos de bom papo e que você gosta de estar e escutar serão seus companheiros.

Aos 80/90, será a família que lentamente eliminará você.

Mesmo que você tenha muitos filhos e netos, na maior parte do tempo você estará vivendo com seu cônjuge ou sozinho, talvez rodeado por filhos e netos, mas irá verificar que eles falam mais entre eles do que com Você, não importa o chefe de Família que Você tenha sido, nem o quanto de prosperidade trouxe a sua Família. Quando seus filhos o visitarem ocasionalmente, será uma expressão de afeto e respeito, e então não os culpe por virem menos frequentemente, pois eles estão ocupados com suas próprias vidas, com seus próprios filhos. Novamente aqui só os velhos amigos que Você sempre se identificou e era prazeiroso estar e conversar com eles é que irão lhe procura.

Depois dos 90, a Terra é que buscará eliminar você.

Nesse ponto, não fique triste ou desanimado, pois esse é o curso natural da vida e todos os previlegiados por Deus com vida longa, certamente seguirão esse caminho.

*Do pó viestes e para o pó voltarás!*

Portanto, enquanto nossos corpos ainda são capazes, temos boas energias, estamos lúcidos e ainda admirado pelos velhos amigos e companheiros de luta, vivamos a vida ao máximo, principalmente sempre encontrando quem gostamos!

Participe dos encontros, coma o que você quiser, beba o que desejar, brinque e faça as coisas que você ama.

Mas o importante é lembrar que aqueles que nunca irão eliminar você serão, provavelmente, o seu grupo de amigos.

Então, participe mais em sua vida encontrando os amigos, cultivando a amizade mesmo na velhice, participando nos grupos de amigos e suas redes sociais, mande um bom dia e diga um olá sempre, mantenha sua presença, seja feliz e não tenha arrependimentos!"

Afinal Você será sempre lembrado se for Luz por onde passar!

Dedicado aos Amigos de longa data…


Este texto não é meu. 
Partilho de quase tudo o que expõe.

Este texto foi-me endereçado por um homem da minha profissão, que sempre considerei, que estimo, que respeito.
Creio que sei quem é o autor, e se estou certo, um Homem que igualmente respeito e considero.

A vida é bela, mesmo quando nos "assalta" com coisas terríveis.
Há que a viver o melhor possível, e agradecer a vida que temos.

AC
70
Foi um jantar gastronomicamente pesado.
Os dentes começaram a trabalhar passava muito, mas muito, das 2200 horas de 30 de Dezembro de 2024.

O Zé fazia 70 anos a 31 e não sabia do jantar. 

Foi uma surpresa que se conseguiu manter, e quando ele chegou pensando que jantaria com a mulher filhos e netos e viu 75 x 2 pernas, 75 cabeças a sorrir e a vê-lo espantado e a ficar lacrimejado, foi divinal foi muito bom!

Minutos depois das 2400 horas, foi então o "clímax".
Oxalá ele repita por muitos e bons anos. E nós a ver.
AC

sexta-feira, 12 de julho de 2024

AMIZADE
Volto ao tema, e repito-me.
Diz-se amiúde que para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça, pelo infortúnio, ou por situação de saúde mais adversa.
No sucesso verificamos a quantidade de amigos.
Na situação mais complicada verificamos a qualidade.

E eu acrescento, verificamos os que dizem "presente", seja por correio electrónico, seja por sucessivos telefonemas, ou até numa simples mas muito significativa mensagem de "Whatsapp".

Há muitas coisas na vida que existem mas não as vemos com os nossos olhos.
As coisas mais importantes na vida não se podem ver com os olhos.

Pressentem-se, notam-se, detectam-se, registam-se.
É o caso da amizade.
E a amizade genuína, profunda, faz com que as dores dos outros nos afectem, muito.

Nesta fase da minha vida tem sido muito reconfortante.
Nesta fase da minha vida tem-se confirmado o que, acerca de vários, sabia de há muito.
Penhoradamente, bem hajam.
António Cabral

quarta-feira, 10 de julho de 2024

UM  PRIVILÉGIO

acordar de manhã, 0720h, e olhar pela janela do quarto lá para fora, um verdadeiro privilégio, sobretudo estando com boa saúde, nós e os nossos amigos, e dispor de paisagens simples como estas, frescas, campónias, saudáveis. Natureza.


AC

segunda-feira, 24 de junho de 2024

sábado, 15 de junho de 2024

AMIZADE
Volto ao tema, e repito-me.
Diz-se amiúde que para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça, pelo infortúnio, ou por situação de saúde mais adversa.
No sucesso verificamos a quantidade de amigos.
Na situação mais complicada verificamos a qualidade.

E eu acrescento, verificamos os que dizem "presente", seja por correio electrónico, seja por sucessivos telefonemas, ou até numa simples mas muito significativa mensagem de "Whatsapp".

Há muitas coisas na vida que existem mas não as vemos com os nossos olhos.
As coisas mais importantes na vida não se podem ver com os olhos.

Pressentem-se, notam-se, detectam-se, registam-se.
É o caso da amizade.
E a amizade genuína, profunda, faz com que as dores dos outros nos afectem, muito.

Nesta fase da minha vida tem sido muito reconfortante.
Nesta fase da minha vida tem-se confirmado o que, acerca de vários, sabia de há muito.
Penhoradamente, bem hajam.
António Cabral

sábado, 8 de junho de 2024

"Quem é feliz precisa de amigos"
(Aristóteles)
Devo começar por referir que hoje, Sábado, cerca das 1430 horas passaram 5 dias que do recobro passei para o quarto.
Hoje sinto-me melhor, já fiz "várias piscinas" dentro de casa.
Preciso de andar mas um dos meus melhores amigos, civil, médico, recomendou-me que não saísse de casa antes de 11 de Junho para evitar as poeiras. mesmo assim recomendou que usasse máscara para evitar apanhar alguma alergia, poeira etc que me venha a provocar tosse ou espirros, o que tão em cima da intervenção cirúrgica é de evitar a todo o custo.
Como referi em outros postais, estar numa situação destas, pelo menos comigo assim foi e está a ser, leva a muito pensar, recordar, muito passado, pensar na vida e inquirir-me: quanto mais tempo de vida?

Para lá de crente, que sou, continuo convicto de que se não morri na Guiné naquela noite de 19 de Maio de 1973, então chegarei provavelmente a um bocado mais velho. 
E nesta fase da vida que me tem levado a pensar em tanta coisa, uma delas é no valor da amizade, da solidariedade.

Recordo:
AMIGO - aquele que nos tem amizade
AMIZADE - afeição por uma pessoa
SOLIDARIEDADE - Que tem interesse comum, que apoia.

Diz-se amiúde que para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça, pelo infortúnio, ou por situação de saúde mais adversa.
No sucesso verificamos a quantidade de amigos.
Na situação mais complicada verificamos a qualidade.

E eu acrescento, verificamos os que dizem "presente", mesmo numa simples lacónica mas muito significativa mensagem de "Whatsapp".

Há muitas coisas na vida que existem mas não as vemos com os olhos.
As coisas mais importantes na vida não se podem ver com os olhos.

Pressentem-se, notam-se, detectam-se, registam-se.
É o caso da amizade.

Nesta fase da minha vida tem sido muito reconfortante.
António Cabral

Ps: hoje vou começar mais assiduamente a partilhar o que me vai na alma e coração. Inicio a rotina habitual.

domingo, 28 de abril de 2024

Amizade

Não tem preço. 
Tem valores.
Tem memória. 
É, e foi construída.
O passar dos anos enriquece-a.
O silêncio nunca a apaga.
Os lábios também falam mesmo quando em silêncio prolongado.

Amizade e a consideração não se observam com os olhos.

Mas estão "lá", independentemente da idade, da carreira, das ideias,  da forma como se vê e de como se entende o mundo.

Tenham um bom Domingo
Saúde. 
E não digo mais, pois pintassilgos não são pardais.

António Cabral (AC)


domingo, 18 de fevereiro de 2024

AMIZADE
(volto ao tema)
Aqui há tempos um bom amigo dizia-me que - "o melhor do ano novo são os velhos amigos".

É conhecida a frase «Viver sem amigos é morrer sem testemunhas.» 
Nós e os amigos, todos sabemos o que é para nós o tempo, a passagem do tempo, as agruras já passadas e as que virão, os bons momentos já fruídos e a esperança de que mais havemos de saborear.

Somos testemunhas uns dos outros.
A vida ensinou-me, tenho muitos mas mesmo muitos que manifestam consideração por mim.
Mas amigos daqueles mesmo chegados, tenho três ou quatro civis e quatro ou cinco militares. 
Confesso que muitos dos que ao longo da vida me têm manifestado muita consideração estão a milímetros de passar para o catálogo restrito.

Há amizades pessoais, de grupos, de seita, interesseiras. 
Há alianças e amizades. 
Mas, sobretudo, creio, as amizades são como as mamas: há pequenasgrandes, e há as falsas.
Pessoalmente nunca fui de interesseiras, de seita.

E quando digo "a vida ensinou-me" estou a rever a passagem do tempo.
Há tempos, na residência fiscal, almoçámos com pessoas amigas sobretudo do lado da minha mulher e, a dada altura, recordei que em 28 de Julho passado passaram 50 anos que vim da guerra na Guiné.
Repito, que vim, pois fui para lá em 29 de Outubro de 1971!
Ele voa!

Como escreveu José Tolentino Mendonça - Há amigos que iniciam-nos na decifração do fogo, na escuta dos silêncios da terra, no entendimento de nós próprios - é mesmo!

A amizade não tem preço, tem valores, é construída.
A amizade tem que ser fruída, mesmo que longos silêncios aconteçam.
A amizade não se solidifica com palmadinhas nas costas em almoços esporádicos.
A amizade genuína não cuida de verificar se existe ou não completa união ideológica.
A amizade mede-se por gestos, por posturas, por solidariedade, mesmo por exemplo até observando quem esteve no funeral do irmão.
A amizade tem memória, é construída. O passar dos anos enriquece-a.
A amizade genuína nunca se apaga por silêncios ou ausências que aconteçam.
António Cabral (AC)