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terça-feira, 5 de maio de 2026

SABEDORIA  DE  MÃE
Sabedoria de mãe de 100 anos com a cabeça ainda direitinha:

"Metade do que comemos é para vivermos, a outra metade é para os médicos"!!!!!

AC

domingo, 21 de dezembro de 2025

NÃO   SE   INCOMODE
(letra da minha muito idosa mãe, escrito há décadas, copiado de ?)

Não se incomode, não vale a pena. 
Eu escrevo para ler melhor.

NÃO SE INCOMODE, porque de verdade,

HÁ DUAS COISAS SÓ QUE PODEM INCOMODAR:

SER VOCÊ BEM SUCEDIDO OU MAL SUCEDIDO.

SE FOR BEM SUCEDIDO, 
NÃO HÁ MOTIVO ALGUM PARA SE INCOMODAR.

SE FOR MAL SUCEDIDO, DE DUAS UMA:
OU VOCÊ CONSERVA A SUA SAÚDE OU FICA DOENTE.

SE CONSERVAR A SUA SAÚDE,
NÃO HÁ MOTIVO ALGUM PARA SE INCOMODAR.

SE FICAR DOENTE DE DUAS UMA:
OU VOCÊ CURA OU VOCÊ MORRE.

SE VOCÊ SARAR,
NÃO HÁ MOTIVO ALGUM PARA SE INCOMODAR.

SE MORRER, DE DUAS UMA:
OU VOCÊ VAI PARA O CÉU OU PARA O INFERNO.

SE FOR PARA O CÉU,
NÃO HÁ MOTIVO ALGUM PARA SE INCOMODAR.

SE FOR PARA O INFERNO, 
VOCÊ TERÁ QUE CUMPRIMENTAR TANTOS CONHECIDOS, QUE NÃO TERÁ TEMPO PARA SE INCOMODAR.

António Cabral (AC)

quinta-feira, 2 de outubro de 2025

MODERAÇÃO, MODERADOS, MODERADAS
A opinião sobre cada um de nós pertence, SEMPRE, a outrem.
Disto tenho a certeza.

A opinião formulada sobre cada um de nós dependerá sobre o que nós somos quanto a, carácter, temperamento, coerência, honestidade intelectual, decência, probidade, cultura, conhecimento, formação, etc.
Disto teho a certeza.

A opinião formulada sobre cada um de nós é feita ao longo da vida, pelos nossos pais, pelos familiares mais directos e por mais afastados, por professores, por colegas, por chefias, por clientes, por subordinados, por amigos, e por quem não gosta de nós, simplesmente, por razões ideológicas, por inveja profissional etc.
Disto tenho a certeza.

A opinião formulada sobre cada um de nós depende de outrem, SEMPRE, mas temos o dever de ouvir, e com isso nos ajudarmos a nós próprios a melhorar, dando menos importância a certas opiniões, não porque sejam menos favoráveis ou mesmo desfavoráveis, mas por razões de quem as formula, a maioria das vezes recebidas indirectamente por ínvias razões.

Dou pouca importância a críticas eivadas de desonestidade intelectual, com nenhuma racionalidade, sem aprofundamento justo e sério.
Ouço, registo, respeito, concordo, discordo.

AC

quinta-feira, 18 de setembro de 2025

A VIDA

A realidade tem o péssimo hábito de destruir as melhores ilusões.
Lembrei-me disto a propósito do que se vai passando na vida internacional e também na vertente interna.

AC

quarta-feira, 10 de setembro de 2025

sábado, 7 de junho de 2025

Como escrevi há dias

A vida é quase sempre muito dura. 

O decorrer do tempo foi alterando em mim muito coisa. Em razão da carreira, em razão da envolvente interna, em razão da envolvente externa.

Os 21 meses de guerra em África (29OUT1971-28JUL1973) modificaram-me muito. Desde logo com a partida para lá, decidida pelo poder instalado, porque me calhava como a outros, e descobri a tempo que na família tentavam que fosse mudado para Luanda.

Fui-me interrogando lentamente, só, comigo próprio, sem partilha, sem entrar em grupos, sem entrar em euforias, sem entrar em secretismos, sempre só, comigo, de certa forma ao estilo daquele imperador romano que, para muitos, não passava de um simplório, que não percebia nada de nada, talvez mesmo um tonto.

A vida familiar foi correndo, como quase para toda a gente. Família, filhos, filhos a crescer, família alargada a aumentar, as dificuldades das mensalidades para pagar casa, para pagar faculdades, etc.

Os idosos na família muito alargada a adoecer, alguns a falecer, um deles, que sendo muito afastado me era muito próximo. Já foi há mais de 30 anos, quando no cemitério dei por mim num canto afastado a chorar.

A vida é muito dura, quase sempre.

Tenho bem presente que prosseguem pelo mundo horrores sem fim, em que crianças e idosos sofrem ou são extintos, pura e simplesmente. Para esses a vida não é dura. Nunca foi vida. 

Mas não é por egoísmo que falo de certo passado e do presente. Porque há-de uma pessoa continuar a penar com quase cem anos? 
Que qualidade de vida?
Sofrendo sempre, desde nova! Mais martirizada particularmente desde há 16 anos.

A ordem natural das coisas é os mais velhos partirem primeiro. A ordem natural das coisas é os filhos aparecerem primeiro que os pais.

A ordem natural das coisas devia ser, os pais partirem primeiro que os filhos. Não foi assim com o meu irmão Jorge.

Faleceu em 27 de Agosto de 2009, oito meses e oito dias de luta com uma feroz leucemia que o levou. Partiu antes dos nossos pais. Foi devastador para eles, para mim, para a família dele.

Pelo que sucedeu a partir daí, fui verificando que "o depósito" das lágrimas estava basicamente vazio. 

Em 22 de Junho do ano passado e ao fim de oito anos de luta faleceu um dos meus grandes amigos, o João Luís. Em Janeiro passado o inesperado falecimento do meu grande amigo (desde 1969) e médico pessoal, e nem uma porra de lágrima me assomou aos olhos, em qualquer dos casos!

A vida é quase sempre muito dura. Os 2023 e 2024 são anos para tentar esquecer, foram muito duros. 2025 não está a ser fácil.

Para pelo menos por momentos esquecer amarguras, e a pensar em lágrimas, recordei-me do poema de António Gedeão sobre lágrimas (e não só). Fui buscar um dos meus livros onde ele está, e aqui recordo a "Lágrima de Preta" de Gedeão.

"Lágrima de Preta"

Encontrei uma preta
que estava a chorar, 
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

Olhei-a de um lado
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Mandei vir os ácidos
as bases e os sais
as rogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.

AC

sábado, 3 de maio de 2025

AINDA  a  propósito  do  APAGÃO

Ou melhor, consequências do apagão. 

Uma senhora que conhecemos, de idade avançada, 86, caiu em casa, na passada 3ª Feira de manhã ao levantar-se da cama, fracturou o fémur, com muita gravidade, fractura quase exposta.

Está no hospital do Barreiro. Ontem, ao final do dia, ainda tinha 9 pessoas á sua frente para ser operada!

Causa da queda? O chão cheio de água, ao levantar-se da cama mal deu passos escorregou e caiu.

Água no chão? Sim!

O marido, de idade semelhante, ao verificar que tinha faltado água andou a avisar família e conhecidos para não deixarem torneiras abertas quando se deitassem.

Eles deitam-se cedo. Uma torneira tinha ficado mal fechada.

Azares da vida. Infelizmente.

AC

quinta-feira, 17 de abril de 2025

A  VIDA / LIFE

"Life is like riding a bike!

You don't fall off unless you stop pedaling!"
AC

terça-feira, 25 de março de 2025

Os senhores e as senhoras dirigentes dos partidos políticos

Legitimamente, os dirigentes partidários tratam da sua "vidinha" política, tratam de dirigir as "vernissages" dos diferentes órgãos sociais dos respectivos partidos, tratam das manifestações, tratam das arruadas, discursam quase sempre zangados senão aos berros na Assembleia da República e imensas vezes com esperada falta de educação, tratam de aprovar os cartazes com que poluem as ruas (por aqui continuo a verificar que ainda estão afixados alguns do tempo das eleições para as Europeias), tratam de estar constantemente nos diferentes canais de televisão neste caso fingindo não saber que nós aqui em casa temos um botão para mudança de canal e SOBRETUDO um para ligar e desligar o televisor.

Tudo, actividades dentro do quadro que a nossa Constituição estipula.
Trabalho político.

Naturalmente, quem sou eu para concordar ou discordar por exemplo deste ou daquele cartaz.

Mas fica-me a sensação de que certos senhores e senhoras continuam a não ponderar resultados concretos de eleições e olhar esses resultados também à luz do que foram as respectivas campanhas para as ditas eleições.
Fica-se a sensação de que continuam a achar que os eleitores é que estão enganados.

A mim, ignorante cidadão comum, parece-me que seria sensato que alguns senhores e senhoras da política ponderassem mais seriamente certos resultados recordando recentes discursos, insultos e cartazes.

Mas lá está, que sabe destas coisas um simples e ignorante cidadão comum.

Tenham uma boa 3ª Feira. Está Sol.
Saúde, muita paciência, boa sorte.
AC

quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

"Nunca ninguém convenceu alguém fazendo-o calar"

Porque me terei lembrado agora disto?

Bom dia, tenham uma boa 5ª Feira.

Saúde e boa sorte.

AC

domingo, 19 de janeiro de 2025

 

E o pior é perder um deles.

Este Domingo perdi um dos meus melhores amigos. 

Estou destroçado. 

RIP

AC

terça-feira, 29 de outubro de 2024

 

Mais um dia.
Um dia de cada vez. Tenham uma boa 3ª Feira.
Aqui, o tempo a começar a virar para o chato. Bom dia. Saúde.

AC

quarta-feira, 23 de outubro de 2024

POIS . . . 
Cada vez mais se vê por aí gente deste tipo à direita na fotografia.
Nada percebem . . . . 

O outro dizia "good luck and good night".
Boa sorte, e bom dia. Saúde.
AC 

segunda-feira, 30 de setembro de 2024

Este é um boneco simpático. 
Um urso, com uma camisola curiosa!

Está sentado numa cadeira que tem mais de 100 anos, o assento não é já o original.

Sempre que para ele olho penso na cambada de ursos que por aí andam e dar cabo da nossa vida, cá dentro e lá fora.

AC

sexta-feira, 10 de maio de 2024

domingo, 11 de fevereiro de 2024

 NÃO VALE A PENA INCOMODAR-ME EXCESSIVAMENTE

Nas voltas por imensos arquivos, papéis e livros reencontrei esta laracha.

Laracha que tem aplicação directa quando olho ao nosso presente, nacional, ou olho lá para fora.

De facto, é melhor não me consumir demasiado.

AC

quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

A  IDADE  NÃO  SE  ALTERA

É importantíssimo levar uma vida activa, física e mentalmente, depois de sermos reformados, com mais tempo para a família e outros interesses.

Mas a idade não se altera.


Importante que não se altere a boa disposição, a alegria e vontade para enfrentar as dificuldades da vida que são cada vez mais e, sobretudo, que a saúde não se altere para lá do que a genética de cada um comanda.

Bom noite, boa sorte. Saúde adequada à idade.

António Cabral

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

A TRAGÉDIA 

A recente tragédia noticiada pelos OCS, a da morte de um pequenino bebé deixado esquecido no carro pelo pai, destroçou certamente a  família. Fiquei incrédulo.

A morte de qualquer ser humano particularmente em condições inesperadas é sempre uma perda irreparável.

A morte trágica deste bebé terá provocado as mais diferentes reações nos concidadãos.

Há dois dias, fomos jantar a casa da nossa filha mais velha e, a dada altura, abordou-se esta tragédia.

E, pela nossa filha, fiquei a conhecer um episódio passado com uma família amiga dela, de que um dos filhos (o L) é amigo de longa data do meu neto de 16 anos. Colegas de infantário, primária etc.

Pois no passado, teria o L pouco mais que 2 anos, vinha no carro com o pai, chegaram a casa, junto dos prédios na zona do centro comercial Fonte Nova em Lisboa, o pai desligou o carro fechou-o, e foi para a entrada do prédio, elevador, e lá foi por ali acima.

Abriu a porta, a mulher /mãe do L cumprimentou-o e logo a seguir ela perguntou - o L?

O Pai, esbugalhou os olhos, mão na testa, correu lá para baixo, o gaiato estava, sossegado, quieto, calado e com o cinto.

O amigo do meu neto está vivo e é um rapaz estupendo. E se o pai tivesse chegado a casa e ainda mais ninguém lá estivesse?

A vida frenética sobre a cabeça de muita gente pode, eventualmente, acarretar tragédias.

No caso recente não faço ideia do que se terá passado, eventuais razões para o esquecimento daquele pai.

A vida em Portugal e não só, não está nada fácil. Ansiedade a mais!

Que o desafortunado bebé descanse em paz.

AC