CORTESIA, BOA EDUCAÇÃO
Boa educação, falta de educação, malcriados, insolentes, falta de cortesia...........
É vulgar ouvir-se expressões como - é uma pessoa muito bem educada, uma pessoa muito simpática, uma pessoa fina.
O que garante efectivamente que uma determinada pessoa é bem educada?
Bom, estou convencido de que:
> quem recebe um mail solicitando informação com uma indicação clara de pedido de desculpas por estar a maçar,
> quem recebe carta registada ou mail a dar-lhes parabéns por exemplo pela tomada de posse de importante cargo,
> quem é contactado por telefone e, por esta ou aquela razão nunca pode atender e, no fim do dia não devolve a chamada,
não é certamente uma pessoa educada, bem formada, com conhecimento de normas de bom relacionamento em sociedade e de cortesia.
E pululam por aí uma quantidade de gentios destes. Particulares, e vários dentro de instituições do Estado e em empresas privadas.
Uns parvalhões
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
Mostrar mensagens com a etiqueta cortesia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cortesia. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
terça-feira, 24 de julho de 2018
HOMENS de PALAVRA
O que é um homem de palavra?
O que é detentor de valores, interiorizados, bem alicerçados. Que, na vida quotidiana, as suas postura e acções confirmam plenamente a concretização das suas palavras.
Valores como por exemplo honestidade (intelectual e material), ser digno de confiança.
Valores, estes e outros, muito importantes, indicadores claros de carácter.
Naquela coisa a que vulgarmente se chama "as elites" dirigentes (na política e em outros sectores da sociedade) e onde abunda a cartilagem no lugar onde os decentes têm coluna vertebral (vértebras ósseas), e valores como os supra referidos e muitos outros escasseiam.
Lembrei-me disto, de novo, a propósito do que vou vendo por aí.
A mentira dos números, de todos os lados, a sua manipulação sem indicação de bases de partida, o anúncio em catadupa do que uns e outros vão fazer sem nunca dizerem nem sequer vagamente - ZERO - como o vão fazer, que etapas, etc.
O branqueamento do passado.
A gritaria e falta de educação do costume.
Como me refiro acima à falta de educação, há uma narrativa sempre em voga que defende que na política e nos jogos parlamentares há muita gritaria, vozearia, etc, que nada tem de falta de educação.
É muito engraçado, dizem que é mesmo assim.
Pela minha parte continuo a duvidar das pessoas que são educadas numa ocasião e noutras nem tanto (não vou usar o termo ordinárias).
Mas da minha experiência de vida, lembro-me sempre do ano de 1996, 8 de Julho, em frente à igreja nos Jerónimos. Competia-me ser o primeiro na linha de recepção protocolar.
E estendi a mão a retribuir o cumprimento dos escassos dos altos dignitários que me estenderam a mão.
Sei bem os que o não fizeram.
A sua conduta política posterior confirmou sempre o que observei nessa manhã de Julho.
Sobranceria, pesporrência, falta de educação, falta de cortesia.
Sei também de um senhor (????) que uma vez em visita oficial ao Porto/ Douro, não cumprimentou aquele que na altura era o "dono da casa" que ia ser visitada.
Não era precisa a sua conduta posterior (pessoal e política), desgraçada, para avaliar o carácter de criatura tão reles.
Comovo-me pouco com as palavras de certos senhores na actualidade, e que se acham os donos do País e que, provavelmente, na intimidade aplicam aos concidadãos as frases atribuídas ao Rei D.Carlos.
E recordo, anos atrás, entre outras coisas, como sobretudo um senhor (????) tratou o seu antecessor, esse sim um Senhor.
Homens de palavra? Precisávamos de imensos.
AC
O que é um homem de palavra?
O que é detentor de valores, interiorizados, bem alicerçados. Que, na vida quotidiana, as suas postura e acções confirmam plenamente a concretização das suas palavras.
Valores como por exemplo honestidade (intelectual e material), ser digno de confiança.
Valores, estes e outros, muito importantes, indicadores claros de carácter.
Naquela coisa a que vulgarmente se chama "as elites" dirigentes (na política e em outros sectores da sociedade) e onde abunda a cartilagem no lugar onde os decentes têm coluna vertebral (vértebras ósseas), e valores como os supra referidos e muitos outros escasseiam.
Lembrei-me disto, de novo, a propósito do que vou vendo por aí.
A mentira dos números, de todos os lados, a sua manipulação sem indicação de bases de partida, o anúncio em catadupa do que uns e outros vão fazer sem nunca dizerem nem sequer vagamente - ZERO - como o vão fazer, que etapas, etc.
O branqueamento do passado.
A gritaria e falta de educação do costume.
Como me refiro acima à falta de educação, há uma narrativa sempre em voga que defende que na política e nos jogos parlamentares há muita gritaria, vozearia, etc, que nada tem de falta de educação.
É muito engraçado, dizem que é mesmo assim.
Pela minha parte continuo a duvidar das pessoas que são educadas numa ocasião e noutras nem tanto (não vou usar o termo ordinárias).
Mas da minha experiência de vida, lembro-me sempre do ano de 1996, 8 de Julho, em frente à igreja nos Jerónimos. Competia-me ser o primeiro na linha de recepção protocolar.
E estendi a mão a retribuir o cumprimento dos escassos dos altos dignitários que me estenderam a mão.
Sei bem os que o não fizeram.
A sua conduta política posterior confirmou sempre o que observei nessa manhã de Julho.
Sobranceria, pesporrência, falta de educação, falta de cortesia.
Sei também de um senhor (????) que uma vez em visita oficial ao Porto/ Douro, não cumprimentou aquele que na altura era o "dono da casa" que ia ser visitada.
Não era precisa a sua conduta posterior (pessoal e política), desgraçada, para avaliar o carácter de criatura tão reles.
Comovo-me pouco com as palavras de certos senhores na actualidade, e que se acham os donos do País e que, provavelmente, na intimidade aplicam aos concidadãos as frases atribuídas ao Rei D.Carlos.
E recordo, anos atrás, entre outras coisas, como sobretudo um senhor (????) tratou o seu antecessor, esse sim um Senhor.
Homens de palavra? Precisávamos de imensos.
AC
Subscrever:
Mensagens (Atom)