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quinta-feira, 30 de junho de 2022

COCÓ

Não é a primeira vez e, infelizmente, não será a última pois, javardos e javardas, energúmenos e energúmenas, imbecis, ordinários e ordinárias ou seja, gente com ausência total de civismo, total desprezo pela limpeza de passeios, total ausência de respeito para com o próximo, é o que mais abunda por todo o lado.

Cinjo-me à zona onde moro. A pouca vergonha é tanta que as queixas de muitos como eu aumentaram progressivamente junto da autarquia.

A tal ponto que há três meses a autarquia distribuiu por todos os prédios e moradias avisos como este.
Julgam que alguma coisa mudou?
Praticamente nada. 
As "bestas" continuam por aí. 
Já houve quem quase se tivesse pegado à pancada, já houve quem insultasse forte e feio adolescentes e adultos não cumpridores, mas as mudanças são poucas. 
Inacreditável, ainda ver quem tenha amarrado à trela do animal saco de plástico apropriado mas, depois do cãozinho fazer cocó, ir-se embora na maior!

Podem querer convencer-me do que quiserem, que eu respeitarei, como SEMPRE.
Mas por mim, a realidade é que este é um simples assunto do quotidiano que, a juntar a muitos outros, demonstram bem o que é a generalidade dos portugueses, e por isso estamos como estamos.
AC 

domingo, 1 de agosto de 2021

OS  EGOÍSTAS e etc

ESTAS FÉRIAS DE PRAIA ESTÃO A SER MUITO INSTRUTIVAS, MUITO ESCLARECEDORAS, NOMEADAMENTE QUANTO A COMPORTAMENTOS, CIVISMO, (não) RESPEITO PELOS OUTROS.

O EXEMPLO DA FOTOGRAFIA REVELA O EGOÍSMO DE UNS QUANTOS. AS CRIATURAS QUE SE ALBERGAVAM NA PALHOTA À DIREITA, ENTENDERAM DURANTE OS DIAS QUE ALI ESTIVERAM, QUE O ESPAÇO À SUA FRENTE DEVIA SER DELES, NADA DE TUGAS OU ESTRANGEIROS (que quase não há) POR PERTO. MARCARAM A ZONA COLOCANDO AS DUAS CADEIRAS QUE A FOTO MOSTRA. COMO VERIFIQUEI, A TOTALIDADE DAS PESSOAS QUANDO CHEGAVA AO AREAL COLOCAVA-SE À DISTÂNCIA ADEQUADA AOS TEMPOS QUE VIVEMOS. MAS OS DA PALHOTA QUERIAM MAIS PRAIA PARA ELES.

PARA MEU AZAR, E COMO ESTE ANO DESFAZEI UM POUCO A ÉPOCA AQUI COMPARATIVAMENTE COM ANOS ANTERIORES, APANHEI COM A PRESENÇA DO 2º FIGURÃO AQUI NO HOTEL. AO QUE SEI, O DONO DO HOTEL TEM O ÚLTIMO PISO SEMPRE DESTINADO AOS PSSSSS.

MAS VOLTANDO AOS COMPORTAMENTOS, É PREOCUPANTE, PELO MENOS PARA PESSOAS COMO EU, VERIFICAR QUE SE MUITOS CUMPRIMENTAM DE MANHÃ AO CHEGAR À FILA PARA O PEQUENO ALMOÇO, MUITOS OUTROS SÃO DE UMA MUDEZ ESCLARECEDORA. 

E DEPOIS É VÊ-LOS NO SALÃO A SERVIREM-SE. UMA CRIATURA (NÃO INDICO O SEXO) ESMAGAVA COM VIOLÊNCIA OS BOTÕES DA MÁQUINA DE SERVIR AS DIFERENTES BEBIDAS QUENTES. ERA SÓ UM LIGEIRO TOQUE NO VISOR RESPECTIVO, MAS A CRIATURA VOCIFERAVA COM O FUNCIONÁRIO NUM QUASE GRITO - ESTA PORCARIA ESTÁ AVARIADA. ENFIM, É COMO ESTAMOS. FICO POR AQUI.

AC

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

A PROPÓSITO de PARTICIPAÇÃO, CIVISMO
A questão da participação dos cidadãos na vida pública, nos actos eleitorais, e especificamente em eleições autárquicas ou seja, no processo de ponderação sobre quem escolher para dirigir o local onde se vive, tem muito que se lhe diga. 
Existem muitos estudos, interpretações, certezas, acerca da crescente abstenção.
Eu, que não passo de um simples e anónimo cidadão fico-me muitas vezes pela observação dos comportamentos no dia a dia de vários pessoas, nos prédios, nos condomínios dos familiares, nos supermercados, nas filas nas repartições públicas, nos centros comerciais, e por aí fora. 
Fico-me por essa observação e tiro conclusões, e mesmo sabendo que várias árvores ainda assim não são a floresta toda, vejo em inúmeras coisas simples que lhes respeitam, directamente, com muita clareza, o egoísmo, a ausência de respeito pelos outros, a falta de civismo. 
Quem vier atrás que feche a porta! Isto não é meu!
Eles que venham limpar que é para isso que lhes pagam!
Três frases simples, corriqueiras, frequentemente ouvidas a mulheres e homens, normalmente uns empertigados. 
Daqueles do tipo - "eu não como croquetes".
Exemplos ás centenas. 
Desde a tonta do 8°Esq que, sabendo que já houve assaltos a andares no condomínio, insiste em não fechar a porta de acesso ao prédio pela garagem - "ah, sou muito distraída". 
Ou os tontos que estando o primeiro contentor do lixo do prédio já cheio não dão a volta para colocar os sacos no outro contentor, deixando no chão junto ao da frente, que está cheio. 
Ou os que chegam à repartição de finanças, onde estão já duas pessoas junto à porta de entrada (uma delas eu, eram 0820 h) e mesmo assim, na abertura da repartição ainda perguntam com ar tonto - os senhores estavam antes de mim?
Ou aquele outro, conhecido na terra, sempre a bramar no café contra a pouca limpeza da rua mas, pouco antes, ao passar mesmo em frente à câmara municipal, deitou um papel para o chão tendo a não mais que três metros um cesto de lixo público. 
Ou aqueles que bramam contra o executivo camarário, e nunca participaram em reuniões abertas de câmara. 
Para não falar dos que não apanham as fezes dos cães, ou os que cospem para o chão, ou o famoso que escreve muito sobre economia mas no El Corte Inglês não respeita o sentido de trânsito nos parqueamentos e fica muito espantado com o vigor da minha reação a obrigá-lo a recuar, pois não saio da frente. 
Ou ainda aquele outro imbecil que mora por cima de mim, sempre com prosápia nas reuniões de condomínio, mas atira as beatas para a zona das garagens do prédio. 
Claro que o que se passa nas escolas e nas faculdades vai de CERTEZA ABSOLUTA  ajudar a que daqui a poucos anos haja muito mais civismo, e as pessoas se passem a interessar pela gestão do sítio onde residem, e pelo País. Tá claro!!!
AC

terça-feira, 3 de maio de 2016


Uma carta lida no jornal Público

(sublinhados a bold da minha responsabilidade) A casa da democracia

Tivemos este ano a presença da Associação 25 de Abril nas comemorações da data na Assembleia da República. Afirmou o presidente da AR que a "casa era também deles". De facto, a casa é de todos os portugueses e se ela hoje existe tal como é isso deve-se àqueles que realizaram a revolução e também aos outros que impediram a instauração de uma nova ditadura.
Nos tempos recentes do "governo de direita" não estiveram presentes, em protesto. Têm liberdade para isso. No entanto, entre os milhões de portugueses que votaram no PSD, no CDS e em Cavaco Silva, muitíssimos apoiaram o 25 de Abril e não há nenhuma razão para menosprezar a sua opção democrática.

Não existe a "nossa democracia", há apenas uma, global, que exige ser respeitada por quem se acha democrata. É curioso como o 25 de Novembro ainda continua a ser lembrado por muitos como uma data triste, pela interrupção do "processo", um revés para a "liberdade", quando o seu líder foi a seguir democraticamente eleito Presidente da República à primeira volta. Acrescentando Pinheiro de Azevedo nas contas, tivemos 3/4 dos eleitores a sancionarem o 25 de Novembro, o que deveria ser significativo para os democratas.
Esta associação pode marginalizar-se como entender.

Se o fazem face a um Parlamento democraticamente eleito, de quem não gostam, estão a reduzir a sua dimensão e a ficar pequeninos para a história. O 25 de Abril, genuíno, não foi para isto.(Carlos]. F. Sampaio, Esposende)

AC