sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

 A  BANDEIRA  NACIONAL

Agora, em sucessivas pantominices, aldrabices, vigarices e mentiras, estes geringonços querem fazer-nos acreditar que tudo fazem pelo interesse público, pela sociedade portuguesa, só pensam em nós, enquanto se vão anichando e vão anichando amigalhaços em boas prateleiras cá dentro e lá por fora, que a vida está difícil. Estão perfeitamente cientes (querem-nos fazer crer), do bem comum, da soberania, da unidade de Portugal, e dos seus símbolos. Como não acredito, aqui lhes deixo uma pequena lição.

A Bandeira Nacional.
O cromatismo verde-rubro, tal como veio a ser adoptado pelo governo republicano em 1910, remonta ao movimento do 31 de Janeiro de 1891.

O verde significa o solo Pátrio e a esperança no futuro.

O vermelho alude ao sangue derramado pelos portugueses na defesa da Pátria, da sua liberdade e independência, é a cor da luta, da vitória e da coragem.

A esfera armilar representa o mundo unificado pelos portugueses na epopeia da expansão.

No coração da bandeira vemos o escudo ancestral da nossa Pátria, com os sete castelos conquistados aos mouros, as cinco quinas de Ourique, os cinco besantes de prata em cada quina, representando as chagas de Cristo e o poder de cunhar moeda.

A Bandeira Nacional, símbolo da soberania da República, da independência e integridade de Portugal é, como estabelece o Art. 11º da CRP, um dos dois símbolos nacionais, sendo o Hino Nacional o 2º símbolo. Hino que, em alguns partidos, é coisa inexistente, adoptam a internacional! Estão no seu direito. Regista-se que no fim dos seus congressos não dizem - viva Portugal -  nem cantam o hino nacional. Estão no seu direito, como eu no meu de, registar, condenar e não esquecer.


OUTRAS REPRESENTAÇÕES :
Presidente da República, o seu pavilhão presidencial, semelhante à Bandeira Nacional, excepto por ter todo o pano verde escuro, e o escudo ao centro
Presidente da Assembleia da República
Ministro
António Cabral (AC)

A sucessão das bandeiras nacionais:

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