Não têm aspecto de portugueses típicos . . . . .
Nem de Minhotos, Algarvios, Alentejanos . . . .
Seria a estes que Carlinhos III dizia que unidos tudo se resolverá?
Estamos numa altura de mais manifestar esperança. Não tem mal.
Estamos numa altura em que porventura por fraternidade e espírito cristão se podem desculpar as vacuidades de uns quantos senhores nacionais e estrangeiros.
Quem não aspira a que não existam contrariedades?
Quem não deseja que haja sossego e felicidade à sua volta, e lá fora?
Que não o metralhem com balas assassinas mas, também, com wokismos, Mendismos, Trumpismos, Marcelismos, Madurismos, Montenegrismos, Guterrismos, Catarismas, Costismos, Carneirismos, Brilhantismos, Venturismos, Putinismos, Zelenshismos, Vancismos, Filipismos, Isaltinismos, Moreirismos, Moedismos, Figueirismos, Lulismos, e tantos mais e tantos mais . . . .
A paz não aparece por decreto. A luta de interesses não desaparece por milagre. As desigualdades não se esbatem por decreto, com ginginha, muitas vacuidades ou com selfies.
A memória não se recupera com sorrisos patéticos ou por agitar em bicos de pés com o valor da experiência.
A experiência tem muito que se lhe diga.
Al Capone tinha muita experiência em Chicago e não só, com pistolas, metralhadoras, tacos de basebol ou na fuga aos impostos.
Faltam menos de 6 dias para 2025 virar para 2026.
Tenham um bom dia pós Natal, e um bom início de fim de semana.
Saúde e boa sorte. Felicidades.
António Cabral (AC)

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