sexta-feira, 26 de dezembro de 2025


Não têm aspecto de portugueses típicos . . . . . 

Nem de Minhotos, Algarvios, Alentejanos . . . . 

Seria a estes que Carlinhos III dizia que unidos tudo se resolverá?

Estamos numa altura de mais manifestar esperança. Não tem mal.

Estamos numa altura em que porventura por fraternidade e espírito cristão se podem desculpar as vacuidades de uns quantos senhores nacionais e estrangeiros.

Quem não aspira a que não existam contrariedades?

Quem não deseja que haja sossego e felicidade à sua volta, e lá fora?

Que não o metralhem com balas assassinas mas, também, com wokismos, Mendismos, Trumpismos, Marcelismos, Madurismos, Montenegrismos, Guterrismos, Catarismas, Costismos, Carneirismos, Brilhantismos, Venturismos, Putinismos, Zelenshismos, Vancismos, Filipismos, Isaltinismos, Moreirismos, Moedismos, Figueirismos, Lulismos, e tantos mais e tantos mais . . . . 

A paz não aparece por decreto. A luta de interesses não desaparece por milagre. As desigualdades não se esbatem por decreto, com ginginha, muitas vacuidades ou com selfies.

A memória não se recupera com sorrisos patéticos ou por agitar em bicos de pés com o valor da experiência.

A experiência tem muito que se lhe diga.

Al Capone tinha muita experiência em Chicago e não só, com pistolas, metralhadoras, tacos de basebol ou na fuga aos impostos.


Faltam menos de 6 dias para 2025 virar para 2026.

Tenham um bom dia pós Natal, e um bom início de fim de semana.

Saúde e boa sorte. Felicidades.

António Cabral (AC)

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