sábado, 14 de fevereiro de 2026

A  CAMINHO  DA  ALDEIA
Manhã de Sábado, 14 Fevereiro.
Dia dos namorados.

Ponte Vasco da Gama, A1, A 23, N233, N239, subida para a Aldeia.

Dia de Sol, poucas nuvens, muito vento em toda a viagem e cá em cima na aldeia um vento chatíssimo que faz aumentar a sensação de frio.
Entre Escalos de Cima e Proença-a-Velha imensos buracos, alguns já remendados.

Pelo caminho, sobretudo depois de entrar na A23 mas muito particularmente depois da zona de Abrantes, é impressionante observar a maioria das árvores todas com alguma inclinação. E muitas decepadas. Consequência dos ventos, do vendaval.

Faz igualmente impressão observar a quantidade de postezinhos de madeira inclinados, a maioria, muito caídos; em algumas zonas a cablagem a roçar o chão.

Faz impressão contar pelo caminho a sinalização rodoviária derrubada, deitada no chão (muita), ou bastante inclinada (também muita).
Depois de Castelo Branco observam-se algumas árvores que foram pura e simplesmente arrancadas, estão deitadas nos campos ao lado da estrada, com as raízes apontadas para nós que por elas passamos.

E isto é nesta zona, que foi muito fustigada pelo vento, pelo que me dizem vizinhos e amigos residentes em Castelo Branco.
Nada mas nada comparável com as tragédias imensas em tanta zona do país, Coimbra, Leiria, Alcácer do Sal, Montemor-o-Velho, Figueira da Foz, Ereira e tantos mais.

Quando, de Norte a Sul, oeste a Leste, se fizerem contas a tudo, ao detalhe, contas tintim por tintim, é de certeza mais necessário que um BPN mais BES mau.

AC

Sem comentários:

Enviar um comentário