COMO JÁ ESTÁVAMOS ?
AGORA, COMO IRÁ SER ?
Sabido o despovoamento do interior.
Conhecido o êxodo de gentes para zonas perto do litoral e das cidades maiores.
Trágico o abandono de campos e campos.
Comércio tradicional no interior a definhar em acelerado.
Algum turismo, umas quantas zonas onde os visitantes nacionais e estrangeiros acorrem, para olhar a património edificado e recuperado, paisagens extraordinárias da natureza, algumas unidades de hotelaria se desenvolveram.
Mas, se as coisas não estavam fáceis, agora com o vírus e as decisões tomadas, que porventura se alargarão até lá para Junho e Julho prevendo-se que menos apertadas e asfixiantes, como vai ser?
Interrogo-me, sobre o que acontecerá, por exemplo em relação a zonas que conheço bem como, as serras da Estrela e Gardunha, Covilhã, Fundão, Beira-Baixa, Beira-Alta, Idanha-a-Nova, Penamacor, Castelo Branco, Belmonte, Penedono, Celorico da Beira, o que acontecerá aos produtores de fruta, ás produções de queijos, aos gados ovino e bovino, aos restaurantes, à pouca industria transformadora que existia, aos diferentes tipos de alojamentos para turistas, à pouca cultura que se disseminava periodicamente nessas zonas, às sementeiras, ao artesanato?
Nada posso fazer, apenas pensar, apenas ponderar o que faria, mas desconheço muitos parâmetros para arriscar propostas. Não sou "achista"
Aguardemos.
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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segunda-feira, 6 de abril de 2020
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