O COVID-19 traz NEVOEIRO
Agora com a pandemia, como venho dizendo aqui no blogue e em conversas com amigos e familiares, desarece quase tudo para debaixo do tapete, política partidária, CPLP, incomodidades nacionais várias, etc., embora esteja sempre na hora do dia a competição Costa - Marcelo na guerra pela popularidade, as sondagens por eles e por partidos, a jactância e arrogância do verdadeiro orgão de soberania PCP/ CGTP, e pouco mais.
Ah, é verdade, o Nuno deu uns berros como prova de vida.
Mas o meu ponto é o nevoeiro que o COVID-19 traz, por exemplo, há séculos que não ouço importantes figurões falar em, "clusters", "planos tecnológicos", "articulação", "alavancar", "empreendedorismo inovador", eixos, "comissão de sábios", "SIADAP", "modernização", "excelência", "PRACE", etc.
A propósito da pandemia que nos trama a vida, lembrei-me de outras doenças e, por exemplo, de que Jorge Sampaio tinha sido encarregue por Kofi Annan de acabar com tuberculose. Já lá vão uns anos e creio que a fita de tempo para tal missão era de dois anos.
Será que aconteceu?
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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segunda-feira, 4 de maio de 2020
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020
D O E N Ç A S
O COVID - 19 continua a alastrar.
Até quando estaremos a salvo?
A OMS avisou num tom alarmista que pode estar já aí à esquina uma pandemia.
Por outro lado, em Portugal, nem uma linha (ou estive distraído?) sobre os mais de 3 milhares de pessoas (salvo erro em 2019) que em Portugal faleceram com gripes, pneumonias, e similares.
AC
O COVID - 19 continua a alastrar.
Até quando estaremos a salvo?
A OMS avisou num tom alarmista que pode estar já aí à esquina uma pandemia.
Por outro lado, em Portugal, nem uma linha (ou estive distraído?) sobre os mais de 3 milhares de pessoas (salvo erro em 2019) que em Portugal faleceram com gripes, pneumonias, e similares.
AC
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
COREIA
Não, não me refiro à Coreia do Sul menos ainda à Coreia do Norte.
E não vem a propósito da "Raríssimas", que é só mais um deplorável episódio desta podridão que grassa e engrossa há décadas.
Isto está tão nauseabundo que até um Soarista dos costados todos vem desancar publicamente António Costa e este lamentável e patético governo. De seu nome, Vitor Ramalho.
Quando é a direita a governar e se conhecem as inúmeras pouca vergonhas, aparecem sempre uns desavergonhados a invocar "cabalas", "descontextualização", "insídia", e por aí fora.
Quando é a esquerda, antes e agora "geringôncica", saltam na mesma as invocações de"cabalas", "descontextualização", "insídia", e por aí fora. Todos tão nojentamente iguais.
E BE e PCP e VERDINHOS e PAN tão caladinhos!!!
Mas voltando à Coreia, posso ligar ao Hemibalismo, à Atetose, à doença de Huntington, problemas trágicos à volta de mau funcionamento de gânglios basais, questões de sensibilidade de células nervosas, movimentos musculares e mudanças de postura crescentemente bruscas e descontroladas.
Doenças degenerativas, hereditárias. TRÁGICAS.
Corroem, uma degradação terrível progressiva, sem hipótese de recuo, até à fase quase terminal de um ser humano estar "representado" por pouco mais que pele à volta do esqueleto.
Olhei o caixão, parecia vazio.
Foi cremado hoje.
O pai tinha, dos quatro filhos dois têm sendo que o mais novo (43) com sinais de uma visibilidade horrível; os outros dois ainda sem sinais, temem ir fazer as análises.
Mas o que é isto comparado com a discussão da Canabis, do horário de fim de semana na AutoEuropa, da Misericórdia de Lisboa se preparar para atirar milhões à rua pela janela de caixilharia Montepio, ou com a gritaria das Catarinas, das Mortáguas, das Heloísas, das Rato, das Cristas, ou dos seus homólogos masculinos, ou as regalias dos condutores de comboios, ou a ausência de processos judiciais concluídos?
Nada, evidentemente.
AC
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