Mostrar mensagens com a etiqueta poesia popular. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta poesia popular. Mostrar todas as mensagens

sábado, 28 de março de 2026

CULTURA

. . . . . 

A capela de S. Pedro

Foi a primeira do mundo.

Quem sabe nadar tem defesa

Quem não sabe vai ao fundo.

. . . . . .

(poesia popular, da autoria de Joaquim da Costa Pedroso, a propósito da Ermida de S.Pedro de Vir-a-Corça, Aldeia de Monsanto, como relatado por Adelaide Salvado -"As Fontes de S.Pedro de Vir-a-Corça)

AC

sexta-feira, 27 de março de 2026

CULTURA

". . . . . 

Sai duma fenda rochosa,
Uma enorme nascente!
Como por arte milagrosa
Dá água para muita gente.

Jamais souberam aproveitar
A tua maravilhosa nascente,
Que se podia utilizar
Em benefício de toa a gente"

 . . . . .
(António Joaquim Pires, "Minha terra meu tesouro")

AC

sábado, 21 de março de 2026

CULTURA

. . . . . 

Senhora do Almortão,

Olhai o que diz o mundo:

Detrás da vossa capela

Está um chafariz sem fundo.

. . . . . .

(poesia popular)

AC

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Adaptação de uns versos de Manuel Alegre face ao tempo que faz e à vida política nacional desde 1991 mas com destaque para os últimos 10 anos


. . . . .
Às vezes parece música
vai-se a ouvir : é o M.

Às vezes parece o M
vai-se a ver : é o mar.

Às vezes parece o M
vai-se a ver não é o mar, é só merda .. . . . . 

AC 

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

 . . . . . .

na rua da minha amada

não se pode namorar;

de dia, velhas ao SOL,

à noite cães a ladrar

. . . . . . . 

(Monsanto edições SNI, 1947, evocação de Monsanto, 
Cardoso Martha/Adolfo Simões Muller, pp 13-14)

AC

sexta-feira, 21 de março de 2025

POESIA  POPULAR

Batem leve, levemente

Como quem chama por mim

Será Delgado? Ou Vicente?

Tomás não é certamente

E a PIDE não bate assim!

(Américo de Carvalhal Esmeraldo)

AC

POESIA  POPULAR

Ó minha mãe, minha mãe

Ó minha mãe minha amada

Não há equipa no mundo

Como a equipa encarnada

(Américo de Carvalhal Esmeraldo)

AC

quarta-feira, 19 de março de 2025

POESIA  POPULAR

Este povo, bom, ordeiro,

Mas tristonho, sorumbático,

Assemelha-se ao "carneiro"

Empachado de vinhático….

(Américo de Carvalhal Esmeraldo)

AC

sábado, 14 de dezembro de 2024

POESIA  POPULAR

Abraço
(letra de um amigo)

Abraço é um momento
De carinho e emoção
Aflora o sentimento
Reconforta o coração

Um abraço de saudade
De uma forçada partida
Retrata que a amizade
É a essência da vida

Sentir um doce abraço
É pão que sai do forno
Saboreias um pedaço
É viagem sem retorno

No elo de um abraço
Não cabe qualquer som
O silêncio adorna o laço
O abraço tem o seu dom

As palavras não traduzem
O calor de um abraço
Longas carências se fundem
Naquele curto espaço

AC

quinta-feira, 16 de maio de 2024

POESIA
No meio de livros e outras coisas herdadas descobri um pequenino caderno, quase livro, de 94 páginas, dactilografadas, com poemas, "gerados" entre 1972 e 1978.
Livrinho a que o autor deu o título - Poemas de Vida e de Amargura.
O autor é um familiar afastado, falecido nos anos 70 do século passado.
Teve uma vida amargurada, e isso vê-se nos seus poemas.
Partilharei alguns deles.
Hoje deixo um poema a que deu o titulo de  - Prece.
AC

terça-feira, 29 de agosto de 2023

NAMORO

Trigo loiro, trigo loiro,
Trigo de folha amarela,
À sombra do trigo loiro,
Namorei uma donzela.

AC

quinta-feira, 17 de agosto de 2023

Da   ALDEIA

. . . . . 

"Na rua da minha amada

não se pode namorar:

de dia, velhas ao Sol;

à noite, cães a ladrar.

. . . . . 

A cana do milho grosso

nasceu debaixo do chão.

Os olhos do meu amor

trago-os no meu coração".

. . . . .

António Cabral

sábado, 17 de junho de 2023

Bom dia

Tenham um bom fim de semana. Saúde.


Da  ALDEIA

. . . . . 

Na rua da minha amada

não se pode namorar:

de dia, velhas ao Sol;

à noite, cães a ladrar.

. . . . . 

A cana do milho grosso

nasceu debaixo do chão.

Os olhos do meu amor

trago-os no meu coração.

. . . . .

António Cabral