QUE PENA
"Que pena, um desenho que prometia tanto, Contentemo-nos com a ilusão da semelhança, porém",..........
Esta frase é das primeiras do início da "História do Cerco de Lisboa", José Saramago.
Isto remete-me para tanta coisa na nossa vida.
Na vida privada, na vida nacional, na vida internacional.
Tanta coisa que prometia tanto e, depois, ........ a desilusão.
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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quinta-feira, 23 de abril de 2020
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
COMPLETAMENTE DE ACORDO
(com Rodrigo Adão da Fonseca)
..."O que sei é que enquanto vivermos obcecados na imposição de um igualitarismo que mata a igualdade, por um nivelamento do conhecimento que incentiva a ignorância manipulável, e destruirmos as mediações e as bases de um tecido social que sustenta as sociedades abertas, abriremos espaço de afirmação à mediocridade, à manipulação, à mera explosão dos afectos e à captura da sociedade por figuras mais ou menos pitorescas como as que vemos hoje na Casa Branca, mas também no media e nas ruas da América e da Europa, alienados numa vertigem de factos irrelevantes, a protestar contra coisas que a maioria de nós nem sabia que existiam, a berrar contra si próprios. Não me confundam com Trump, nem me associem a essa gente".
António Cabral
(com Rodrigo Adão da Fonseca)
..."O que sei é que enquanto vivermos obcecados na imposição de um igualitarismo que mata a igualdade, por um nivelamento do conhecimento que incentiva a ignorância manipulável, e destruirmos as mediações e as bases de um tecido social que sustenta as sociedades abertas, abriremos espaço de afirmação à mediocridade, à manipulação, à mera explosão dos afectos e à captura da sociedade por figuras mais ou menos pitorescas como as que vemos hoje na Casa Branca, mas também no media e nas ruas da América e da Europa, alienados numa vertigem de factos irrelevantes, a protestar contra coisas que a maioria de nós nem sabia que existiam, a berrar contra si próprios. Não me confundam com Trump, nem me associem a essa gente".
António Cabral
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