PORTUGAL e os seus “TADINHOS"
A propósito de "NÃO PODEMOS CONTINUAR A IGNORAR", Portugal está cheio de coitadinhos, TADINHOS, na forma mais banal e carinhosa e pungente.
Muito tadinhos e tadinhas andam há anos anichados nos ministérios, nas chefias de gabinetes, nos corredores do poder e entre portas giratórias, casam-se uns com os outros, e se eventualmente aquecem os lençóis de alguém importante têm de ir depois para outro tacho não vá o conjugue de quem andavam a acarinhar zangar-se mais, etc.
Sempre que se fala de justiça, sistema de justiça, soam alarmes, campainhas, vem logo a ministra actual a dizer que está tudo maravilhosamente bem, os escritórios a insurgirem-se, pedidos de dispensa de juízes, etc.
Depois, temos os casos super mediáticos a arrastar-se anos e anos. Muito dizem que não percebem isto.
Outros dizem que também não se percebem decisões sobre casos menos mediáticos.
Eu arrisco dizer que em muitos casos/ decisões, deu muito jeito ter como relatores amigos ou familiares de, governantes, ou de deputados, ou de ricaços.
Muito jeito deu e continua a dar a legislação super-garantística bem engendrada em certas "madrassas" de Coimbra e de Lisboa.
Mas, sobretudo, quando chegam à barra, dizem que eles (os tadinhos) e elas (as tadinhas) nunca actuaram com consciência de que estariam a violar a lei e por isso não se lhes pode censurar essa falta de conhecimento e, em consequência, não se lhes pode censurar os actos administrativos que, só os mal intencionados, classificam de amiguismo, nepotismo, corrupção passiva, clientelismo, acautelamento de lugar futuro, ou dar emprego e algum a ganhar a amigalhaços.
Quando do que se trata é de inocentes amizades, e apenas procurar cumprir o seu dever de governante/ autarca/ gestor/ director-geral/ funcionário.
Acabam por ir quase todos sempre em paz (ide em paz e que o senhor vos acompanhe) e acompanhados dos amigos e das amigas, depois de momentos de aparente infortúnio, causado por maldita malandragem "botabaixista".
AC
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