Que zangados ficaram alguns dos, não militantes/ militantes mas sem cartão do partido/ turbo administradores/ turbo comentadores.
António Costa, com a arrogância habitual, tratou de desbaratar em quase dois anos uma maioria absoluta e, como sempre fez desde que começou a agarrar em microfones, tratou foi da vidinha.
De caminho estoirou com o PS, colocou em choque as inúmeras criaturas ao longo dos anos instaladas na máquina do Estado, directa e indirecta, colocou em choque a clientela!
Sim, porque é preciso colocar comida na mesa, pensar nas férias e nos colégios.
Porventura por deficiência própria pareceu-me que PNS ao subir ao púlpito a mandar calar a "maltosa" e rapidamente dizer que quem ganhou foi a AD, se borrifou no gorjeio de Costa algum tempo antes.
Eu estou bastante preocupado, com a minha família, filhos e netos, estou preocupado com o futuro.
Eu estou bastante preocupado, com a minha família, filhos e netos, estou preocupado com o futuro.
Ouvi o chefe do Chega dizer que o que o preocupa é o futuro e quer dar estabilidade governava.
Há muito que o digo em conversas e aqui várias vezes já o escrevi.
Repito-me, democraticamente respeito a existência do Chega, mas discordo praticamente de tudo o que defende ou defendeu, propunha ou propõe agora.
Mas também é verdade que aponta a muitos aspectos da sociedade que são reais e muito preocupam centenas de milhares dos meus concidadãos, senão mesmo milhões. Pessoalmente sinto preocupação de há muito em alguns dos temas apontados pelo Chega.
Mas se o Tribunal Constitucional do alto da sua cátedra diz que é partido legítimo, eu baixo as orelhas.
Mas, respeitosa e sinceramente, no plano político, considero o Chega uma fraude. Veremos.
Uma coisa me parece evidente, o Chega tem de ser e deve ser combatido com políticas. E já é muito tarde.
O Chega cresceu à conta da pouca vergonha gerada e gerida por António Costa.
O papão de retrocesso de tudo e mais alguma coisa só vai servir para o Chega ainda mais ganhar.
Paleio deste género e inações, em substituição de decisões concretas e políticas deu este resultado eleitoral.
E, deploravelmente, cresce a arrogância, saltaram para a arena os donos de tudo e mais alguma coisa, os da superioridade moral e ética republicana.
E cresce, também, a má criação de jornalistas diversos, cresce o sectarismo de vários incluindo os climáticos e dos que bem se sabe quem sempre esteve por trás.
Quem chegasse de Marte na noite de 10 de Março poderia facilmente concluir que os eleitores do PSD, CDS, PPM, IL, Chega são xenófobos, racistas, e etc., talvez não o sejam 1%!
Talvez devessem ouvir outra vez PNS.
António Cabral (AC)
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