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domingo, 22 de junho de 2025


INTELIGÊNCIAS  e  INTELIGÊNCIA (??)

Um bom amigo chamou-me à atenção para mais um "precioso número" de uma das estrelas (???) do nosso firmamento político.

Uma das cada vez mais insuportáveis. 
Uma das que não tem espelho em casa.

Fui ver o "número".
É das coisas mais lamentáveis da nossa recente história política. Opinião pessoal, naturalmente.

Fez-me lembrar a Madre Teresa de Calcutá e a piadola que existia sobre ela e a sua bondade e pureza que, por essa razão, ao falecer subiu ao Céu a uma velocidade vertiginosa que fez S.Pedro arrepiar-se, e lhe gritou lá de "Cima" - madre diga uma asneira forte para abrandar a velocidade, caso contrário entra rompe e sai do Céu.

Com esta "estrela" (???) passa-se algo de alguma forma semelhante, convencido que o linguajar contínuo assistido por bacoradas frequentes o afastarão a grande velocidade do inferno.

Não faço ideia se S.Pedro o acolherá sorridente ou não, mas acredito que  S.Pedro lhe dirá pelo menos isto - meu filho, tu na terra foste pior que o lacrau porque o lacrau era mau e pérfido mas não dizia bacoradas a um ritmo assustador como tu fizeste nos teus últimos tempos de vida terrena.
Entra lá filho, mas foste muitas vezes um bocado parvalhão.

António Cabral (AC)

quarta-feira, 13 de maio de 2020

EXEMPLOS DIÁRIOS da GERAÇÃO MAIS BEM PREPARADA de SEMPRE e MAIS INSTRUÍDA de SEMPRE
Durante o telejornal das 1300horas, de hoje, na SIC:
......HAVERÃO CONDIÇÕES.....

Outro exemplo, não foi neste telejornal mas não chocaria, foi outro dia numa das conferências de imprensa do pessoal da Saúde acerca da evolução do COVID-19, entre outras pérolas - PÓSSAMOS !!!!

É como estamos. 
E, por favor, apliquem pomada para as nódoas negras, tantas são as caneladas na língua portuguesa.
Haja saúde.
AC

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

A   PROPÓSITO
A propósito de certas barbaridades que se observam suceder na nossa vida pública, verdadeiras alarvidades periodicamente proferidas (*) por quem não tem de facto a menor noção do que deve fazer no seu cargo temporário, lembrei-me de um dito conhecido que reza assim - Quando não se é capaz de fazer bem as coisas, então deve aprender-se a apreciar fazê-las mal. 
António Cabral  (AC)


(*) ainda por cima, depois e muitas vezes, chegam de novo aos nossos ouvidos asneiras complementares, tentando emendar as bacoradas anteriores, sempre bem dentro da conhecida - pior a emenda que o soneto