Mostrar mensagens com a etiqueta patetas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta patetas. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 18 de março de 2021

UM ANIMAL É UM ANIMAL

Do passado lembro-me que havia um anúncio ao Sumol que, salvo erro, era mais ou menos assim - um gato é um gato, Sumol é aquilo que os outros não são.

No presente não tenho dúvidas, um carneiro não passa de um carneiro!

AC

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

25 ABRIL 1974, direito à opinião, Liberdade
Goste-se ou não, concorde-se ou não, o 25 de Abril de 1974 teve muito em vista criar uma sociedade diferente e melhor que a anterior onde, apesar de nem tudo ser mau ou estar mal, estava muita coisa mal, era muito o que era mau.
A vida corre, não pára, e no presente existem muitos dos meus concidadãos que nasceram ou pouco antes ou depois do 25 de Abril.
Posso compreender que muitos e muitas tenham alguma dificuldade  (??) em aperceber-se de certas fases da nossa história.
Mas, mesmo para jovens adolescentes, para jovens adultos, não me parece desculpável afirmações e posturas baseadas em nada. 
Os livros e hoje a NET ajudam a esclarecer muita coisa. 
Não me refiro ás patéticas redes sociais da desinformação, do politicamente correcto, do policiamento serôdio e trágico.
Vem isto a propósito de pessoas, como alguns no CDS (existem em outros partidos pantomineiros do mesmo quilate), pois na minha revisão regular pelos media nacionais, acabo de perceber que um político dos novos senhores no CDS demitiu-se.
Penso que nem devia ter sido chamado para os tais orgãos nacionais daquele partido.
Um sujeito que faz determinadas afirmações nunca poderá ser um dirigente político integro no que a honestidade intelectual respeita.
Um sujeito que afirma, por exemplo, que a guerra do Ultramar estava ganha, só pode estar tolinho, e não é desculpa ter nascido depois do 25 de Abril. 
Eu estive na Guiné, 1971-1973, e não me pareceu nada, bem pelo contrário. Zonas em Angola e Moçambique existiam com diferentes nuances da guerra, eu sei, mas ganha.....
Enfim, todos têm direito à liberdade de opinião e de expressão, mas convém saber que os pés são para andar no chão e a cabeça não é só para pentear.
AC

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

RECORDANDO
Um tolo (o comandante do fotografado) resolveu fazer uma curva com o barco junto à costa Norte da ilha do Faial, tal como se estivesse sentado num carro. Esqueceu-se do raio de giração, do vento e da ondulação, e do "escorregar".
Estampou-se nas rochas, naturalmente, rasgou o fundo do barco, e passou da fase "navegar" à fase "atracado aos rochedos" submersos, a partir de 9 de Dezembro de 2005.
Arranjou um trinta e um. Para ele, e para muitos.
E à conta deste acidente marítimo muitos portugueses e estrangeiros penaram meses e meses a fio.
Tenho um amigo que, por dever de ofício, esteve ininterruptamente na ilha do Faial de 10 de Dezembro de 2005 a 6 de Janeiro de 2006, lá celebrando o Natal e a passagem de ano juntamente com muitos mais que ali estavam também por dever de ofício.
Estar lá por dever de ofício, e estiverem, como lhes haviam ensinado, independentemente de tudo o mais, família distante, incomodidades, etc.
Um patetão em Lisboa ficou espantado por esse meu amigo não ter vindo para Lisboa para junto da família, para o Natal e para o bolo rei e rabanadas.
Com patetas assim não é por isso de espantar a progressiva degradação de certas instituições.
No dia 1 de Janeiro de 2006 o mar estava assim, calmo.
Mas até à sua remoção, em 20 de Setembro de 2006, quando o monstruoso rebocador Maersk Achiever finalmente o arrancou aos rochedos, a maior parte do tempo apanhou pancada grossa.
António Cabral

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

WEB SUMMIT
Que maçada.
O Ronaldinho já não pode vir. Perda irreparável!
Mas haverá outros para os patetas do costume apertarem as mãos e sorrirem para as câmaras nacionais e sair nos noticiários das 2000 horas
AC