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quarta-feira, 6 de maio de 2020

Declaração Universal dos Direitos Humanos
(DUDH) 
Não sei como o BE e outros do género não determinaram e JÁ que se altere o título para, porventura - Declaração Universal dos Direitos dos Géneros.
Indo ao que interessa.
Como vários saberão, e se interessam por estas coisas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos já fez 70 anos. 
Valores importantes, entre muitos outros, 
a liberdade de opinião e de expressão, e a participação na vida pública em cada sociedade.
Começando por este último valor, e olhando à nossa CRP, afigura-se que será relativamente simples e fácil em Portugal a participação de um cidadão comum na vida pública da sociedade, do seu País.
Mas, depois, quando se desce à realidade da vida não é exactamente assim. Adiante.

Quanto à DUDH, expressa se não estou enganado:
Artigo 19.º
(Liberdade de opinião e de expressão)
Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão.

Artigo 21.º
(Participação política/Democracia)
Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direcção dos negócios públicos do seu país, quer directamente, quer por intermédio de representantes livremente escolhidos.

Estou a falar nisto e na nossa CRP por vivermos uma fase e estarmos num tempo em que, com a maior das facilidades, alegremente, se estão a estabelecer coisas que, salvo melhor opinião, têm um respaldo jurídico/ legal............muito................bom..........bem.............
A informação rigorosa, clara, é fundamental no desenvolvimento da cidadania. Mas tenho muitas dívidas se esta é a preocupação verdadeira de Marcelo.

A vontade dos cidadãos devia ser sempre a base da legitimidade dos poderes públicos, e isso devia ser verificável designadamente na acção dos deputados eleitos que, mais do que nunca nesta fase da nossa vida, deviam estar ATENTÍSSIMOS.
Como estamos?
Consciência cívica?
Crescente bovinidade?
AC

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

25 ABRIL 1974, direito à opinião, Liberdade
Goste-se ou não, concorde-se ou não, o 25 de Abril de 1974 teve muito em vista criar uma sociedade diferente e melhor que a anterior onde, apesar de nem tudo ser mau ou estar mal, estava muita coisa mal, era muito o que era mau.
A vida corre, não pára, e no presente existem muitos dos meus concidadãos que nasceram ou pouco antes ou depois do 25 de Abril.
Posso compreender que muitos e muitas tenham alguma dificuldade  (??) em aperceber-se de certas fases da nossa história.
Mas, mesmo para jovens adolescentes, para jovens adultos, não me parece desculpável afirmações e posturas baseadas em nada. 
Os livros e hoje a NET ajudam a esclarecer muita coisa. 
Não me refiro ás patéticas redes sociais da desinformação, do politicamente correcto, do policiamento serôdio e trágico.
Vem isto a propósito de pessoas, como alguns no CDS (existem em outros partidos pantomineiros do mesmo quilate), pois na minha revisão regular pelos media nacionais, acabo de perceber que um político dos novos senhores no CDS demitiu-se.
Penso que nem devia ter sido chamado para os tais orgãos nacionais daquele partido.
Um sujeito que faz determinadas afirmações nunca poderá ser um dirigente político integro no que a honestidade intelectual respeita.
Um sujeito que afirma, por exemplo, que a guerra do Ultramar estava ganha, só pode estar tolinho, e não é desculpa ter nascido depois do 25 de Abril. 
Eu estive na Guiné, 1971-1973, e não me pareceu nada, bem pelo contrário. Zonas em Angola e Moçambique existiam com diferentes nuances da guerra, eu sei, mas ganha.....
Enfim, todos têm direito à liberdade de opinião e de expressão, mas convém saber que os pés são para andar no chão e a cabeça não é só para pentear.
AC