Falha de memória? Ausência de escrúpulos? E a honestidade intelectual?
Existem por aí uns defensores acerca de política que a retratam como a rainha das cambalhotas.
Mas descendo ás coisas terrenas, à realidade das pessoas, que vão envelhecendo desde que nasceram, valerá a pena recordar que, no ventre de nossa mãe estamos como um novelo.
Em gaiatos, contorcionismo, quedas, etc, parecemos de borracha, dobramos com a maior facilidade.
Com o avançar da idade, vai custando chegar com as mãos à ponta dos pés, a falta de "rins" vai sobressaindo.
Com a idade, a memória vai desvanecendo.
Mas que diabo, há limites para tudo.
Bom, isto vem a propósito do actual presidente da República, e das suas posturas acerca dos seus comentários quanto ao BES. O mínimo que se pode dizer é, LAMENTÁVEL.
Não terá nenhum assessor que lhe lembre antes de vir para a rua, o que ele tinha dito em Julho, e lhe recomendasse cuidado se fosse perguntado sobre a carta do tio Ricardo?
Que falta de pachorra para aturar esta decrepitude, que salta de todos os lados do colorido partidário, como do colorido de gestores, escritórios, etc.
Tal como quanto ao edil messias: uma coisa hoje, outra diferente manhã, depois meio à sucapa, - eh pá cuidado, não quero levar com a porta logo na primeira ida a Bruxelas!
Uma continuada pouca vergonha. E não acaba!
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
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