quarta-feira, 6 de junho de 2018

ADVOGADOS, TUGAS e ESTRANGEIROS
Há dias vi um pequeno post num "afamado" blog, duas fotografias, em que um advogado americano de que nunca ouvi falar está numa delas com um cliente e na outra com outro cliente. 
Os dois clientes, pelo que vem sendo noticiado, são criaturas nada recomendáveis: um é o Francês que já foi ministro e chefe do FMI e, aparentemente, só raciocina da cintura para baixo; o outro cliente é tido como pertencente ao mesmo grupo, e está acusado por inúmeras personagens do mundo do cinema como agressor/ predador.
O que me interessa aqui não são esses (tudo indica, execráveis clientes) mas a questão - advogado.
Pelo que parece, o homem será um especialista na defesa de certo tipo de gente. É o que a democracia também permite.
E sobre isto cada um de nós é livre de formar uma opinião.
Não tenho a certeza do que de facto pretendia dizer ou atingir o "dono" do blogue.
Pela minha parte, repito, a Democracia tem destas coisas.
O que acho sempre interessante em certos democratas, é evidenciarem apenas uma pequenina parte de certas questões.
Acho interessante, o que é que querem.
Por exemplo, em Portugal, aparece sempre o mesmo tipo de advogados, bem conhecidos publicamente, a defender uns queridos.........uns famosos........ e certos democratas não acham nada de curioso, duvidoso, peculiar, estranho, repetitivo e, aparentemente, não relevam essas situações.
Eu que vejo muito pouca TV já conheço de ginjeira as carinhas dos vários advogados defensores sempre do mesmo tipo de clientela, e registo sempre certas curiosidades. 
Como a de um que aprecia camisinhas com colarinho branco, sempre todo bem posto, e sempre a perorar nas TV com ar professoral a roçar o de pastor de almas e, por obra e graça do espírito santo e certamente também da sua excelente oratória, a conseguir faustosas pensões vitalícias.
Advogados, portanto, nacionais e estrangeiros, de todos os calibres.
Rosáceos são mais aceitáveis, claro!
António Cabral (AC)

Sem comentários:

Enviar um comentário