Mal surgem certas estatísticas simpáticas, saltam á liça para a praça pública os aduladores dos poderes do momento bem como os seus amiguinhos turbo administradores, a elogiar quem consegue tais façanhas.
Sim, porque convém muito continuar a manter os lugares mesmo não sendo executivos, sempre há bons almoços garantidos, e conhecimentos, até porque nunca se sabe o dia de amanhã.
Ser convidado para isto e para aquilo é tão bom que convém manter oleados os mecanismos!
Não se deve elogiar e realçar aquilo que nos pode e deve fazer sentir bem, que nos pode orgulhar ?
PODE e DEVE.
Mas quando isso se faz, de cada vez que se faz, DEVE igualmente chamar-se à atenção para todo o resto que falta melhorar. Para onde estamos atrasados, apontar para a quantidade de países do chamado mesmo campeonato que estão à nossa frente.
Atrás de nós em quase todos os indicadores financeiros e económicos já quase não há países.
Para a dívida ficar em 140% falta pouco, faltam só 5,6% se não me enganei na conta.
No presente, uma estatística surgiu anunciando Portugal como o terceiro País mais seguro do mundo e aí estão logo as loas ROSAS e afins.
Para não variar, de alguns dos que pensam que só eles conhecem as bebidas caras e os lugares interessantes, dos que só eles sabem comportar-se à mesa e são conhecedores dos protocolos e da etiqueta, chegam as suas palavrinhas com a habitual e aparente simplicidade enganando maliciosamente os incautos, não explicando sumariamente o significado de tal escalonamento.
Não explicando que, no presente e por exemplo, como os ídolos das BR e quejandos se entretiveram anos atrás a trepar cautelosamente a máquina do Estado reciclando-se, e agora mandam bitaites como se nas mãos não tivessem sangue, não temos de facto bombistas e terroristas.
No presente não tem havido do terrorismo como já tivemos.
Temos alguma paz social.
Mas se olharmos com alguma profundidade mais, a paz podre actual não é tão pacífica e real como aparenta.
Não há gradualmente ocupações selvagens?
Depois de jantar pode passar-se de carro em certas zonas dos arredores de Lisboa ou do Porto?
E no casco velho de Setúbal?
E nos limites de Castelo Branco?
E em certas zonas dos concelhos de Loures, Amadora, Almada, Seixal, Gondomar, Bragança, Portalegre, Braga?
Acrescento ainda o seguinte: os clubes das elites, a linha de Cascais, certas agremiações, certos "hapenings" e "vernissages" em Lisboa e no Porto, ou o poder alojar-se nas pousadas e nos hotéis de 4 e 5 estrelas e nos alojamentos turísticos caros do Douro, Minho e Alentejo (tudo que também muito aprecio, confesso), tudo isso é um Portugal muito diferente, e para poucos.
Para o Portugal real, percorram a sério de Norte a Sul as nacionais secundárias e as municipais, e observem bem, parem e observem.
Parem e observem, OBSERVEM a SÉRIO, os lugares, os terrenos, os campos, as pessoas e quantas encontram em certas zonas.
Eu tenho milhares de fotografias, e este carro fez 4 anos há 5 dias, está nos 139 000 Km.
OBSERVEM, e deixem-se de tretas e de mentiras.
AC
Não explicando que, no presente e por exemplo, como os ídolos das BR e quejandos se entretiveram anos atrás a trepar cautelosamente a máquina do Estado reciclando-se, e agora mandam bitaites como se nas mãos não tivessem sangue, não temos de facto bombistas e terroristas.
No presente não tem havido do terrorismo como já tivemos.
Temos alguma paz social.
Mas se olharmos com alguma profundidade mais, a paz podre actual não é tão pacífica e real como aparenta.
Não há gradualmente ocupações selvagens?
Depois de jantar pode passar-se de carro em certas zonas dos arredores de Lisboa ou do Porto?
E no casco velho de Setúbal?
E nos limites de Castelo Branco?
E em certas zonas dos concelhos de Loures, Amadora, Almada, Seixal, Gondomar, Bragança, Portalegre, Braga?
Acrescento ainda o seguinte: os clubes das elites, a linha de Cascais, certas agremiações, certos "hapenings" e "vernissages" em Lisboa e no Porto, ou o poder alojar-se nas pousadas e nos hotéis de 4 e 5 estrelas e nos alojamentos turísticos caros do Douro, Minho e Alentejo (tudo que também muito aprecio, confesso), tudo isso é um Portugal muito diferente, e para poucos.
Para o Portugal real, percorram a sério de Norte a Sul as nacionais secundárias e as municipais, e observem bem, parem e observem.
Parem e observem, OBSERVEM a SÉRIO, os lugares, os terrenos, os campos, as pessoas e quantas encontram em certas zonas.
Eu tenho milhares de fotografias, e este carro fez 4 anos há 5 dias, está nos 139 000 Km.
OBSERVEM, e deixem-se de tretas e de mentiras.
AC
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