É do que se trata, de NOJO, mete nojo.
Recordando palavras de alguém que respeito, onde pára a dignidade?
Dignidade?
Não conhecem, não sabem o que é.
Querem é de volta o velho e Salazarento respeitinho, procedem com autoritarismo mas que agora sendo democrático e de esquerda é bom, adoram a dignidade dos subservientes, e babam-se ao ver a baba dos lacaios.
Querem é de volta o velho e Salazarento respeitinho, procedem com autoritarismo mas que agora sendo democrático e de esquerda é bom, adoram a dignidade dos subservientes, e babam-se ao ver a baba dos lacaios.
Quase todos os dias surgem novas evidências da gangrena que alastra, mas como é uma gangrena que agora é democrática, aplaude-se, engole-se calado.
E cada vez é mais trágico assistir ao crescer da bovinidade, do conformismo, da apatia.
Um dos últimos inacreditáveis episódios, para mim naturalmente, a distribuição dos dinheiros a empresas dos “me(r)dia”, com critérios exemplares (???) e claros (???) divulgados aos amigos porque isso basta (!!!), premiando os amigalhaços, premiando os que prestam vassalagem à propaganda e ao autoritarismo serôdio e beijoqueiro.
Cada vez se confirma mais, a adoração aos “me(r)dia que, vão fotografar o almocinho das excelências, ou reparando nele a roer a maçã, ou vão coreografar a oferta das sopinhas ladeado por jarrões institucionais com ou sem bonés, ou assistir às compras das excelências, ou assistir às visitas ás fábricas. METE NOJO!
Como nojo mete o PR ir à livraria com assessores e ajudantes mais uma catrefa de bípedes que só sabem e mal agarrar no microfone, inundando a livraria com muito mais gente do autorizado aos cidadãos comuns. Lamentável.
Bajulação, favores, imbecilidade, discriminação, vénias, sorrisos de plástico, conivências, subserviência, descarada ausência de vergonha na cara, ausência de sobriedade, vão sendo notáveis evidências nas aparições diárias das excelências.
E as perguntas que deviam ser feitas pelos jornalistas nunca aparecem. NUNCA!
De jornalistas nada, ficam apenas a figura de autêntico tripé para o microfone.
Cada vez se confirma mais, a adoração aos “me(r)dia que, vão fotografar o almocinho das excelências, ou reparando nele a roer a maçã, ou vão coreografar a oferta das sopinhas ladeado por jarrões institucionais com ou sem bonés, ou assistir às compras das excelências, ou assistir às visitas ás fábricas. METE NOJO!
Como nojo mete o PR ir à livraria com assessores e ajudantes mais uma catrefa de bípedes que só sabem e mal agarrar no microfone, inundando a livraria com muito mais gente do autorizado aos cidadãos comuns. Lamentável.
Bajulação, favores, imbecilidade, discriminação, vénias, sorrisos de plástico, conivências, subserviência, descarada ausência de vergonha na cara, ausência de sobriedade, vão sendo notáveis evidências nas aparições diárias das excelências.
E as perguntas que deviam ser feitas pelos jornalistas nunca aparecem. NUNCA!
De jornalistas nada, ficam apenas a figura de autêntico tripé para o microfone.
Cada vez mais os ilustres (???) a mostrarem-se umas autênticas e genuínas ACPN ou seja, umas autoridades competentes de porra nenhuma. Por isso chama outros para teoricamente lhes explicarem como tratar do país.
Mas calma, é tudo um certo faz de conta, um circo à Costa, à Marcelo, e companhia.
Mas calma também porque, no fim, vamos ficar todos bem.
AC
Mas calma, é tudo um certo faz de conta, um circo à Costa, à Marcelo, e companhia.
Mas calma também porque, no fim, vamos ficar todos bem.
AC
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