RECURSO - meio de que se lança mão para alcançar certo fim; expediente; proteção;
Esta conhecida frase popular sintetiza bem hábitos socialistas que, ao longo da história contemporânea, demasiadas vezes mais se manifestam como sucialistas e não socialistas.
Amigo há tempo demais sem estar a ganhar convenientemente?
Sem ter carrito do Estado, sei lá, tipo Mercedes classe E, ou BMW da série 5, ou Audi A6, ou Lexus híbrido?
Inadmissível! Inaceitável!
Num país há décadas sem estratégia global, apenas com loas e tiradas grandiloquentes constantes e sempre dentro da máxima "sucialista" de "anunciar o máximo e fazer o mínimo", é sempre importante, urgente, imprescindível, albergar um bom amigo e bom serventuário de tempos anteriores.
Há sempre lugar para analista ou, mais pomposamente dito, consultor estratégico para avaliar e monitorizar o impacto das políticas públicas.
Não é bonito?
Os amigos são para as ocasiões.
Nunca deixar os amigos desamparados. O costume.
E a corja não desampara a loja.
Dos envolvidos aos que estão calados, aos comentadores e avençados vários.
Corja porque, à frente do interesse nacional colocam sempre os interesses partidários e, muito em particular, os interesses próprios e ainda mais concretamente o carreirismo político.
Mas, já agora, observar o impacto das políticas públicas a partir do ministério das Finanças? Das Finanças?
Que estarão a pensar os ministros colegas de Medina como, Mariana, António Costa e Silva, Pedro Nuno Santos, etc.?
Bem, do Pedrinho não é difícil adivinhar, pois certamente percebe esta jogada tipo "gato de fora com o rabo escondido" ou seja, que Medina a pensar na sucessão a Costa. Pedrinho não é tolo, trabalha na sombra.
Desgraçado Portugal.
AC
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