A DESCER
A SUBIR
Os degraus que estas duas fotografias mostram, na aldeia, costumam estar nesta altura do ano bem mais verdes de musgo. Escorrregadios, muito perigosos.
A SUBIR
Os degraus que estas duas fotografias mostram, na aldeia, costumam estar nesta altura do ano bem mais verdes de musgo. Escorrregadios, muito perigosos.
Titulei DESCER e SUBIR.
Lembrei-me disto a pensar no dia de hoje.
Com a ajuda/ companhia da "cara metade" iremos exercer o nosso direito Constitucional.
A menos que sobressalto surgisse, mais uma vez não falharemos ir às urnas, desde 25 de Abril de 1975.
A minha interrogação, ansiedade, é sobre que resposta darão os meus concidadãos à indecência que vigora na vida política, há décadas.
Terei/ teremos de aguardar.
O voto, uma pessoa um voto, é soberano.
Indiscutível.
Mas, escolha racional?
A pensar nos reais problemas das famílias?
Ou, votação por seitas? E a abstenção?
Será que apenas as condições climáticas pouco favoráveis em certas regiões explica o nível de abstenção que, temo, se venha a registar?
Aguardemos.
AC


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