ESTABILIDADE dos CEMITÉRIOS
Desde criaturas como, António Costa, Marcelo Rebelo de Sousa a tantos outros de vários partidos políticos, incluindo vários candidatos às eleições de Janeiro de 2026, é curioso verificar a quantidade de criaturas ditas das elites que defendem a estabilidade e etc., a qual mais não tem passado da estabilidade dos cemitérios (opinião pessoal, naturalmente), como creio que se pode concluir olhando aos últimos trinta anos.
Como sempre, admito que posso estar a ver mal as coisas.
Se estiver errado, e afinal vegetarmos num lindo mar de rosas e de prosperidade e desenvolvimento corrijo, como sempre fez o matemático e democrata Bento de Jesus Caraça.
Mas relendo por exemplo palavras de Marques Mendes - Portugal “precisa de moderação, de tolerância, de equilíbrio, de bom senso e de experiência para fazer pontes, entendimentos e convergências”. . . . . defendeu que o Estado tem de ser mais fiscalizador.
Portugal “precisa de moderação, de tolerância, de equilíbrio, de bom senso e de experiência para fazer pontes, entendimentos e convergências”.
. . . . . .que, se for eleito chefe de Estado, se emprenhará num “projeto de transformação do Estado e de transformação da sociedade”.
Temos de cuidar da justiça económica”.
. . . . . que se impõe “cuidar da imagem do Estado e das funções do Estado”.
“O Estado tem falhado sobretudo num domínio de que normalmente só se fala quando há uma tragédia: O domínio da fiscalização. O Estado preocupa-se em construir, preocupa-se em investir, mas, de um modo geral, não fiscaliza, nem a obra pública, nem em outros setores”.
Mas sejamos rigorosos, este senhor não é exactamente mais do mesmo, um dos muitos responsáveis dos últimos 30 anos?
Como não precisa de Venturas!
Estabilidade dos cemitérios temos tido que chegue.
António Cabral (AC)
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