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sábado, 10 de outubro de 2020

U I
Elisa Ferreira. "Vamos aproveitar os investimentos europeus com sabedoria” (do DN)
AC


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

PASSOS COELHO, COSTA, MOEDAS
E a hipocrisia habitual  (basta ver a fotografia em baixo)
De acordo com o JN de hoje passou-se assim:
" É quase irresistível citar o atual primeiro-ministro", disse Passos Coelho - que fez, em Lisboa, a apresentação de "Vento Suão: Portugal e a Europa", o livro de Carlos Moedas, mas que quase não falou da obra. Perante uma sala cheia, consultou as notas e trouxe para a atualidade o António Costa de 2014: na altura, lembrou Passos, o então candidato a líder do PS considerou que Moedas era "o mais ortodoxo dos ortodoxos" e que, "se achavam que o ministro [Vítor] Gaspar era ortodoxo, esperem para ver o que é o comissário Carlos Moedas".
Revelando que esta reação sempre lhe pareceu "um bocadinho exagerada", Passos Coelho passou ao ataque, apontando incoerências no comportamento do atual primeiro-ministro. Lembrou que o Governo atual "faz uma avaliação muito positiva" do trabalho de Carlos Moedas e que, recentemente, António Costa até recebeu o ex-comissário em São Bento.
Em sentido contrário, Passos deixou um elogio ao PSD: "a reação do principal partido da oposição quando a actual comissária (a socialista Elisa Ferreira) foi escolhida, revela um contraste completo" quando comparada com a atitude de Costa em 2014, uma vez que os sociais-democratas não pouparam nas "palavras de simpatia". Conclusão, segundo Passos: "quando se trata de fazer escolhas desta natureza, devemos pesar um bocadinho melhor aquilo que dizemos".
No entanto, o antigo primeiro-ministro 'laranja' não esteve com meias-palavras logo de seguida, quando criticou o facto de Portugal ter ficado com a pasta da Coesão e Reformas na Comissão Europeia: "Nunca a pedi, nunca a quis e não percebo porque é que o atual Governo a pretendeu", atirou, acrescentando que esse pelouro "não serve para mais nada" a não ser "para fazer propaganda pelo país".
Juncker: "Então, tem de ser a Maria Luís"
Mas nem só de ajustes de contas se fizeram estes mais de 40 minutos de discurso de Passos Coelho. Também houve lugar a revelações, nomeadamente uma a envolver a antiga ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque. "É verdade que aceitei equacioná-la [para Comissária Europeia] e chegou a haver algumas conversas com o presidente da comissão [Jean-Claude Juncker, recentemente substituído] para avaliar como é que aquilo podia andar para a frente".
Passos informou a plateia: "O presidente Juncker ligou-me e, logo a matar, não me perguntou a opinião". Falou ao então primeiro-ministro de um primeiro nome para Comissário, uma escolha que Passos Coelho respondeu que não teria "pés para andar". Depois, Juncker disse: "Então, tem de ser a Maria Luís Albuquerque".
A ideia não se materializou, continuou o antigo chefe do Governo, "pela simples razão de que [Maria Luís] era ministra das Finanças e a situação que se estava a desenhar no BES já me inspirava a maior das preocupações". No entanto, em nova viagem momentânea a 2014, Passos recordou, em discurso direto, a forma como tranquilizou o antigo presidente da Comissão Europeia: "Jean-Claude, não ficas pior, Garanto-te que levas alguém de categoria e que poderá ser um grande Comissário".


COSTA AGRADECE A CARLOS MOEDAS "DEFESA INCANSÁVEL DOS PORTUGUESES"


Desgraçado país com gente desta.
AC

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

OBVIAMENTE,  FALHA  MINHA
Mas o que é que deter acções da SONAE, e pelos vistos vendê-las à pressa, tem a ver com o facto do marido estar em posto chave na CCDR- N, facto que, aparentemente, esse sim, é por aí que lá pela UE/ comissão de assuntos jurídicos, estão a olhar para Elisa Ferreira, para os seus interesses, para possíveis incompatibilidades, dado que viria a mandar nos fundos regionais ou lá como isso se chama?
De certeza que virá tudo a ser bem explicado, como acontece sempre com as ELITES.
AC

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

OBVIAMENTE
OBVIAMENTE, mas a parolagem e os do clube aplaudem freneticamente.
Refiro-me à Sra nova comissária, de EGO descomunal e que, segundo dizem, muito aprecia roupa de SEDA.
Tem currículo, e chega onde chegou por mérito próprio, por mérito da sorte, por mérito da onda de género, e por outros méritos que a generalidade desconhece, todos por esta ordem, mérito à frente.

Vem isto a propósito da "pasta" que lhe destinaram, e que mexe com muito dinheiro.
A parolagem e os "sucialistas", e o tio Jerónimo que só faltou dizer que é obrigação da Sra descarregar para Portugal milhões e milhões, estão contentinhos como é típico da Tugolândia.

A Sra por ser Portuguesa vai favorecer Portugal?
A Sra por ser Portuguesa vai quase nada aportar para Portugal para não parecer favoritismo?

Para mim, obviamente que não, em nenhum dos casos.

Mas por ser Portuguesa obviamente que vai ter de ter muito cuidado, muita reflexão, muito equilíbrio, e os que por cá contam com dinheiro a jorros estão bem enganados.
Aguardemos, para ver quem acertou.
AC